sexta-feira, 8 de novembro de 2013

AS ARMADILHAS DA ZONA EURO


Há na Internet, na chamada blogosfera pt, a ideia de que a crise da Zona Euro é um problema da Grécia, de Portugal, da Irlanda, de Chipre, da Espanha e da Itália.
No curto prazo os países que estão a ficar de rastos são Chipre, a Grécia e Portugal. A médio prazo, se a Zona Euro não mudar e a Itália continuar a ser governada por traidores, a Alemanha irá arrasar a indústria automóvel da Itália, a indústria italiana está a sofrer graves danos, devido aos traidores que governam aquele país.
E a França? Pessoalmente, não sou adepto do neofascismo de Marine Le Pen, mas gostaria que nas eleições para o Parlamento Europeu, os neofascistas de Marine Le Pen vencessem em França com mais de 50% dos votos. Isso não irá acontecer, provavelmente. Os neofascistas de Marine Le Pen poderão ficar em primeiro lugar, na França, nas eleições para o chamado «Parlamento Europeu», mas com menos de 50% dos votos. Só um acontecimento perigoso poderá levar os traidores franceses da Direita tradicional ou do PSF a tirarem, de vez, o tapete a Berlim.
A Alemanha é um país especializado em destruir a Europa e em perder guerras. Este poder virtual da Alemanha é-lhe concedido pelos traidores da Zona Euro, a começar pelos franceses.

O objectivo da Alemanha é criar na Zona Euro meios de aumentar as vendas das suas indústrias exportadoras, nomeadamente do ramo automóvel, e ainda por cima ganhar dinheiro com as leis perversas da Zona Euro, à custa da ruína de muitas empresas e de muitas famílias de outros Estados da Zona Euro. A Alemanha vai sempre até onde a deixarem ir. A Alemanha não ganhou a I Guerra Mundial e a II Guerra Mundial, porque terceiros não deixaram. Na guerra da Zona Euro está a ganhar devido à incompetência dos políticos dos outros Estados da moeda euro, assim como começou a ganhar no início da II Guerra Mundial...

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