terça-feira, 15 de outubro de 2013

PORTUGAL E UNIÃO EUROPEIA – O CRIME NO PODER


O livro «Crime e Castigo» de Dostoievski sugere que os seres humanos têm consciência. Mais tarde, o nazismo alemão provaria o contrário – há seres humanos que não têm consciência, que são absolutamente indiferentes ao sofrimento que infligem a terceiros.
A marca única, que a distingue acima de tudo, da Alemanha foi a construção de uma fábrica de matar pessoas, homens, mulheres e crianças, em Auschwitz. Os alemães em Auschwitz produziam adubo para a agricultura e a matéria-prima eram homens, mulheres e crianças vivos, de todas as idades.
Os alemães que votaram em Ângela Merkel em 2013 não são em nada melhores que os que votaram em Adolf Hitler, em eleições livres, em 1932.
Tanto para uns como para outros, tanto para Adolf Hitler como para Ângela Merkel «a Alemanha acima de tudo».
É sobretudo a Alemanha que nesta guerra do euro está a torturar muita gente, como fez em Auschwitz, totalmente indiferente ao mal que faz a terceiros.
É uma Europa altamente decadente e desorientada, que permite que aqueles que perderam a I Guerra Mundial e a II Guerra Mundial, em 2013, mandem na Europa.
François Hollande é um novo Pétain. Hollande é um traidor sem escrúpulos, traidor às ideias socialistas, traidor à defesa do Direito Internacional, traidor em relação à França.
Numa Europa dominada por pessoas sem consciência, Portugal tem um governo e um presidente da República sem consciência, completamente indiferentes ao mal que fazem às pessoas, não têm consciência como não tinham os alemães em Auschwitz.
O poder, transitório, que está instalado em Portugal, chama «austeridade» às medidas ruinosas para a maioria dos portugueses que toma, para benefício de uma pequena minoria de capitalistas.

Quando o poder é exercido por pessoas sem consciência (como os alemães de Auschwitz) temos o crime no poder – é o que acontece em Portugal e na União Europeia.

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