quarta-feira, 2 de outubro de 2013

EMPOBRECIMENTO COMO PROGRAMA DE GOVERNO


Passos Coelho afirmou que os portugueses precisavam de «empobrecer». Este é o programa de governação do governo PSD-CDS-Troika-Cavaco-Swaps. A maioria dos portugueses para este governo corrupto têm que empobrecer… e nada melhor para o empobrecimento de Portugal que vá parte da alta burguesia pagar os impostos à Holanda, como Belmiro de Azevedo da Sonae e Alexandre Soares dos Santos do «Pingo doce»…
Paralelamente ao empobrecimento da maioria há o enriquecimento da minoria que é a alta burguesia.
Na estrada vêem-se muitos carros alemães dos mais caros e novos…
Podemos deduzir, que para Portugal estar na Zona Euro, a maioria dos portuguesas têm que empobrecer, logo a moeda euro é «boa» para empobrecer os portugueses. Portugal terá que debater a saída da moeda euro e, provavelmente, terá mesmo que sair, se não quiser ser forçado a empobrecer por ordem de Berlim e dos traidores que servem os interesses da Alemanha.
E depois o empobrecimento é muito injusto e desigual. Os mais massacrados têm sido os reformados e os pensionistas, e nas televisões os e as cruéis jornalistas «independentes» apoiantes do governo de Passos Coelho esquecem-se de que os reformados e os pensionistas têm contas para pagar… e que muitos deles têm que sustentar os filhos desempregados…


«O que têm em comum o aumento, provavelmente inconstitucional e que entrou em vigor no passado sábado, do horário de trabalho na função pública, podendo traduzir-se numa redução adicional de 12,5% no salário por hora trabalhada, o facto de apenas 44% dos desempregados terem acesso ao subsídio de desemprego ou a entrada em vigor esta semana das novas regras que tornam o despedimento muito mais barato? Esta é fácil, claro: a mesma vontade, inscrita nas políticas de austeridade, de tornar a força de trabalho, dos sectores público e privado, mais barata, insegura e descartável, de reforçar uma desigual economia do medo no trabalho. O que pode fazer frente a isto? Uma adequada compreensão da lógica global que une as várias políticas em curso, um esforço organizado para lhes resistir e para as derrotar. Se o ataque da troika começa no trabalho, então a resistência começa no trabalho que se organiza e que defende os seus direitos. Parabéns então à CGTP-IN pelos seus quarenta e três anos de reunião intersindical. Todos os que trabalham e todos os que querem trabalhar devem-lhe muito, mas mesmo muito. De resto, assinalo o facto de a CGTP ter inscrito a defesa de uma política soberana no seu slogan comemorativo. Afinal de contas, como estamos a ver e aqui tenho insistido, a questões nacional e social estão hoje imbricadas como nunca. Sem soberania, não há direitos sociais e laborais que nos valham: a e os que perdemos por aqui, não conquistaremos noutro lugar.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

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