sexta-feira, 4 de outubro de 2013

CONTINUA O CICLO DAS MENTIRAS DOS IRREVOGÁVEIS MEMBROS DO GOVERNO PSD-CDS-TROIKA-CAVACO-SWAPS


Agora os estrangeiros já querem mandar no Tribunal Constitucional de Portugal. Um país que não respeita uma Constituição de uma Democracia vive em Ditadura. É isso que a Troika quer – impor uma Ditadura em Portugal, neutralizando a Constituição.
Em Portugal, Passos Coelho quer governar em Ditadura, clamando por todo o lado contra o Tribunal Constitucional, numa série de tentativas de o neutralizar.
Na oitava e na nona avaliações do programa da Troika, esta Troika comandada por Berlim, avalia-se a si mesma e aos seus erros, que são considerados coisas certas.
A Troika está a destruir a vida da maioria dos portugueses e já quer impor uma Ditadura em Portugal, através das pressões estrangeiras para tentar a neutralização do Tribunal Constitucional de Portugal.

«E agora vamos falar de coisa nenhuma
por Daniel Oliveira
Para além do facto de a troika se avaliar a si mesma de forma delirantemente positiva e de continuar, como tem feito recorrentemente, a fazer previsões macroeconómicas que nunca se confirmam (é ir olhar para as previsões do passado), pouco ou nada ficámos a saber. Claro que o nosso objetivo era pagar dívidas e devemos cada vez mais. Mas os dois ministros presentes na conferência de imprensa agarram-se à balança comercial (que merece quase um texto à parte, tal a dimensão da aldrabice que nos é vendida) e vê aí a entrada num novo ciclo. Um novo ciclo que já foi anunciado, nos últimos três anos, algumas vezes.

Das negociações com a troika ficámos a saber duas coisas: que a meta do défice fica mesmo nos 4% e que a medida que já se sabia que não ia acontecer (a "TSU das pensões") não acontecerá. Ou seja, tudo na mesma como a lesma. Portas desfez-se em analogias, deu a volta à pista nove vezes e ganhou o penta. O que ainda de novo aí vem, a juntar ao que era provisório e ficou como definitivo e ao que Passos já nos anunciou em maio? Saberemos no Orçamento. Portas fez referências vagas a medidas vagamente bondosas. A única medida concreta que foi referida foram mais cortes na despesa dos ministérios, dando a ideia de que era ali no gabinete dele que se ia cortar, e não, como tem sido, em serviços fundamentais para os cidadãos.

A coisa é tão simpática que até se fica sem perceber porque tentou negociar o governo uma redução de 0,5 nas metas do défice quando, aqui e ali, 4 mil milhões que se têm de cortar já estão garantidos. Tendo em conta que o governo teve de lançar um perdão fiscal para ter receitas extraordinárias e cumprir o défice deste ano, estou seguro que se cumprirá o défice do próximo ano com a concessão do jogo online e uns cortes avulsos. Há, claro, os cortes nas rendas da energia. Só que já perdi a conta às vezes que foi anunciado sem haver maneira de acontecer.



Mas Portas deu-nos uma grande notícia: esta foi a 9º de 12 avaliações. Só faltam três. Com as dificuldades nacionais em matemática, era um anúncio que exigia uma conferência de imprensa. Talvez venha a ser na reta da meta que ele apresentará o famoso guião da reforma do Estado.» (In blog «Arrastão»)


«Convergência da Miséria


Estou fora do país esta semana e literalmente afogada em trabalho, sem tempo para fazer um artigo extenso sobre o tema. Limito-me, as minhas desculpas, a dizer que a convergência das pensões é inaceitável e constitui subtracção – roubo – do salário social dos reformados. A história vai ser assim. Os da função pública irão receber ainda menos do que os do privado se a convergência avançar e depois o Governo virá dizer que os privados estão a receber mais do que o público, tem que se cortar por isso as pensões em nome da convergência. Vai ser este o caminho se não o travamos. Trata-se de um poço sem fundo, convergência da miséria, nada mais, em nome do pagamento de uma dívida que não é nem dívida nem pública, é uma renda fixa e parasitária de um país que precisa desligar o interruptor  e começar, mesmo, de novo.
Deixo-vos aqui a excelente intervenção do Dr. Eugénio Rosa, co autor do nosso livro sobre Trabalho e Segurança Social, no programa Política Mesmo para o qual fomos convidados para falar sobre este tema. Devem andar com o link para a frente para ver a parte em que ele fala sobre este tema ou alguém neste mundo das redes sociais corte por favor as partes deles sobre o tema para fazermos circular. Obrigada. Raquel Varela (coordenadora de A Segurança Social é Sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal, Bertrand, 2013).
PS: Às vezes o link muda de lugar, devem caso queiram ver (o que aconselho) procurar Programa Politica Mesmo, TVI, dia 25 de setembro, vem depois da entrevista a Maria Lurdes de Rodrigues.»
(In blog «5 Dias net»)

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