sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O PERIGOSÍSSIMO IV REICH DE ÂNGELA MERKEL, APOIADO PELO NOVO PÉTAIN FRANÇOIS HOLLANDE

O Reich nacional-europeísta de Ângela Merkel, apoiado pelo novo Pétain chamado François Hollande, produz empobrecimento e fome, a Alemanha em 2013 exporta empobrecimento e desemprego e fome para a Zona Euro.
Este domínio da Zona Euro por Berlim, capital de um país mais pequeno do que a França, do que a Espanha e do que a Suécia, só é possível pela incompetência e pela traição dos governos da Zona Euro, nomeadamente da França, da Itália, da Espanha, da Grécia, de Portugal, da Irlanda e de Chipre. A Alemanha de 2013 tem menos de metade do território que tinha o III Reich de Hitler, só na fronteira Leste recuou mil anos em 1945, para a linha Óder-Neisse do século X.

A Alemanha de 2013 não é um gigante com pés de barro, porque é demasiado pequena. São os traidores de outros países da Zona Euro que dão um poder virtual à Alemanha, virtual, mas muito perigoso. No fim da Guerra do Euro a Zona Euro implodirá…

«Leituras em tempos financeiros



Comparado com a maioria do comentário económico nacional, o que ainda anda entretido com uma discussão moralista sobre uma variável endógena, o défice orçamental, como se este fosse puro produto da força ou fraqueza políticas, o comentário económico do Financial Times, em especial o semanal de Martin Wolf, é perigosamente esquerdista. É notável, mas não surpreendente, que junto de um economista liberal britânico, o melhor defensor da globalização que eu conheço, encontremos hoje mais recursos para defender os interesses da maioria dos que por aqui vivem. No seu artigo de ontem, Wolf volta a insistir num ponto relevante para Portugal: a potência hegemónica da Zona Euro, a Alemanha, também exporta desemprego e bancarrota para as suas periferias e o seu suposto plano de transformar a Europa numa espécie de grande Alemanha é inviável, já que a Zona é demasiado grande para ver o seu crescimento guiado pelas exportações para fora e, de qualquer forma, os eventuais excedentes com o resto do mundo reforçam a tendência do euro para a apreciação, esmagando ainda mais periferias deprimidas por uma austeridade sem fim. Um plano inviável e que só pode ser recusado a partir das periferias, digo eu. O resto são mesmo moralismos orçamentais de quem usa a austeridade permanente inscrita no euro para destruir o Estado social.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

Sem comentários:

Enviar um comentário