quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A CRÍTICA DE CINEMA DA TROIKA E DA NATO


A crítica de cinema em Portugal é de um nível negativo, numa escala de zero a vinte classifico a média dos críticos com seis valores.
O aparelho conceptual usado é o da Troika, de um modo geral:
1)  O cinema é constituído por histórias da carochinha para alienar as pessoas da realidade
2)  As pessoas nos filmes pertencem a classes sociais, mas não se pode falar dessas classes sociais, seria «subversivo»
3)  Muitos críticos parece que não viram mesmo o filme que estão a criticar, porque se põem a falar de outros filmes do mesmo realizador, até de outros realizadores, até de outros filmes de actores e actrizes do filme, falar daquele filme é que não
4)  O cinema é designado por Sétima Arte, e como arte para os neoliberais deve servir para embrutecer e alienar as pessoas da realidade
5)  Os argumentos dos filmes que passam em Portugal são, paradoxalmente, demasiado infantis-violentos, com bandidos que não sabem acertar um tiro e altamente estúpidos e com cenas de alta brutalidade.
6)  O cinema dos Estados Unidos faz a propaganda do regime, embora nem todo, – curioso nestes filmes «os maus têm metralhadoras de alta qualidade, mas não acertam um tiro, muito menos uma rajada». Os «bons» têm uma pontaria afinadíssima.
7)  A tortura da rede Guantánamo e Sucursais é «necessária», e imprescindível.

8)  Aparecer alguém num filme dos Estados Unidos que morra por não ter um seguro de saúde nem pensar.

Muitos críticos de cinema pertencem a uma Divisão dos exércitos do imperialismo colonial-torturador, e demencialmente hipócrita, da NATO.

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