sábado, 24 de agosto de 2013

DO CAIRO A DAMASCO PASSANDO PELO VIETNAME




«Desarrollo de la campaña de propaganda contra Siria


  
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La operación de propaganda sobre un supuesto uso de gas sarín, el 21 de agosto de 2013, por parte del Ejército Árabe Sirio en la periferia de Damasco prosigue ahora con una andanada de declaraciones oficiales, a raíz de las informaciones no confirmadas pero ampliamente difundidas por los medios de prensa.
Basta, sin embargo, con unos pocos segundos para verificar el truco utilizado: las imágenes de video de la masacre del 21 de agosto fueron publicadas en YouTube, a través de la cuenta «Majles Rif», el día anterior, 20 de agosto [1]. La declaración de la AFP, en respuesta a nuestro artículo anterior, de que una de las fotos que esa agencia ha difundido tiene como código la fecha del 21 de agosto, no modifica el hecho que los videos fueron “colgados” en YouTube el día anterior.
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En la propia ciudad de Damasco no se ven animales afectados por gases venenosos, a pesar de que un ataque capaz de matar 1 729 personas, según la última cifra divulgada por el Ejército Sirio Libre, tendría obligatoriamente que haber matado o afectado gravemente gran número de pájaros y otros animales errantes.
Ofrecemos seguidamente un breve listado de actores que participan en esta farsa.
- Laurent Fabius, ministro francés de Relaciones Exteriores;
- John McCain, presidente del International Republican Institute, la rama republicana de la National Endowment for Democracy (NED), órgano del Departemento de Estado a cargo de las acciones legales y públicas de la CIA en el exterior [2];
- Yuval Steinitz, ministro israelí de Inteligencia y Asuntos estratégicos;
- Ahmed Davutoglu, ministro turco de Relaciones Exteriores y Guido Westerwelle, ministro alemán de Relaciones Exteriores;
- Carl Bildt, ministro sueco de Relaciones Exteriores y William Hague, ministro británico de Relaciones Exteriores.
[1] «Gas sarín en Siria: nueva operación de propaganda», Red Voltaire, 22 de agosto de 2013.
[2] «La NED, vitrina legal de la CIA», por Thierry Meyssan, Odnako(Federación Rusa), 6 de octubre de 2010.» (In «Red Voltaire»)

«Agente laranja

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um helicóptero UH-1D espalhando agente laranja em uma floresta na região do delta doMekong (1969).

Aviões espalhando agente laranja (Vietnã).

Grupo de crianças deficientes, a maior parte vítima do Agente Laranja.
Agente laranja é uma mistura de dois herbicidas: o 2,4-D e o 2,4,5-T. Foi usado como desfolhante pelo exército dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. Ambos os constituintes do Agente Laranja tiveram uso na agricultura, principalmente o 2,4-D vendido até hoje em produtos como o Tordon. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: adioxina tetraclorodibenzodioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados norte-americanos.
No período de 1961 a 1971, as tropas americanas aspergiram 80 milhões de litros de herbicidas, que continham 400 quilogramas de dioxina sobre o território vietnamita, de acordo com estatísticas oficiais.
Esse desfolhantes destruiram o habitat natural, deixaram 4,8 milhões de pessoas expostas ao agente laranja e provocaram enfermidades irreversíveis, sobretudo malformações congênitas, câncer e síndromes neurológicas em crianças, mulheres e homens do país.
A Associação de Vítimas Vietnamitas do Agente Laranja (AVVA) organizou um vasto programa cultural destinado a recolher fundos de ajuda aos afetados, na ocasião da data, que contou com o apoio da Televisão Nacional e outras entidades.
Na jornada, foram transmitidos documentários e reportagens sobre a luta por justiça na ação legal contra as empresas americanas fabricantes do tóxico letal, realizados por conhecidos cineastas nacionais e estrangeiros.
Em 1984, uma ação judicial movida por veteranos de guerra norte-americanos contra as companhias químicas fornecedoras do Agente Laranja resultou em um acordo de 93 milhões de dólares em indenizações aos soldados. Esta ação foi arquivada pela seguinte sentença "Não há base legal para qualquer das alegações sob as leis domésticas de qualquer país, nação ou estado ou sob qualquer forma de lei internacional"1

Referências

Ver também[editar]

Ligações externas[editar]

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