sábado, 31 de agosto de 2013

O NEONAZISMO DA NATO


A NATO É A MAIOR AMEAÇA À PAZ MUNDIAL.







A NATO tem uma ideologia imperial-colonial nazi, só que o NAZISMO DA NATO É ANTI-ISLÃO, e pró-judaico.

A NATO mata e esfola como Hitler – Vietname, Iraque, Líbia, Síria… Guantánamo e Sucursais. A NATO é uma organização de Criminosos de Guerra- George W Bush, Hillary Clinton, Obama, Cameron, Sarkozy-Hollande, Ângela Merkel, Durão Barroso, Aznar, Blair…

A NATO é o nazismo alemão reformulado – de anti-judeu passou a anti-árabe, de racista passou a multirracial. O que a NATO fez  e quer fazer é o mesmo que Hitler fazia – orgias de TORTURA,  de sangue e morte…






sexta-feira, 30 de agosto de 2013

AS ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA FORAM LANÇADAS PELA OPOSIÇÃO A ASSAD E VIERAM DO QATAR - CAMERON E OBAMA ENVOLVIDOS NO FORNECIMENTO DAS ARMAS QUÍMICAS AO QATAR




O jornal inglês «The Guardian» revelou que as armas químicas foram lançadas pela oposição anti-Assad.


As televisões e a imprensa lixo tóxico portuguesa, como o jornal do capitalista Belmiro Azevedo mentem com todos os dentes.

SOAM OS TAMBORES DA MORTE IMPERIAIS-COLONIAIS DOS DONOS DO CAMPO DE TORTURA  DE GUANTÁNAMO E SUCURSAIS...







«Reino Unido propõe atacar Assad como "intervenção humanitária"

Devido à pressão política nos países que querem intervir militarmente na Síria, peritos das Nações Unidas vão sair mais cedo do país. Parlamento britânico discute hoje intervenção e EUA devem apresentar provas do uso de químicos por Assad








Os inspectores das Nações Unidas vão continuar a investigar o uso de armas químicas na Síria até amanhã e abandonarão o país no sábado, e apresentar os resultados preliminares da sua investigação nesse dia, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O Reino Unido propõe atacar Assad ao abrigo da doutrina da "intervenção humanitária", a Casa Branca já disse que qualquer acção será limitada.
Inicialmente, os inspectores deveriam deixar a Síria apenas no domingo, e apresentar o seu relatório mais tarde, mas Ban disse ter conversado com o Presidente norte-americano, Barack Obama, na quarta-feira sobre como se poderia tornar o processo mais rápido, numa altura em que o crescendo para uma intervenção militar internacional contra o regime de Bashar al-Assad sofre pressões em sentidos diversos.
Por um lado, os governos dos Estados Unidos, França, Reino Unido ou Alemanha dizem não haver dúvidas de que usou armas químicas contra os seus cidadãos. Mas no Reino Unido, cujo Parlamento vota nesta quinta-feira a autorização para uma intervenção militar com participação britânica, o Partido Trabalhista apresentou uma moção para exigir que seja identificado claramente qual o papel das Nações Unidas nesta acção.
Ontem, os trabalhistas tinham já obrigado o governo conservador de David Cameron a comprometer-se a não avançar com uma acção militar antes de os inspectores das Nações Unidas apresentarem o seu relatório, submetendo-se a um segundo debate e votação na Câmara dos Comuns.  
Antes da votação, o Governo tornou públicos dois documentos, um sobre a o que disse a comissão de informação e serviços secretos sobre a provável autoria do ataque químico e outro sobre a base legal de um ataque à Síria sem aval do Conselho de Segurança da ONU.
Oposição não tem meios
Sobre o ataque de 27 de Agosto em Damasco, a comissão de informação diz: “Um ataque químico ocorreu em Damasco na manhã de 21 de Agosto, resultando em pelo menos 350 mortes. Não é possível que um ataque desta escala tivesse sido levado a cabo pela oposição. O regime usou ataques com armas químicas no passado numa escala semelhante em pelo menos 14 ocasiões. Aqui está alguma informação que sugere a culpabilidade do regime neste ataque. Estes factores fazem com que seja altamente provável que o regime seja responsável.”
O relatório acrescenta ainda que “não há provas credíveis de que qualquer grupo da oposição tenha usado armas químicas”, acrescentando que embora “alguns continuem a procurá-las, nenhum tem actualmente a capacidade de levar a cabo um ataque com armas químicas nesta escala”.
Sobre a questão legal, o Executivo britânico defende que mesmo sem autorização do Conselho de Segurança (que ninguém espera que venha a existir, por causa da oposição da Rússia), é possível levar a cabo um ataque. Explicou a base legal para uma acção neste caso: a doutrina da “intervenção humanitária”.
Seria preciso que se cumprissem três condições: provas credíveis e aceites pela comunidade internacional em geral, de um sofrimento humano em larga escala, precisando de alívio urgente e imediato; que seja objectivamente claro que não há uma alternativa praticável ao uso da força para que sejam salvas vidas; e que o uso da força seja o necessário e proporcional ao objectivo. O Governo defende que todas as condições podem ser cumpridas neste caso.
Espera-se que hoje os Estados Unidos tornem públicas as provas adicionais que dizem ter sobre os ataques químicos de quarta-feira na região de Ghutta, nos arredores de Damasco, que mataram centenas de pessoas e intoxicaram milhares de outras. Segundo o New York Times, poderá fazê-lo de uma forma simples – talvez através de um mero comunicado de imprensa. Tem-se falado nalguns meios de comunicação norte-americanos de comunicações telefónicas sírias interceptadas após o ataque, que discutem o uso de químicos.
“Concluímos que os Governo sírio fez de facto estes ataques”, afirmou o Presidente Barack Obama numa entrevista, divulgada ontem à noite, ao canal de televisão pública norte-americana PBS. Assegurou no entanto que ainda não tomou a decisão final sobre a realização de ataques aéreos contra ataques na Síria. Mas o regime de Assad tem de compreender que as suas acções “têm consequências internacionais”, afirmou.
“Se realmente decidirmos que o uso de armas químicas tem de ter repercussões, o regime de Assad receberá um sinal muito forte de que é melhor não o fazer outra vez”, declarou Obama à PBS.
A Casa Branca veio entretanto dizer que qualquer resposta ao uso de armas químicas na Síria será "limitada", rejeitando comparações com a guerra no Iraque. O porta-voz de Barack Obama acrescentou ainda que o Presidente tomará uma decisão com base em interesses de segurança nacional. (In «Público» net)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

OS SELVAGENS DE GUANTÁNAMO E DAS CARNIFICINAS NO CAIRO

    
Os selvagens da Rede Guantánamo e Sucursais, duas delas na União Europeia, na Polónia e na Roménia, chamados Obama, Ângela Merkel, Hollande, Cameron e respectivos súbditos mafiosos nada estão preocupados coma TORTURA em Guantánamo e nas suas Sucursais. Estes selvagens também nada estão preocupados com as carnificinas da Ditadura militar selvagem do Egipto, que exterminou mais de 500 pessoas num único dia.

Estes selvagens ocidentais nada estão preocupados com as matanças com carros bomba em atentados terroristas em Damasco, realizados pela oposição a Assad. Alguém tem que travar Obama, Ângela Merkel, Hollande e Cameron, nem que seja a Rússia fazendo lançamentos preventivos de mísseis nucleares intercontinentais. Estes selvagens têm que ser ameaçados com mísseis intercontinentais de última geração, portadores de bombas de hidrogénio. Só assim estes selvagens acalmarão e rapidamente, porque uma terceira guerra mundial não lhes agrada. Há que travar o imperial-colonialismo da NATO, nem que seja com bombas atómicas de última geração. Há que travá-los com armas de destruição maciça a sério, para bem da Humanidade. E que tal a meaça de uma bomba de Hidrogénio sobre Berlim, outra sobre Londres e outra sobre Paris? E ameaça de uma chuva de bombas atómicas sobre Washington? Ameaçados, eles recuam.


«O submarino nuclear Tula, da Armada do Norte da Rússia, lançou pela primeira vez, a partir do Mar Branco, um míssil balístico Sineva contra um alvo no Oceano Pacífico, uma acção presenciada pelo presidente russo, Dmitri Medvedev.

"Pela primeira vez na história da Marinha da Rússia, o lançamento foi feito não para o habitual polígono Kura, na Kamtchatka, mas para a região equatorial do Oceano Pacífico. Trata-se de verificar o nível de preparação das forças nucleares navais com o lançamento de um míssil balístico a uma distância aumentada, no quadro das manobras estratégicas Stabilnost-2008", anunciou Igor Digalo, porta-voz da Marinha russa. Segundo o responsável, "todas as medidas de segurança foram respeitadas e foram encerradas à navegação aérea e naval regiões do Oceano Pacífico durante o lançamento do míssil".



"Durante um dos episódios das manobras, realizou-se o lançamento de um míssil intercontinental Sineva de longo alcance. Devido ao êxito do lançamento, foi fixada a distância de 11.547 quilómetros. É o melhor resultado alcançado por um míssil balístico deste tipo", considerou o presidente.» (In «JN» net)





"«A ARTE DA GUERRA»

A nova confrontação militar Leste-Oeste

Barack Obama denuncia a arrogância de Vladimir Putin e os seus tiques de Guerra fria, mas não caberá, talvez, mais aos Russos denunciar o comportamento militar agressivo dos Americanos ? Manlio Dinucci retoma o cerco da Rússia pela Otan.

 | ROMA (ITÁLIA)  
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Desde que Putin ascendeu à presidência, a « retórica anti-americana » aumentou por parte da Rússia, servindo-se de « velhos estereótipos da Guerra fria » : foi o que declarou o presidente Obama, após ter anulado o encontro previsto para Setembro. A gota que fez transbordar o copo foi o asilo, concedido pela Rússia, a Edward Snowden, culpado de ter posto às claras as provas que os serviços secretos americanos espiam (espionam -Br) o mundo inteiro.
Mas, há sobretudo uma outra razão. Moscovo opõe-se ao «escudo anti-míssil », que permitiria aos EUA lançar um first strike (primeiro ataque) nuclear sabendo, de antemão, que poderão neutralizar a resposta. Além do que, Moscovo se opôs depois à ulterior expansão da Otan para leste, e ao plano USA/Otan de destruição da Síria e do Irão, no quadro de uma estratégia que visa a região Ásia/Pacifico.
Tudo isto é percebido em Moscovo como uma tentativa de adquirir uma nítida vantagem estratégica sobre a Rússia (e, além disso, sobre a China). Nada mais portanto, que os « velhos estereótipos da Guerra fria » não é verdade ?
Não parece, visto o programa anunciado pela Otan a 8 de Agosto. Ele prevê « manobras militares mais ambiciosas e frequentes » sobretudo nas regiões encostadas à Rússia. De 25 de Agosto a 5 de Setembro caça-bombardeiros da Otan (incluindo italianos e franceses), com dupla capacidade convencional e nuclear, participarão na Noruega nas manobras «Brilliant Arrow »(Flecha Brilhante, ndT) [1] do Comando aéreo aliado, à cabeça do qual acaba de ser nomeado o general Frank Gorenc, que chefia também as Forças aéreas dos EU na Europa. Depois em Novembro terá lugar o exercício aéreo « Steadfast Jazz »(Música a sério, ndT), que trará evolução de caçabombardeiros da Otan na Polónia, Lituânia e Letónia, junto à fronteira russa. Em Setembro-Outubro navios de guerra da Otan participarão na grande manobra « Brilliant Mariner » (Brilhante Marinheiro, ndT) no mar do Norte e no mar Báltico. Está também previsto o envio de outros navios de guerra da Otan para o mar Negro, onde se tinha desenrolado em Julho as manobras « Sea Breeze 2013 » (Brisa Marinha, ndT), na qual participaram as marinhas de dez países [2], (Itália incluída) (a França esteve presente a título de observadora com o Catar, os Emiratos árabes unidos, e a Líbia), ás ordens do Comandante das Forças navais dos EU na Europa, que comanda simultaneamente a Força conjunta aliada em Nápoles.
Os EUA e os seus aliados, membros da Otan, estão pois em vias de aumentar a pressão militar sobre a Rússia, a qual, evidentemente, não se fica por aquilo que Obama chama de «retórica anti-americana ». Após os EUA terem decidido instalar um « escudo » de misseis até na ilha de Guam, no Pacífico ocidental, o Comando das forças estratégicas russas anunciou estar a caminho de construir um novo míssil de 100 toneladas, «com capacidade para ultrapassar qualquer sistema de defesa antimíssil ». Daqui até ao fim do corrente ano, o Comando efectuará 16 lançamentos experimentais de misseis balísticos intercontinentais de diversos tipos. E o primeiro submarino nuclear da nova classe Borey está já no activo : com o comprimento de 170 metros, capaz de descer a 450 metros de profundidade, armado de misseis Bulava com um raio de acção de 9 000 kms e 10 ogivas nucleares múltiplas independentes, podendo manobrar para evitar os misseis de intercepção. O novo submarino faz parte dos oito que a marinha russa receberá daqui até 2020, (para substituir os precedentes), com 16 submarinos multi-tarefa e 54 unidades de superfície.
Nisto, e não sómente, os médias europeus, em particular os médias italianos campeões de desinformação (em competição cerrada com os Franceses, aliás), praticamente nem piam. Assim, a grande maioria do publico tem a impressão que a guerra só ameaça as regiões « turbulentas », como o Próximo-Oriente e o Norte África, sem se aperceber que a « pacífica » Europa está em vias, de novo, de se tornar, a reboque dos Estados-Unidos, na primeira linha de uma confrontação militar não menos perigosa que a da passada Guerra fria.
Tradução
Alva
[1Site oficial de Brillant Arrow 2013.
[2] Azerbaijão, Bulgária, Canada, Geórgia, Alemanha, Itália, Roménia, Turquia, Ucrânia e Estados-Unidos." (In «Red Voltaire»)