quinta-feira, 11 de julho de 2013

O NEOLIBRALISMO CONTRA A DEMOCRACIA

O fascista praticante Milton Friedman intitulava-se neoliberal, é considerado o principal teórico do neoliberalismo (e também, factualmente, do fascismo latino-americano). Milton Friedman foi assessor pessoal do ladrão, torturador e assassino Pinochet, que num golpe planeado pela CIA contra a Democracia no Chile, derrubou o presidente democraticamente eleito Salvador Allende. Neoliberalismo significa poder absoluto da alta burguesia e proibição da Democracia. Se possível fazer de conta que há democracia, caso não for possível, prender, torturar e assassinar, segundo os métodos de Mussolini e Hitler.
O objectivo final da alta burguesia é roubar, por pura ganância. Para efectuar os roubos ameaças, é preciso meter medo às pessoas, se não resultar prender, torturar e assassinar.

«Milton Friedman (Nova Iorque, 31 de julho de 1921 — São Francisco, 16 de novembro de 2006) foi um dos mais destacados economistas do século XX e um dos mais influentes teóricos do liberalismo econômico. Principal apóstolo da Escola Monetarista e membro da Escola de Chicago, além de defensor do laissez faire e do mercado livre, Friedman foi conselheiro do governo chileno de Augusto Pinochet e muitas de suas ideias foram aplicadas na primeira fase do governo Nixon e em boa parte do governo Ronald Reagan.» (In «Wikipedia»)

«Em 1971, Lewis F. Powell, nomeado juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos por Nixon no ano seguinte, escreveu um memorando ao director da Câmara de Comércio onde apelava a uma contra-revolução operada pelo tecido empresarial sobre o modelo social advindo do New Deal. Nele incitou, entre outras acções, a uma infiltração do poder económico nas decisões políticas para liberalizar os mercados. Para muitos, este momento marcou simbolicamente a ascensão do neoliberalismo. As grandes empresas começaram a financiar os dois principais partidos dos sistema político norte-americano assim como os lóbis e think tanks. Deste modo, conseguiram criar uma relação complexa de interesses entre os decisores políticos, os círculos intelectuais e as corporações económicas de maior dimensão.

Mais recentemente, a JP Morgan redigiu um relatório datado de 28 de Maio de 2013 que ataca o constitucionalismo de países como Portugal. Advoga que se trata de sistemas políticos que impedem reformas estruturais económicas devido a bloqueios como a excessiva protecção aos direitos laborais e o direito ao protesto em relação a mudanças impostas pelo ajustamento europeu em curso.


A questão é: as situações descritas estabelecem alguma relação com a comunicação realizada ontem por Cavaco Silva? Sim, em tudo.» (Frederico Aleixo in blog «5 Dias net»)

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