quarta-feira, 24 de julho de 2013

O EURO É UMA MOEDA FALSA

«A ideia do estabelecimento da moeda única na CEE nasceu já na década de 70. Teve como principais defensores os Economistas Fred Arditti, Neil Dowling, Wim Duisenberg, Robert Mundell, Tommaso Padoa-Schioppa e Robert Tollison. No entanto, só pelo Tratado de Maastricht, de 1992 esta ideia passou da teoria para o Direito. Este tratado foi celebrado pelos doze países que à data faziam parte da CEE. O Reino Unido e a Dinamarca optaram neste tratado por ficar de fora da moeda única. Em teoria os países que aderissem posteriormente à União teriam quem aderir à moeda única. A Suécia aderiu à União em 1995 mas negociou entrar numa fase posterior. Os critérios para adesão à nova moeda única foram estabelecidos pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento de 1997.» (In «Wikipedia»)

Na prática, a União Europeia foi dividida em Estados da Zona Euro e em Estados com moeda própria. A Zona Euro é restrita e ao mesmo tempo é uma grande desgraça.
Não pertencem à Zona Euro a Bulgária, Croácia, Dinamarca, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia, e Suécia.
Ora, a moeda euro foi criada sem um Banco Central verdadeiro, logo a moeda euro é, na prática, uma moeda falsa.
Toda a legislação da moeda euro e do falso «BCE» assenta num conjunto de falsidades  monstruosas. Em primeiro lugar a moeda euro foi criada para possibilitar uma transferência de riqueza das classes médias e das outras abaixo para a alta burguesia.
A legislação da moeda euro e do falso «BCE» constituem Crime Organizado de Estados.
Quem manda na Zona Euro defende a Teologia da austeridade e dos sacrifícios, Teologia essa que está na origem do fascismo salazarista.

«Podem e devem fazer-se esses sacrifícios? Eu reputo-os imprescindíveis; direi mais, eles têm de fazer-se: a nós só compete escolher a forma de fazê-los. (...)
Mas não tenhamos ilusões; as reduções de serviços e despesas importam restrições na vida privada, sofrimentos, portanto. Teremos de sofrer em vencimentos diminuídos, em aumentos de impostos, em carestia de vida. Sacrifícios, e grandes, temos nós já feito até hoje, e infelizmente perdidos para a nossa salvação; façamo-los agora com finalidade definida, integrados em plano de conjunto, e serão sacrifícios salutares.»
António de Oliveira Salazar, 9/6/1928 (Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

Quem manda na Zona Euro defende a privatização de tudo aquilo que dá lucro, quando dá,  e a nacionalização ou socialização dos prejuízos.

«O novo ministro dos negócios estrangeiros ocupou cargos ao mais alto nível no BPN e BPP. Rui Machete foi “durante vários anos do Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a dona do Banco Português de Negócios (BPN)” onde o actual governo já injectou a fundo perdido cerca de 4 mil milhões de euros. Já o novo ministro da economia, Pires de Lima, acaba de chegar com a medalha de, em cinco anos, ter destruído 700 postos de trabalho na UNICER.
Um dos novos nomeados é um “histórico” do BPN. O outro, como se viu, é um patrão dos novos tempos. Com estas nomeações, sai uma mensagem direitinha para os mercados: “Não se assustem com as mudanças, porque nada vai mudar. Nós cá estamos para continuar proteger os grandes interesses e para salvar bancos, e também para continuar a despedir trabalhadores e a embaratecer os salários de quem trabalha.” Espero que tenham tomado boa nota.» (In blog «5 Dias net»)

Alguém imaginar que a Zona Euro pudesse ser governada, normalmente, por pessoas honestas é alta ingenuidade. A essência da Zona Euro é a desonestidade. As pessoas honestas que surjam em governos da Zona Euro terão como prioridade  a crítica à política oficial da Zona Euro. A curto prazo, afundam-se uns países da Zona Euro mais depressa que os outros, mas, a médio prazo, a Zona Euro, se as leis da moeda euro e do falso «BCE» não forem alteradas, substancialmente, será insustentável, implodirá.

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