domingo, 7 de julho de 2013

É PRECISO QUE O GOVERNO PSD-CDS-TROIKA CAIA, URGENTEMENTE


Já não é só a Esquerda que quer eleições antecipadas.
Hoje das 0 à 1 hora, no programa da «SIC Notícias» «O Eixo do Mal» a putativa socialista, a jornalista Clara Ferreira Alves, mas que, na prática, se exprime como neo-salazarista (e teve ligações perigosas aos neoconservadores semi-clandestinos), porque ofende os partidos da Esquerda PS, PCP e Bloco de Esquerda disse que era contra as eleições, porque odeia o povo. Esta putativa socialista defende muito bem a coligação PSD-CDS. Fez até um ataque ad hominem a António José Seguro.
Daniel Oliveira, ex-BE, é o único elemento da Esquerda, de facto, neste programa.
O elemento da Direita portuguesa o jornalista Luís Pedro Nunes diz o que é previsível dizer um elemento da Direita, eles dizem quase todos o mesmo, na qualidade de defensores da alta burguesia.

Pedro Marques Lopes, também elemento do referido programa, que se assume como apoiante do PSD, discorda da facção Passos Coelho.

«Se Miguel Sousa Tavares arriscou ser julgado por ter chamado palhaço a Cavaco Silva, por maioria de razão o Presidente devia ter também denunciado Passos Coelho e Portas ao Ministério Público. Deixar Cavaco falar sobre a solidez do Governo lançando até um desafio aos partidos da oposição para actuarem na Assembleia da República e fazê-lo passar pela cena circense de dar posse a uma ministra quando o Governo já estava em pleno colapso foi um insulto bem maior.

Digamos que o Presidente se pôs a jeito. A derrota colossal da sua estratégia e a humilhação pública a que foi sujeito são da sua inteira responsabilidade. Claro que Passos não se iria maçar a explicar-lhe o que quer que fosse. Claro que Portas nem pensou em avisar Cavaco de que se ia embora. Não aguentou Cavaco todos os disparates da governação? Não se tornou o maior aliado do Governo, prescindindo do seu papel de árbitro do sistema? Não era claro para todos que podia Cristo descer à Terra que Cavaco não destituiria o Governo? Quem não se dá ao respeito acaba sempre por ser desrespeitado. (...)

Mas será que Cavaco está tão cego ou tão aterrado que ainda vai acreditar em quem o traiu de forma tão evidente? Será que não sabe que este Governo não passa dum cadáver e nada nem ninguém o pode ressuscitar? (...) Será que pensa que o povo aceitará que gente que leva a palco este patético espectáculo pode cortar 4700 milhões de euros ou fazer uma reforma de Estado? (...)

Ou então estamos definitivamente sem Presidente da República e Cavaco é apenas um ministro sem pasta.

Pedro Marques Lopes»
(Texto cit. in blog «Entre as brumas da memória»)


«Irrevogável, é a minha decisão de nunca mais demonstrar publicamente qualquer tipo de respeito, nem sequer institucional, por toda esta canalha.
Irrevogável é a intenção de tudo fazer para os sabotar, humilhar, prejudicar, escarnecer, denunciar.

Irrevogável é o asco que me provocam estes “cavacos” e “portas” e “coelhos” e “gaspares” e “marias luís” e “pires”, e “assunções esteves” e “belmiros” e “soares dos santos” e banqueiros e gestores e boys... e a sua colectiva e insolente pouca vergonha... mais a pouca vergonha da horda de comentadores de serviço... mais a pouca vergonha de quem quer que seja que se lhes venha a juntar para viabilizar um governo de respeitinho ao roubo do país, de respeitinho ao memorando, de respeitinho à troika, de respeitinho ao capitalismo selvagem... e, para levantar o nível “literário” recorrendo a José Saramago... de respeitinho à “puta que os pariu”!» (Samuel in blog «Cantigueiro»)

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