segunda-feira, 10 de junho de 2013

O RACISMO NEOCOLONIAL EM PORTUGAL NO SÉCULO XXI


«Daniel Oliveira ultrapassa todas as linhas vermelhas (o Portas vai despedi-lo!) e arroga-se o direito de espreitar capciosamente para dentro da esfera pessoal de familiares de pessoas que têm o inalienável direito à reserva da intimidade da vida privada. Claro que para o esquerdista fingido, isso não conta. O racismo faz-lhe saltar o verniz de democrata. A inveja mostra o seu verdadeiro ser: um filho de ninguém, sem honra nem princípios. (…) Montou tenda no Bloco de Esquerda mas acabou por revelar a sua verdadeira face. Agora anda à procura de quem lhe dê cobertura partidária para continuar a facturar à custa da política.
Os 30 dinheiros que recebe desse lado são reforçados com uns restos dos diamantes de sangue e o magano faz uma vida faustosa, enquanto aqueles que engana estão cada vez mais pobres.» (In «Jornal de Angola»)

Não são apenas os angolanos que detectam o racismo neocolonial que existe em Portugal.
A ideologia do ex-BE Daniel Oliveira tem muito do nacional-socialismo inicial. Raivoso racista-colonialista Daniel Oliveira, nostálgico dos negreiros portugueses que vendiam os angolanos e as angolanas como escravos, gostava de ser ele a enriquecer à custa das riquezas dos angolanos, nunca os angolanos ou as angolanas.

O racismo neocolonial anti-negros dito de «Esquerda» tem muitos adeptos em Portugal. Esta «superioridade moral» dos invasores e conquistadores da Líbia (como no Iraque), ditos e ditas de «Esquerda» é uma fraude. A ideologia é uma coisa que se veste e despe, conforme sopra o vento. Muitos e muitas que passaram pela «Esquerda» são agora neoconservadores e neoliberais, como por exemplo Durão Barroso. A ideologia que cada um ou cada uma proclama ter, às vezes é tão sólida como a ideologia esquerdista que Durão Barroso chegou a proclamar ter.

Daniel Oliveira não sabe ou faz que não sabe que um dos países mais corruptos do Mundo, em 2013, é Portugal. Não sabe ou faz de conta que não sabe que o seu patrão o PSD Pinto Balsemão está ligado à organização criminosa internacional que dá pelo nome de «Grupo de Bilderberg». Não sabe que a SIC, que lhe paga, é financiada com dinheiro dos contribuintes portugueses, como a TVI, visto que num explícito caso de corrupção a RTP está proibida de aceitar livremente publicidade, que corruptamente tem que ceder à SIC e à TVI. Não sabe ou faz que não sabe da ascensão por roubo-extorsão à viúva de Pinto de Magalhães por Belmiro Azevedo na Sonae e a corrupção dos juízes que «legalizaram» tal crime; do roubo feito por António Champalimaud aos próprios irmãos, no chamado caso da herança Sommer, também «legalizado» por juízes corruptos; do caso BPN que envolve altas figuras do PSD; das mafiosas parcerias público-privadas; do caso BANIF; do escandalosíssimo caso da venda do Pavilhão Atlântico, que dava lucro ao Estado de Portugal, por preço criminosamente baixo pelo PSD à família PSD Cavaco Silva, mais concretamente a um indivíduo do PSD casado com uma filha de Cavaco Silva, que nem sequer tinha dinheiro para o comprar mesmo em saldo corrupto, mas o dinheiro apareceu...
Outro curioso exemplo da corrupção em Portugal.

«É uma estória tão curta quanto “grossa”. Poder-se-ia mesmo chamar uma espécie de manual concentrado de nacional-espertismo e canalhice. Senão, vejamos:
Um grupo de herdeiros tinha na sua posse um quadro valioso, propriedade da família havia muito tempo. Ou por desinteresse na obra, ou pela confusão causada por serem 10 os proprietários, ou por necessidade de dinheiro... quiseram vender a peça de arte.
Aí é que a porca torceu o rabo! A obra era protegida, quer dizer, em circunstância alguma poderia sair do país. Logo, nem pensar nas ofertas vindas de colecionadores estrangeiros.
Começa a farsa.
1. Tentaram vender a obra ao estado português... que se declarou desinteressado na coisa.
2. Pediram ao Estado Português que, assim sendo, desprotegesse o quadro, permitindo a sua venda internacionalmente.
3. O Estado português negou liminarmente.
4. Condicionados por esse handicap da proibição da saída do país, decidiram vender por um preço bastante abaixo do valor de mercado internacional, ao espertalhaço dono de tudo o que se mexa... Pais do Amaral.
5. Pais do Amaral fez um telefonemazito para um amigalhaço... e Francisco José Viegas desprotegeu o quadro.



6. Pais do Amaral vende o quadro no estrangeiro, por uma pequena fortuna, ganhando uma pipa de massa com um telefonema e, claro, a verdadeira burla em que caíram os anteriores proprietários.
Ao que parece, segundo dizem os espertalhaços... tudo se passou dentro da maior legalidade...

Grande país!!!

PUBLICADA POR SAMUEL ÀS 16:00 15 COMENTÁRIOS   HIPERLIGAÇÕES PARA ESTA MENSAGEM
ETIQUETAS: ALDRABICE, GRANDES CABEÇAS, VIGARISTAS» (In blog «Cantigueiro»)

Miguel Sousa Tavares em todas as televisões, nos jornais e revistas, atacou violentamente os que o acusaram de plágio, pelo facto de terem sido copiadas frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté», de  Dominique Lapierre e Larry Collins, para o livro «Equador».
Este caso chegou a ir a julgamento. As pessoas que Miguel Sousa Tavares acusou, cujos nomes não foram divulgados, foram julgadas e, OBVIAMENTE, absolvidas. Mais, o Tribunal decidiu que os leitores deviam ler estes dois livros e avaliarem, por si, se houve ou não plágio.
OBVIAMENTE, QUE A DECISÃO DO TRIBUNAL NÃO FOI DIVULGADA PELAS TAIS TELEVISÕES. TAMBÉM NÃO FOI DIVULGADA PELAS REVISTAS, NEM PELOS JORNAIS DE MAIOR AUDIÊNCIA.

Uma das características deste racismo é o conceito dois pesos duas medidas. O PS João Soares, o PSD Rui Gomes da Silva e o CDS Nogueira de Brito entraram ilegalmente em Angola, com a ajuda dos seus amigos do regime monstruoso do Apartheid da África do Sul. Estes políticos atribuíram a si próprios o direito de entrarem em Angola, ilegalmente, com o apoio directo dos seus compadres ideológicos do regime monstruoso do Apartheid da África do Sul.

Há mais racistas em Portugal.

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