sábado, 1 de junho de 2013

MANIFESTAÇÕES CONTRA A TROIKA COORDENADAS A NÍVEL EUROPEU


Por um lado há maior coordenação a nível europeu nas manifestações contra a austeridade desastrosa e, a médio prazo, suicidária para a Zona Euro e para a própria União Europeia.
Em Portugal, globalmente, há menos gente a manifestar-se. O que o governo de traidores quer é a impunidade, e, para já, continua impune.

«Dezenas de cidades portuguesas aderiram ao protesto europeu do movimento "Povos Unidos contra a 'troika'. Realizada em 102 cidades europeias de 18 países, a manifestação visava contestar as políticas que se têm desenvolvido nos países onde a 'troika' do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional tem intervenção.

Milhares de manifestantes desfilaram desde Entrecampos até à Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, para mostrar com o protesto "um cartão vermelho à política 'troikista'", segundo um manifesto lido no final do protesto por um dos signatários do movimento 'Que se Lixe a Troika', que dinamizou em Portugal a manifestação europeia.


"FMI fora daqui", "'Troika' escuta, o povo está em luta" e "Fora daqui, a fome, a miséria e o FMI" foram as palavras de ordem quem mais se ouviram dos manifestantes ao passarem junto ao escritório do FMI, na Avenida da República, onde também se cantou, de novo, a canção "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso.
Com palavras de ordem, como "Passos, Portas e Cavaco, farinha do mesmo saco" e "Palhaço escuta, o povo está em luta", os manifestantes em Lisboa pediram a demissão do Governo e exigiram a saída da 'troika' de vários países europeus, criticando os resultados do "capitalismo selvagem na Europa", como a pobreza, o desemprego, a exclusão social, as perdas de direitos ou os suicídios.

No Porto


O pedido de demissão do Governo e um apelo à greve geral convocada para o dia 27 marcaram hoje as palavras de ordem proferidas na manifestação contra a 'troika' que decorreu no Porto. Mais de mil manifestantes desceram a rua dos Clérigos e concentraram-se junto à estátua de Almeida Garrett, na praça General Humberto Delgado, na baixa da cidade, entoando "demissão, demissão" e "greve geral". Com megafone na mão, vários elementos do movimento "Que se lixe a troika" repetiram ao longo de todo o percurso "viva, viva, viva a greve geral", marcada pela CGTP.» (In «DN» net)

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