quarta-feira, 19 de junho de 2013

O OVO DA SERPENTE OU O INÍCIO DA CORRUPÇÃO


A JSD é uma Escola de Corrupção. Os elementos desta organização ascendem a empregos pelo regime de compadrio, sem mérito, sem competência, sem consciência moral e ética. Alguns e algumas tornaram-se assessores e assessoras de governantes e, em 2012, receberam o subsídio de férias e o subsídio de Natal.

«Para Mário Nogueira, esta é "uma situação muito diferente daquela que existe, por exemplo, na Assembleia da República, nomeadamente entre os deputados da JSD que nunca fizeram nada da vida e quando começam nos seus empregos políticos têm imediatamente o salário de deputados. Ou seja, nunca poderiam ter o salário daquilo que é o seu emprego porque nunca tiveram o seu emprego, verdade se diga".» (In jornal «i» net)


«Ameaças à democracia

«Os oito deputados da JSD - um bando de inúteis que nunca fizeram outra coisa na vida a não ser mamar na teta do partido e dos contribuintes - entregaram hoje um requerimento ao Ministério da Educação perguntando quantos sindicatos existem no sector da Educação e qual o valor transferido do Orçamento para os sindicatos. Esta tentiva de pressão sobre os sindicatos não é de agora. Já se tornou mesmo uma marca deste Governo - começou com a propaganda contra os sindicatos de estivadores e dos transportes e culminou com a ameaça de alteração da lei da greve depois de ter perdido a batalha com a FENPROF. Mário Nogueira respondeu à altura a este requerimento proto-fascista - os sindicatos da educação vivem das quotas dos sindicalizados e os seus dirigentes recebem um ordenado pelo seu trabalho.


Na realidade, a falta de cultura democrática de Hugo Soares, líder da JSD, não é diferente dos desvios à Constituição e à lei ensaiados por outro antigo líder da JSD, Pedro Passos Coelho. Esta direita revanchista não ignora apenas as regras democráticas; subverte-as, desdenhando e insultando o Estado de Direito, porque não tem qualquer respeito pelo sistema democrático. Os inúteis da JSD são a vanguarda deste revanchismo ignorante. Apenas isso.» (Sérgio Lavos in blog «Arrastão»)

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