sábado, 15 de junho de 2013

ATAQUE VIOLENTO DO GOVERNO PSD-CDS-TROIKA-CAVACO AOS PROFESSORES E À QUALIDADE DO ENSINO ESTATATAL


O governo de traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco está a arruinar Portugal.
Pelo menos, estes bandidos deixarão o poder em 2015.
Mas é urgente fazer cair este governo de bandidos antes de 2015.
Eles estão a destruir Portugal.
Os funcionários públicos estão debaixo de violento ataque, nomeadamente os professores.
Os professores resistem.

Segunda-feira há greve dos professores aos exames do 12 º ano.



«A Greve dos Professores e os “Nacional-tótós”

A greve dos professores convocada para dias de exame tem dado que falar. Uma das principais razões prende-se com o facto desta greve não ser apenas um ritual simbólico. Pelo contrário, esta greve causa um considerável impacto no terreno e afecta no concreto a vida de muita gente e o funcionamento das escolas. É assim mesmo que deve ser.

Acontece que o governo e seus lacaios têm movido uma campanha demagógica em que se acusam os sindicatos e os grevistas de “maltratarem as criancinhas”… É fantástico ver essa corja a guinchar por tudo quanto é canto e a rasgar as vestes “pelas pobres criancinhas que estão a ser tão atacadas, usadas e maltratadas por esses malfeitores dos sindicatos”.

Um governo de sociopatas que tem destruído a escola pública e os serviços públicos, que tem arrasado a economia e a sociedade portuguesa. Um governo responsável pela desestruturação de um número enorme de famílias, por via do desemprego, das falências galopantes ou da emigração forçada. Um governo que irá prosseguir com todos os ataques e pretende permanecer no seu rumo. Um governo reiteradamente fora-da-lei, como agora mais uma vez se vê com o não pagamento dos subsídios. Um governo responsável pelo aumento da pobreza e fome infantil. Ora, esse mesmo governo e seus lacaios, ousa agora acusar os sindicatos de atacar “as criançinhas”…

Obviamente que o governo e seus lacaios estão-se a marimbar para a sorte das “criancinhas”, o problema deles é outro. A questão é que aqui está uma luta e um sector onde se pode organizar alguma resistência efectiva às suas políticas. Que certos fascistas-no-armário sigam a retórica governamental, nem outra coisa se esperaria. Pena é que certos sectores que se dizem contra o governo alinhem nesta demagogia… Um exemplo destas atitudes, que denomino de “Nacional-tótó”, pode ser encontrada aqui: “Por muito que discorde deste governo, neste caso concordo com Nuno Crato e com Passos Coelho.”


Assim é o “Nacional-tótó”, diz que é contra o governo, mas opõe-se a formas de luta que ponham em causa o governo. Diz que a greve é um direito, mas se a luta for para lá do simbólico é logo uma “irresponsabilidade”. Por vezes o “nacional-tótó” até afirma que este é um governo fora-da-lei, chega ao ponto de dizer que “Professores e outros funcionários públicos, os cidadãos em geral, têm muitíssimas razões para fazerem greve, geral total e absoluta.“. Mas agir em conformidade com essas declarações, tá quieto… Ou seja, no abstracto o “nacional-tótó” é a favor de greves totais e absolutas, é de um radicalidade extrema, mas quando é confrontado no concreto com uma luta que causa alguma perturbação, por mínima que seja, põe-se logo do lado do status quo…» (In blog «5 Dias net»)


«Considero ignóbil a convocação de uma greve de professores para o primeiro dia de exames nacionais. É como se os médicos decidissem fazer greves às urgências hospitalares. Incompreensível, indigno, inaceitável».
Francisco Assis, Público, 23/5/2013 (Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

Francisco Assis representa ala mais à Direita do PS, é intelectualmente muito limitado, não deve saber o que significa a palavra ignóbil. Deduz-se do texto de Assis que se os professores fizerem greve os alunos vão morrer, por falta de assistência médica. Como chamará ao curriculum de enriquecimento opaco de Mesquita Machado e respectiva família em Braga?

«Não contesto que as greves, por natureza, causem incómodos a outrem — ou não fariam sentido. Mas há limites para tudo. Limites de brio profissional: um cirurgião não resolve entrar em greve quando recebe um doente já anestesiado pronto para a operação; um controlador aéreo não entra em greve quando tem um avião a fazer-se à pista; um bombeiro não entra em greve quando há um incêndio para apagar. (...) Paciência, é isto que eu penso: esta greve dos professores aos exames, por muitas razões que possam ter, é inadmissível.
Miguel Sousa Tavares, Expresso, 15/6/2013»

Não leio o jornal ‘oficioso’ do PSD chamado «Expresso», recolhi a citação no blog «Entre as brumas da memória»


Miguel Sousa Tavares copiou frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté» para o livro «Equador», fez plágio, e eu não acho que plágio seja honestidade. Um plagiador a dar lições de moral a professores é interessante.

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