sexta-feira, 7 de junho de 2013

DANIEL OLIVEIRA OU O NACIONAL-SOCIALISMO À PORTUGUESA

A ideologia do ex-BE Daniel Oliveira tem muito do nacional-socialismo inicial. Raivoso racista-colonialista Daniel Oliveira, nostálgico dos negreiros portugueses que vendiam os angolanos e as angolanas como escravos, gostava de ser ele a enriquecer à custa das riquezas dos angolanos, nunca os angolanos ou as angolanas.

O racismo neocolonial anti-negros dito de «Esquerda» tem muitos adeptos em Portugal. Esta «superioridade moral» dos invasores e conquistadores da Líbia (como no Iraque) , ditos e ditas de «Esquerda» é uma fraude. A ideologia é uma coisa que se veste e despe, conforme sopra o vento. Muitos e muitas que passaram pela «Esquerda» são agora neoconservadores e neoliberais, como por exemplo Durão Barroso. A ideologia que cada um ou cada uma proclama ter, às vezes é tão sólida como a ideologia esquerdista que Durão Barroso chegou a proclamar ter.

Daniel Oliveira não sabe ou faz que não sabe que um dos países mais corruptos do Mundo, em 2013, é Portugal. Não sabe ou faz de conta que não sabe que o seu patrão o PSD Pinto Balsemão está ligado à organização criminosa internacional que dá pelo nome de «Grupo de Bilderberg». Não sabe que a SIC, que lhe paga, é financiada com dinheiro dos contribuintes portugueses, como a TVI, visto que num explícito caso de corrupção a RTP está proibida de aceitar livremente publicidade, que corruptamente tem que ceder à SIC e à TVI. Não sabe ou faz que não sabe da ascensão por roubo-extorsão à viúva de Pinto de Magalhães por Belmiro Azevedo na Sonae e a corrupção dos juízes que «legalizaram» tal crime; do roubo feito por António Champalimaud aos próprios irmãos, no chamado caso da herança Sommer, também «legalizado» por juízes corruptos; do caso BPN que envolve altas figuras do PSD; das mafiosas parcerias público-privadas; do caso BANIF; do escandalosíssimo caso da venda do Pavilhão Atlântico, que dava lucro ao Estado de Portugal, por preço criminosamente baixo pelo PSD à família PSD Cavaco Silva, mais concretamente a um indivíduo do PSD casado com uma filha de Cavaco Silva, que nem sequer tinha dinheiro para o comprar mesmo em saldo corrupto, mas o dinheiro apareceu...


Outro curioso exemplo da corrupção em Portugal.

«É uma estória tão curta quanto “grossa”. Poder-se-ia mesmo chamar uma espécie de manual concentrado de nacional-espertismo e canalhice. Senão, vejamos:
Um grupo de herdeiros tinha na sua posse um quadro valioso, propriedade da família havia muito tempo. Ou por desinteresse na obra, ou pela confusão causada por serem 10 os proprietários, ou por necessidade de dinheiro... quiseram vender a peça de arte.
Aí é que a porca torceu o rabo! A obra era protegida, quer dizer, em circunstância alguma poderia sair do país. Logo, nem pensar nas ofertas vindas de colecionadores estrangeiros.
Começa a farsa.
1. Tentaram vender a obra ao estado português... que se declarou desinteressado na coisa.
2. Pediram ao Estado Português que, assim sendo, desprotegesse o quadro, permitindo a sua venda internacionalmente.
3. O Estado português negou liminarmente.
4. Condicionados por esse handicap da proibição da saída do país, decidiram vender por um preço bastante abaixo do valor de mercado internacional, ao espertalhaço dono de tudo o que se mexa... Pais do Amaral.
5. Pais do Amaral fez um telefonemazito para um amigalhaço... e Francisco José Viegas desprotegeu o quadro.


6. Pais do Amaral vende o quadro no estrangeiro, por uma pequena fortuna, ganhando uma pipa de massa com um telefonema e, claro, a verdadeira burla em que caíram os anteriores proprietários.
Ao que parece, segundo dizem os espertalhaços... tudo se passou dentro da maior legalidade...

Grande país!!!

PUBLICADA POR SAMUEL ÀS 16:00 15 COMENTÁRIOS   HIPERLIGAÇÕES PARA ESTA MENSAGEM
ETIQUETAS: ALDRABICE, GRANDES CABEÇAS, VIGARISTAS» (In blog «Cantigueiro»)

E agora pergunto directamente ao Daniel Oliveira quando publica este caso de corrupção do seu compadre do Expresso Miguel Sousa Tavares.


Os jornalistas portugueses, especialmente os das televisões, são especializados em ocultar as verdades inconvenientes, para os seus patrões e administradores, e para outros colegas jornalistas  e comentadores de televisão.
Há tempos escrevi o que se segue e que continua actual.


Enquanto estive a ouvir o moralismo de Miguel Sousa Tavares, lembrei-me de um «post» que tinha publicado sobre ele.

A RTP, a SIC e a TVI, que tanto criticam a Censura na Coreia do Norte, também fazem Censura, tipo Coreia do Norte. Fazem censura omitindo factos relevantes e depois mentem de má-fé como tem sido no caso de cópia, irrefutavelmente comprovada, de frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté», por Miguel Sousa Tavares, para o livro «Equador». Que grande copianço, que grande plágio, do «moralista» Miguel Sousa Tavares. Parece que estamos na Coreia do Norte, porque a verdade sobre este estranho caso não pode ser divulgada.
Estive a ver o programa da «SIC Notícias» «Conversas Improváveis», às 23 horas, enquanto preparava este «post», em que participou o «moralista» Miguel Sousa Tavares e Francisco Louçã. Nesse programa insinuou-se, claramente, que Miguel Sousa Tavares não praticou plágio. Mas copiou parte de um livro como podemos ver neste blog. Mentir, mentir, mentir.


Uma curiosidade da Censura que é praticada em Portugal é que é Estatal e Privada.
Há várias Comissões de Censura Estatal com nomes complicados, para darem a entender que praticam a Censura, em nome da «Liberdade», isto é, da Liberdade de Praticar a Censura.
Mas, hoje vamos tratar das Censuras de Tipo Feudal, isto é, das Censuras Privadas.

Quem lê os «media» tradicionais portugueses fica com a ideia de que os autores do livro «Cette Nuit la Liberté» fizeram grande copianço, pelo livro «Equador».
Neste caso de copianço ganha relevo especial a questão dos frangos.
Pelos vistos «Cette Nuit la Liberté» copia por «Equador» a questão dos frangos, sem especificar se os frangos são ou não frangos de aviário.
Ficámos a saber, que as Armas de Destruição Maciça do Iraque eram para destruir os frangos de aviário de «Sir Bhupinder Singh, chamado “ O Magnífico”, sétimo marajá de Patiala».






«Lord Mountbatten savait porquoi il avait été rappelé à Londres. Depuis qu’il avait quitté son commandement suprême interalliédu Sud-Est asiatique, il avait solvente répondu à l’invitation du Premier ministre soucieux de recueillir son avis dans les affaires concernant cette partie du monde. Au cours de la dernière visite, l’interêt de Clement Attlee s’était cepandant concentre suru n pays qui n’avait pas appartenu au théâtre d’ópérations sous son autorité, les Indes. Mountbatten avait tout à coup ressenti
“une impression très désagréable”. Sa prémonotion s’était montrée justifiée. Attlee avait en effet l’intention de le nomer vice-roi des Indes, de lui le donner ainsi le poste le plus élevé de l’Empire, la prestigieuse fonction d’une longue ligné d’Anglais qui avait présidé aux destinées d’un cinquième du genre humain. Mais ce n’était pas pour gouverner l’Empire des Indes que Clement Attlee avait choisi Louis Mounbatten. C’était por accomplir la mission la plus douloureuse dont pouvait s’acquitter un Britannique, organiser le retrait de l’Angleterre des Indes.
Ce prestigieux amiral de sang royal ne souhaitait pour rien au monde se voir confie cette tâche d’exécuteur. Dans le naif espoir d’obliger Attlee à renoncer à sa nomination, il avait subordonné son acceptation à tout un éventail d’exigences allant»
(page 22)


«Le seigneur incontesté des plaisirs de la chasse et de la chair avait été le père du chancelier de la Chambre des princes, Sir Bhupinder Singh, dit “Le Magnifique”, septième maharaja de Patiala. Avec sa stature colossale, ses cent trinte Kilos, ses moustaches relevées comme les cornes d’un taureau brave, sa splendide barbe noire, soigneusement enroulée et noué derrrière le cou à la vraie mode des Sikhs, ses lèvres sensuelles et l’arrogance de son regard, il paraissait être tombé d’une gravure mogole. Pour le monde de l’entre-deux-guerres, Sir Bhupinder incarna toute la splendeur des maharajas des Indes. Son appétit était tel qu’il pouvait avaler sans effort vingt kilos de nourriture chaque jour. Il dévorait volontiers deux ou trois poulets à l’heure du thé. Il adorait le polo et, galopant à la tête de ses “Tigres de Patiala”, il avait remporté sur tous les terrains du globe des trophées qui emplissaient son palais. Pour permettre ses prouesses, ses écuries abritaient cinq cents des plus beaux spécimens de la race chevaline.»
(page 238)












Miguel Sousa Tavares em todas as televisões, nos jornais e revistas, atacou violentamente os que o acusaram de plágio.
Este caso chegou a ir a julgamento. As pessoas que Miguel Sousa Tavares acusou, cujos nomes não foram divulgados, foram julgadas e, OBVIAMENTE, absolvidas. Mais, o Tribunal decidiu que os leitores deviam ler estes dois livros e avaliarem, por si, se houve ou não plágio.
OBVIAMENTE, QUE A DECISÃO DO TRIBUNAL NÃO FOI DIVULGADA PELAS TAIS TELEVISÕES. TAMBÉM NÃO FOI DIVULGADA PELAS REVISTAS, NEM PELOS JORNAIS DE MAIOR AUDIÊNCIA.

Observação: Quem não sabe francês tem que seleccionar e copiar os textos em francês primeiro e depois usar o «Google tradutor».
Se usar o «Google translate» do blog ele não é perfeito. Se seleccionar língua portuguesa nada traduz, dizendo que o blog já está na língua portuguesa. Se traduzir para inglês ou espanhol (castelhano) ou outra língua, só traduz o que está na língua portuguesa, deixando o que está em francês, na mesma, isto é, na língua francesa.
Por outro lado o «Google Tradutor» não traduz textos fotografados, que são editados através de imagens.

Sem comentários:

Enviar um comentário