domingo, 16 de junho de 2013

A CRISE DA ZONA EURO AVANÇA


A crise da Zona Euro é a Guerra do Euro.
A Alemanha já destruiu a Europa por duas vezes no século XX. Pagou caro por isso.
Agora a Alemanha está a destruir a Europa pela terceira vez. Neste momento a Alemanha tem ganho muito dinheiro com a crise da Zona Euro, devido aos governos de traidores à frente de muitos países que têm a moeda euro.

É tudo uma questão de tempo, ou os outros países da Zona Euro como maior PIB, como a França e a Itália e a Espanha, fazem frente à Alemanha e a Alemanha cede ou a Zona Euro implode.
A Guerra do Euro já deu origem a comportamentos fascizantes, de que o melhor exemplo é o fecho da televisão do Estado na Grécia.


Tempos fascizantes
«Ao longo dos anos tenho vindo a utilizar com todos os pruridos a comparação entre a realidade presente e o Fascismo. É bom não esquecer que num regime fascista este texto não seria publicado ou que este autor, muito provavelmente, não estaria a escrevê-lo em liberdade. Contudo, olho à minha volta e diferentes momentos da semana fazem adivinhar um negro destino que paira sobre nós.
Na Turquia o protesto local contra a construção de um centro comercial desencadeou uma guerra civil. Milhares dão o corpo às balas (literalmente) para derrubar mais um ditador protegido pela NATO. Quem duvidar do estado de excepção, basta ver alguns vídeos que circulam pela internet, as imagens da prisão dos advogados que se voluntariavam para defender os manifestantes ou saber das multas aplicadas aos canais de televisão que transmitem os protestos. Ao invés, na Grécia, do dia para a noite o primeiro ministro decidiu encerrar a televisão pública e lançar no desemprego mais uns milhares de trabalhadores.
A nuvem negra do fascismo paira novamente sobre a Europa. E Portugal está no pelotão da frente.
O que dizer de um governo que recorre a dispositivos ilegais para condicionar o direito à greve de professores? O que dizer de um ministro que, do dia para a noite, decreta a suspensão do pagamento dos subsídios dos funcionários públicos? O que dizer da morte de “Mucho” depois de 15 dias em coma por ter sido espancado pela polícia num bairro da Damaia? O que dizer de uma justiça que condena em dois dias quem manda trabalhar o Presidente da República e que lhe diz na cara que está farto de ser roubado ao mesmo tempo que ignora, iliba ou adia decisões em todos os casos que envolvem as figuras poderosas do regime? O que dizer dos 25% de cidadãos residentes em Portugal que vive abaixo dos limiares de pobreza?
Os sinais de tempestade estão todos aí.» (Tiago Mota Saraiva in blog «5 Dias net»)


Quando as coisas vão pelo caminho do fascismo acabam mal, acabam mesmo mal.


Mussolini, a amante Clara Petacci e outros membros da elite fascista, pendurados, depois de fuzilados, numa Praça de Milão


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