sábado, 25 de maio de 2013

FOME, TRABALHO ESCRAVO E CORRUPÇÃO NA ZONA EURO


O objectivo último da Direita é maximizar os lucros do capital e no lado do Trabalho colocar a fome e o trabalho escravo.
A crise da Zona Euro foi uma grande oportunidade para a alta burguesia e para o nacionalismo alemão.
A Direita quer a fome no lado do Trabalho, o que já foi conseguido na Zona Euro e o trabalho escravo. Já há casos de trabalho a ser pago com comida. No Império Romano, os donos dos escravos eram obrigados a alimentá-los. Trabalhar por comida é a condição de escravo.
A crise da Zona Euro tem dado origem a uma colossal transferência de riqueza das classes médias e das outras abaixo para a alta burguesia.
A arquitectura legislativa da Zona Euro, da moeda euro e do falso «Banco Central Europeu» significa que a Zona Euro foi capturada pela alta burguesia financeira e pelo nacionalismo alemão, já derrotado em duas guerras mundiais.
Em condições normais, o falso «BCE» não pode emprestar dinheiro directamente aos Estados, mas é obrigado a emprestar dinheiro a 1% de juros ou menos aos bancos privados, para estes emprestarem esse mesmo dinheiro aos Estados a 7%, como já aconteceu com a Itália. Em última análise o falso «BCE» é um banco privado.
Portugal entrou para a União Europeia quando se dizia que a União Europeia existia para melhorar a qualidade de vida da maioria da população dos Estados membros com vantagens e desvantagens para todos os estados membros. E Portugal entrou para a Zona Euro para melhorara a qualidade de vida da maioria dos seus habitantes.
Surgiu a primeira crise, e a União Europeia inicial desmoronou-se como um castelo de cartas, a ajuda mútua entre os Estados membros foi substituída por uma política imperial dirigida por Berlim.
A Grécia, Portugal, a Irlanda, a Espanha, a Itália e a França são Estados governados por traidores que se ajoelham diante de quem manda em Berlim.
Esta situação de transformar a União Europeia no IV Império Alemão não pode durar muito tempo. Por este caminho a Zona Euro vai implodir.
Em Portugal o governo de traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco vê nesta crise uma oportunidade. Tem feito uma colossal transferência de riqueza para a alta burguesia, enquanto destrói a estrutura da sociedade. Este governo de traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco criminalizou a honestidade. Acabou com a transparência onde ela existia. Um exemplo, o canalha do Nuno Crato, legalizou a corrupção nos concursos para professores. Antes deste governo de corruptos havia dirigentes das Escolas do Estado que viciavam os concursos de professores, para, ilegalmente, colocarem familiares, amigos pessoais ou colegas de partido. Era ilegal e os professores prejudicados pelo compadrio podiam recorrer e impor a transparência. O corrupto Nuno Crato instituiu a corrupção ao proibir a transparência nos concursos de professores, inventando uma entrevista obrigatória que legalizou o compadrio-corrupção, proibindo a honestidade nos concursos para professores.


As «offshores mundiais escondem 14 biliões de euros»
«Dois terços do dinheiro em paraísos fiscais - 9,5 biliões de euros -, tem origem na União Europeia.» (In jornal «Público» net)

A mega-corrupção é legal, são as offshores. A União Europeia é o paraíso dos capitalistas offshore e impõe através da Troika, o mega-desemprego, a fome e o trabalho escravo.

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