quinta-feira, 30 de maio de 2013

AMIZADE FRANCO - ALEMÃ E SELVAJARIA EUROPEIA


François Hollande é um traidor, que faz várias traições ao mesmo tempo. Em primeiro lugar traiu os eleitores que o elegeram para fazer frente à Ditadura da Alemanha na Zona Euro. Hollande obedece a Berlim como obedeceram Pétain e Sarkozy.
Hollande traiu a ideologia socialista ao criminalizar as políticas inspiradas em Keynes, quando assinou o limite do défice para 3%. Por que não 4%, ou 5%, ao 6% ou 7%? Este número 3% é pura superstição, é apenas superstição, é um mito, tão verdadeiro como os deuses da Grécia Antiga.
Não sou de opinião de que a Civilização Europeia seja um modelo de respeito pelos Direitos Humanos, no caso específico da classe política do poder. Os Direitos Humanos na Europa são exteriores à classe política do poder. O apogeu ético e moral da Civilização Europeia, relativamente à classe política do poder, em minha opinião, foi o nacional-socialismo alemão ou nazismo. A Guerra Colonial da França contra a Argélia guiou-se, do lado da França, pelos valores de Auschwitz. O genocídio de homens, mulheres e crianças em Hiroxima e Nagasáki guiou-se pelos valores de Auschwitz. O início da Guerra da Jugoslávia pela dupla Alemanha-Croácia foi o regresso ao nazismo, com o consentimento dos Estados Unidos. A entrada da Ditadura Fascista de Salazar para a NATO, é uma prova de que a NATO, nunca teve como objectivo a defesa da Democracia, surgindo como prémio para Salazar, por ter entrado na II Guerra Mundial do lado de Hitler, mas, exclusivamente, na Divisão Azul da Wehrmacht, que só combateu contra a Rússia/União Soviética.
A invasão do Iraque é o regresso à ética de Auschwitz, atrás de cómicas e trágicas Armas de Destruição Maciça Imaginárias. A invasão e conquista da Líbia pela NATO é a continuação da invasão do Iraque.
A invasão da Síria pelos terroristas sedeados em Londres é a continuação da invasão do Iraque.
Guantánamo e a sua rede guiam-se pelos padrões éticos e morais de Auschwitz.
No apoio aos terroristas que invadiram a Síria, a França e a Inglaterra ainda conseguem ser piores do que os Estados Unidos.
O traidor Hollande, ainda por cima, é humilhado pelos seus patrões alemães.

«Um dirigente do partido da chanceler alemã Angela Merkel criticou hoje o Presidente francês, François Hollande, considerando "desapropriada" a crítica que dirigiu à Comissão Europeia.

"A crítica de Hollande é desapropriada", declarou Andreas Schockenhoff, vice-presidente do grupo parlamentar dos conservadores (CDU/CSU), num comunicado divulgado pela AFP pouco antes do encontro, em Paris, entre a líder alemã e o chefe do Estado francês.
"A reação de Hollande mostra o desespero considerável do seu Governo, que um ano após a sua chegada ao poder ainda não conseguiu encontrar respostas eficazes para os problemas económicos e financeiros do seu país", acrescentou Shockenhoff, que no Bundestag, Parlamento alemão, preside à comissão de amizade franco-alemã.
Na quarta-feira, François Hollande, socialista, declarou que "a Comissão [Eruopeia] não tem que ditar" à França o que ela "tem que fazer", depois de Bruxelas ter instado Paris a iniciar uma reforma das pensões a partir já deste ano.
"A crítica violenta do Presidente francês contradiz o espírito e os textos dos acordos e dos tratados europeus (...) Quem quer que fale assim abala os fundamentos da UE", acrescentou Schockenhoff, no mesmo comunicado.
Numa entrevista ao jornal alemão 'Rheinische Post', hoje publicada, o bávaro Manfred Weber (da CSU, a congénere bávara da CDU de Merkel), afirmou: "Hollande nem sempre compreendeu que não está sozinho na terra. Cabe-lhe a ele fazer o seu trabalho para fazer face aos problemas estruturais da França em vez de procurar culpar Berlim ou Bruxelas".» (In «DN» net)

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