sexta-feira, 31 de maio de 2013

A INQUISIÇÃO CATÓLICA NA AMÉRICA LATINA


Há países que incorporaram na sua legislação os princípios monstruosos da Inquisição Católica.

A Inquisição Católica é um aborto, é uma aberração, no século XXI. A Igreja Católica é dirigida por monstros, por homens com uma moral igual à de Auschwitz, duma crueldade absoluta, de uma desumanidade absoluta. A Igreja Católica, chega ao ponto de «proibir» o uso de preservativos, sendo responsável pela morte lenta de muitos homens e mulheres em África, com SIDA, que foram aconselhados a não usarem preservativo. A igreja Católica é dirigida por monstros que dizem obedecer a um Deus, que simplesmente não existe. Para muitas pessoas o Deus dos católicos é tão verdadeiro como o Apolo da mitologia greco-romana.
A Inquisição Católica,  está em vigor na Irlanda e na América Latina e produz crimes legais monstruosos, como o narrado a seguir.

«Uma jovem salvadorenha doente de lúpus e grávida de um feto sem cérebro foi proibida pela justiça de El Salvador de interromper a gravidez por motivos terapêuticos, assegurou na quinta-feira que os médicos lhe farão uma cesariana.

"Sinto-bem bem porque eles a vão fazer. Os médicos disseram-me que me fazem uma cesariana na próxima semana", contou à AFP, por telefone, a jovem de 22 anos internada num hospital de San Salvador. A operação acontecerá às 26 semanas de gestação.
A ministra da saúde, Maria Isabel Rodriguez, remeteu todas as explicações para corpo clínico que acompanha o caso de "Beatriz" (nome fictício pelo qual a jovem é conhecida). "É claro que a decisão de agir num momento dado está nas mãos de médicos de alto nível", disse, em conferência de imprensa.
"A interrupção da gravidez já não é um aborto, é um parto provocado, o que é diferente", acrescentou a ministra, sublinhando que se trata, finalmente, de uma "decisão pessoal" da mãe.


O caso, porém, é mais do que isso. Ganhou visibilidade na opinião público e contornos políticos, e chegou ao Tribunal Constitucional. Na quarta-feira, a máxima instituição da justiça de El Salvador decidiu que "os direitos da mãe não podem prevalecer sobre os dos indivíduo que vai nascer, e vice-versa", considerou o coletivo de juízes, lembrando que o aborto é interdito por lei neste país da América Central.» (In «DN« net)


«EXPRESSO» 40 ANOS A MENTIR

«Porco, porco, porco!!!»

«A campanha contra os sindicatos e, sobretudo, contra os sindicalistas, campanha mais ou menos latente, mais ou menos às claras, mais ou menos violenta, conforme as ocasiões... nunca tem descanso. Por estes dias, com o agudizar das lutas contra as políticas dos traidores que ocupam o poder (traidores ao seu próprio eleitorado), essa campanha vai recrudescendo em violência e na quantidade de lixo informativo, calúnias e mentiras descaradas com que se tenta atingir o campo sindical mais activo, logo, mais “incómodo”.
Não que eu esteja embalado nalguma espécie de cruzada contra o jornalismo... mas tem sido evidente que muitos jornalistas se têm colocado de perna aberta para veicular todos os recados do poder e fazer todos os fretes ao patronato.
A “crónica” que hoje destaco, escrita por Henrique Monteiro, do “Expresso”, com as suas alusões veladas à vida da sindicalista comunista Ana Avoila, à comparação da sua “longevidade” como responsável sindical com «ditadura», etc., etc... é um dos exemplos mais miseráveis, uma das peças mais porcas, um dos fretes mais repelentes que tenho visto... e retrata bem a realidade com que abri este texto.
Peço desculpa por não transcrever nada, obrigando, objectivamente, quem quiser saber exactamente do que estou a falar, a ir ler o texto.

Não só vou, desta vez, resistir à tentação de fazer qualquer espécie de “brincadeira” com o título genérico das crónicas de Henrique Monteiro, “Chamem-me o que quiserem”... como não escreverei mais nada, para não correr o risco de usar uma linguagem que até a mim acabaria por embaraçar.» (In blog «Cantigueiro»)



«EXPRESSO» – 40 ANOS - A FAZER PUBLICIDADE SEMANAL DO PENSAMENTO DA DIREITA PORTUGUESA

«Expresso o jornal que faz opinião»

Reflictam um pouco sobre o tipo de opinião que o jornal «Expresso» tenta fazer.

«Pensem bem

Nunca vi o Expresso defender uma causa com tanto zelo.

Ontem, a manchete proclamava”Durão 1- RTP 0” e, por baixo, zunia – em grande destaque – a seguinte ementa:
“Indemnização de Rangel é de 147 mil contos” (...por azar?) “ilíquidos”, “SIC processa antigo director geral”, “Carrilho pede intervenção do Presidente da República” e “O PS reforma Arons de Carvalho”.

Também na primeira página vinha um editorial – “O fim do saque à RTP?” – em que se “aplaudia o governo e se recomendava silêncio e “pudor” à oposição.

Na quarta página, Fernando Madrinha apoiava a política de Morais Sarmento e, de caminho, ia lamentando que desde quinta-feira o Telejornal abrisse com as manifestações dos trabalhadores da casa, seguindo uma orientação “guerrilheira e umbiguista”.

Na página seis, com a história do despedimento da administração da RTP (informada e neutra), aparecia o interessante currículo de um dos sucessores, Luís Marques, o “único com carreira nacomunicação social, jornalista, actual colunista do Expresso” e “ex-subdirector de Informação da SIC, de onde saiu há um ano, por discordâncias com Rangel”.

Na página sete, continuava a dança, com três notícias triunfais: “Rangel pode ficar sem nada”; Rangel não conseguiu aumentar a audiência da RTP 1; e o Tribunal de Contas condena a gestão da televisão do Estado.

Na habitual coluna do “sobe e desce”, Morais Sarmento estava evidentemente no “alto”, com suaves louvores, e Rangel no “baixo”, com uma descompostura em forma,

como, de resto João Carlos Silva no “sobe e desce” do 2º caderno.

Na página 13, Henrique Monteiro exigia o fim da publicidade na RTP.

Na página 28, um segundo editorial tornava a defender a política de Morais Sarmento.

E, na última, caso alguém não tivesse ainda percebido, José António Lima repetia o sermão.

Que dizer disto?...»

(Vasco Pulido Valente in «Diário de Notícias»)

MÁRIO SOARES REGRESSOU EM FORÇA À POLÍTICA ACTIVA


Na Universidade Clássica de Lisboa, estatal, Mário Soares defendeu a necessidade de fazer cair o actual governo de Passos Coelho e a convocação de eleições legislativas.

Se tal não acontecer será trágico para a economia portuguesa e para a grande maioria da sociedade portuguesa.

«"O Governo está paralisado, sem estratégia e arruinar Portugal. Senhor Presidente, o povo que é quem mais ordena e se este se manifesta quase todos os dias contra um Governo que elegeu sob falsas promessas não pode, nem deve, ser considerado legítimo", asseverou» Mário Soares «na conferência "Dois anos de troika - Libertar Portugal da austeridade", que decorreu na Aula Magna, em Lisboa, apontando o "empobrecimento da população, inclusivamente daqueles que elegeram o PSD e o CDS" como resultado inevitável da "receita de austeridade", prosseguindo num tom muito duro: "Por patriotismo não podemos deixar que o País seja fanaticamente destruído e o seu património vendido a retalho por um Governo incompetente, que ignora as pessoas, que não dialoga e cujos ministros não podem sair à rua sem que sejam vaiados".» (In «DN» net)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

AMIZADE FRANCO - ALEMÃ E SELVAJARIA EUROPEIA


François Hollande é um traidor, que faz várias traições ao mesmo tempo. Em primeiro lugar traiu os eleitores que o elegeram para fazer frente à Ditadura da Alemanha na Zona Euro. Hollande obedece a Berlim como obedeceram Pétain e Sarkozy.
Hollande traiu a ideologia socialista ao criminalizar as políticas inspiradas em Keynes, quando assinou o limite do défice para 3%. Por que não 4%, ou 5%, ao 6% ou 7%? Este número 3% é pura superstição, é apenas superstição, é um mito, tão verdadeiro como os deuses da Grécia Antiga.
Não sou de opinião de que a Civilização Europeia seja um modelo de respeito pelos Direitos Humanos, no caso específico da classe política do poder. Os Direitos Humanos na Europa são exteriores à classe política do poder. O apogeu ético e moral da Civilização Europeia, relativamente à classe política do poder, em minha opinião, foi o nacional-socialismo alemão ou nazismo. A Guerra Colonial da França contra a Argélia guiou-se, do lado da França, pelos valores de Auschwitz. O genocídio de homens, mulheres e crianças em Hiroxima e Nagasáki guiou-se pelos valores de Auschwitz. O início da Guerra da Jugoslávia pela dupla Alemanha-Croácia foi o regresso ao nazismo, com o consentimento dos Estados Unidos. A entrada da Ditadura Fascista de Salazar para a NATO, é uma prova de que a NATO, nunca teve como objectivo a defesa da Democracia, surgindo como prémio para Salazar, por ter entrado na II Guerra Mundial do lado de Hitler, mas, exclusivamente, na Divisão Azul da Wehrmacht, que só combateu contra a Rússia/União Soviética.
A invasão do Iraque é o regresso à ética de Auschwitz, atrás de cómicas e trágicas Armas de Destruição Maciça Imaginárias. A invasão e conquista da Líbia pela NATO é a continuação da invasão do Iraque.
A invasão da Síria pelos terroristas sedeados em Londres é a continuação da invasão do Iraque.
Guantánamo e a sua rede guiam-se pelos padrões éticos e morais de Auschwitz.
No apoio aos terroristas que invadiram a Síria, a França e a Inglaterra ainda conseguem ser piores do que os Estados Unidos.
O traidor Hollande, ainda por cima, é humilhado pelos seus patrões alemães.

«Um dirigente do partido da chanceler alemã Angela Merkel criticou hoje o Presidente francês, François Hollande, considerando "desapropriada" a crítica que dirigiu à Comissão Europeia.

"A crítica de Hollande é desapropriada", declarou Andreas Schockenhoff, vice-presidente do grupo parlamentar dos conservadores (CDU/CSU), num comunicado divulgado pela AFP pouco antes do encontro, em Paris, entre a líder alemã e o chefe do Estado francês.
"A reação de Hollande mostra o desespero considerável do seu Governo, que um ano após a sua chegada ao poder ainda não conseguiu encontrar respostas eficazes para os problemas económicos e financeiros do seu país", acrescentou Shockenhoff, que no Bundestag, Parlamento alemão, preside à comissão de amizade franco-alemã.
Na quarta-feira, François Hollande, socialista, declarou que "a Comissão [Eruopeia] não tem que ditar" à França o que ela "tem que fazer", depois de Bruxelas ter instado Paris a iniciar uma reforma das pensões a partir já deste ano.
"A crítica violenta do Presidente francês contradiz o espírito e os textos dos acordos e dos tratados europeus (...) Quem quer que fale assim abala os fundamentos da UE", acrescentou Schockenhoff, no mesmo comunicado.
Numa entrevista ao jornal alemão 'Rheinische Post', hoje publicada, o bávaro Manfred Weber (da CSU, a congénere bávara da CDU de Merkel), afirmou: "Hollande nem sempre compreendeu que não está sozinho na terra. Cabe-lhe a ele fazer o seu trabalho para fazer face aos problemas estruturais da França em vez de procurar culpar Berlim ou Bruxelas".» (In «DN» net)

PETIÇÃO AO PARLAMENTO CONTRA A DESTRUIÇÃO DE PORTUGAL

Petição dirigida à Assembleia da República

A IAC acaba de lançar a seguinte Petição:

A austeridade não resolve, antes agrava o problema do endividamento. Depois de sucessivos cortes e confiscos, retrocessos sociais, alienação de recursos, o que temos é uma dívida em permanente crescimento com juros sempre a somar. É urgente renegociar a dívida pública.
O presente e o futuro do nosso país estão a ser postos em causa em nome de uma dívida, cujo pagamento envolve custos ética e socialmente inaceitáveis.
É responsabilidade do Estado e dos cidadãos tomar todas as medidas necessárias para libertar o país e a sociedade desta grave situação de espiral recessiva em que Portugal mergulhou, provocada pela austeridade e o sufocante serviço da dívida.
A renegociação da dívida pública, se necessário acompanhada de uma moratória ao seu serviço, é hoje reconhecida por diversos quadrantes na sociedade portuguesa como uma necessidade inadiável. O Estado Português tem de assumir as suas responsabilidades e abrir um processo de renegociação com todos os credores, incluindo a União Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu.
A renegociação, a ser desencadeada pelo Estado Português, deve ser entendida como uma afirmação de vontade e de soberania democráticas e ditada pela defesa do interesse nacional. A sociedade portuguesa deve mobilizar-se para este processo.
Nesse sentido, os cidadãos abaixo assinados instam a Assembleia da República a:
pronunciar-se a favor da abertura urgente de um processo de renegociação da dívida pública que envolva todos os credores privados e oficiais;
promover, no âmbito das suas competências próprias, a criação de uma entidade para auditar a dívida pública e preparar e acompanhar o seu processo de renegociação;
garantir que essa entidade, quer pela sua composição, quer pelo seu funcionamento, assegura isenção de procedimentos, rigor e competência técnicas, participação cidadã qualificada e condições de exercício do direito à informação de todos os cidadãos e cidadãs.

A Petição pode ser assinada aqui:

(Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

PASSOS COELHO E MIGUEL RELVAS SUSPEITOS DE MAIS CRIMES QUE OS CONHECIDOS DE ROUBO DE MILHÕES DE PORTUGUESES


«Agência anti-fraude da UE investiga caso Tecnoforma»

«Gabinete OLAF abriu investigação formal. Em causa pode estar a má utilização de fundos comuniários. Caso envolve o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e o ex-ministro Miguel Relvas
O Gabinete da Luta Anti-fraude da União Europeia (OLAF) abriu investigação formal sobre o financiamento da empresa Tecnoforma e da Organização não-governamental CPPC (Centro Português para a Cooperação) com fundos comunitários, no seguimento de uma queixa enviada pela eurodeputada Ana Gomes em Dezembro de 2012, segundo adiantou hoje o próprio gabinete de Ana Gomes.

O caso remonta a 2004 quando o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho era gestor da Tecnoforma e Miguel Relvas, secretário de Estado da Administração Local. Nesta qualidade, Relvas terá facilitado a adjudicação à Tecnoforma de 1,2 milhões de euros para acções de formação direccionadas para funcionários de aeródromos. O dinheiro saiu do programa "Foral".» (In «DN« net)

MANIFESTAÇÕES CONTRA O CRIME ORGANIZADO


A DECADÊNCIA DO PRÉMIO NOBEL DA PAZ

«EL ARTE DE LA GUERRA»
«Los drones asesinos del Nobel de la Paz»
por Manlio Dinucci
                                                                       «El avión sin piloto X-47B, del tamaño de un avión de combate F/A-18, puede operar desde un portaaviones de forma totalmente autónoma.»

«El Nobel de la Paz Barack Obama está usando todo lo que tiene. Pero ni él ni ningún otro presidente de Estados Unidos puede prometer la derrota total del terrorismo ya que «nunca tendremos cómo extirpar el mal agazapado en algunos seres humanos». Así lo anuncia en su discurso sobre la «estrategia contra el terrorismo» [1].

«A pesar de las derrotas que han sufrido al-Qaeda y sus organizaciones afiliadas, «la amenaza está hoy más extendida», de Yemen a Irak, de Somalia al norte de África y en países como Libia y Siria «los extremistas se han afianzado» como resultado de la «agitación en el mundo árabe». Claro, las guerras desencadenadas por los propios Estados Unidos y la OTAN nada tienen que ver con eso…

Así que prosigue la lucha entre el Bien y el Mal, bajo la preclara dirección del presidente, quien ahora redefine la estrategia: la «guerra ilimitada contra el terror» se convierte en una serie (de hecho ilimitada) de acciones «acciones letales selectivas» cuyo objetivo es «desmantelar redes específicas de extremistas violentos que amenazan América». [En realidad, Estados Unidos. Nota del Traductor.]

Esas acciones se caracterizarán por un uso cada vez más intensivo de los drones [Aviones sin piloto o más bien teledirigidos.] cuyo uso, según el derecho estadounidense e internacional, es «legal» porque Estados Unidos está librando una «guerra justa y de autodefensa». El uso de los drones contribuye a «salvar vidas humanas» ya que los aviones y misiles tienen menos precisión y pueden ocasionar más cantidad de víctimas.

En lo adelante, las «acciones letales selectivas» que realicen los drones y las fuerzas especiales «fuera de las zonas de guerra» estarán sometidas a una «fuerte supervisión». Pero, precisa Obama, «tenemos que mantener la información en secreto». Así que nadie podrá saber cuál será el eficaz uso que se hará de los drones y las fuerzas especiales.

La «fuerte supervisión» que anuncia Obama tiene en realidad como objetivo desplazar el control de las «acciones letales selectivas» de la CIA hacia el Pentágono. En más de un decenio de «guerra del terror» ha sido fundamentalmente la CIA la que ha dirigido esas acciones con drones y agentes secretos, no sólo en Afganistán e Irak sino también en Yemen, Somalia y en otros numerosos países que no están oficialmente en guerra. El problema es que la CIA había adquirido demasiada preponderancia y estaba metiéndose en terreno del Pentágono. El Mando Conjunto para las Operaciones Especiales del Pentágono, que realiza acciones paralelas a las de la CIA, quiere ahora el control de todas las operaciones que impliquen el uso de drones y la CIA contribuirá indicando los blancos –humanos o materiales– que deben ser abatidos. El paso del control a las manos del Pentágono funciona también en cuanto a la iniciativa de potenciar el ejército de drones, cuyo objetivo es pasar de los drones teledirigidos a los drones completamente robotizados.

El 22 de mayo, o sea un día antes del discurso de Obama, la firma Northrop Grumman realizó el primer vuelo del MQ-4C Triton, un drone que está construyendo para la US Navy. Con 40 metros de envergadura (más que el avión de pasajeros Boeing 737), este drone puede volar sin reaprovisionarse por más de 30 horas y cubrir una distancia de 18 000 kilómetros registrando automáticamente –gracias a sus sensores– los distintos tipos de navíos y de blancos designados. La marina de guerra estadounidense ya hizo un pedido de 68 ejemplares de ese drone y unos cuantos serán desplegados con toda seguridad en la base de Sigonella y en alguna otra base situada en Italia.

Seis días antes del discurso de Obama, esa misma firma –Northrop Grumman– comenzó en el portaviones USS Georges H. W. Bush las pruebas de las operaciones «touch and go» (aterrizaje y despegue inmediato) del X-47B, un drone robótico «inteligente» (del tamaño de un avión de combate del tipo F/A-18 Super Hornet). Después de su despegue ese drone es capaz de volar hasta el blanco, destruir el blanco y volver al portaviones, todo de manera enteramente autónoma, para seguir «salvando vidas humanas»

Manlio Dinucci
Fuente
Il Manifesto (Italia)
        
Traducido al español por la Red Voltaire a partir de la versión al francés de Marie-Ange Patrizio


[1] «The future of our fight against terrorism», by Barack Obama, Voltaire Network, 23 de mayo de 2013. (In «Red Voltaire»)

GUERRA DE CLASSES SOCIAIS E VITÓRIA CONJUNTURAL DA ALTA BURGUESIA

A matilha neoliberal massacra-nos nas televisões com um arsenal de mentiras, típico de uma guerra. E estamos numa guerra em que a alta burguesia está a roubar as outras classes sociais, com o patrocínio da «Internacional Socialista». Estamos numa Guerra de Classes Sociais. Foi ou não foi a «Internacional Socialista» que aderiu ao neoliberalismo, deixando-se capturar pela alta burguesia? Sim, foi. Comemoram-se agora os 150 anos do SPD (Sozialdemokratische Partei Deutschlands)O SPD é mais um partido da «Internacional Socialista» que deveria mudar o nome para «Internacional Burguesa Neoliberal». O SPD alemão é tão socialista como o PSD português, que corrompeu a tradução, mas que agora está muito próximo do SPD alemão.

«A resistência cultural»

«Uma onda de loucura está a assolar Portugal. Ninguém acredita nas possibilidades de regeneração do Governo, e a presença dos estrangeiros que o elogiam torna-se numa afronta inqualificável. O que estes cavalheiros, mandatados por interesses cujo fito é a hegemonia económica, propagandeiam é a boa consciência da mentira. E o problema maior, entre todos os grandes problemas que nos afligem, constitui a aquiescência cúmplice de quem tem por dever repudiar o enredo. O presidente do Eurogrupo, de nome impronunciável, e é "muito amigo" de Vítor Gaspar, viajou para Lisboa, a fim de manifestar o aplauso comovido pelas orientações até agora seguidas, e insistir que continuar com o "ajustamento" conduzir-nos-á a uma felicidade incomparável. Temos de empregar todos os meios para precipitar a nossa queda o mais fundo possível para, mais tarde, acedermos a uma sociedade tão jubilosa como igualitária.
Este escândalo de se procurar a felicidade pelo terror "explica-se" pela necessidade de socorrer o capitalismo a qualquer preço, "custe o que custar", na conclusão brutal de Passos Coelho. Nada é respeitado, tudo é permitido. O milhão e meio de desempregados; as 69 mil crianças em iminente perigo; a sonegação aos fracos rendimentos dos reformados e pensionistas; o êxodo do melhor da nossa juventude, toda esta criminalidade obedece à mesma lógica de depredação que obriga um grupo tão importante como o Teatro Aberto, de grande tradição cultural e ética, a estar ameaçado de fecho. Uma absurda "grelha de avaliação" colocou a companhia em 39.º lugar, com as consequências inerentes à perda de apoios, necessários à sua sobrevivência. João Lourenço, um homem de rara qualidade moral, que já venceu várias guerras e que testemunhou várias alterações históricas, veio dizer-nos que ele e o grupo sempre procuraram uma verdade que justificasse as obsessões do presente e aclarasse a natureza de uma agressão que fere todos nós.
O encenador evocou as etapas de um empreendimento generoso, que tem submetido à nossa reflexão alguns dos grandes temas das sociedades e dos problemas essenciais do homem. A disponibilidade de João Lourenço em romper com o imobilismo, numa época em que a decência quase não tem direito de cidadania, corresponde a uma denúncia da mentira.

A noção de que a colectividade portuguesa está em escombros tem de encontrar, na resistência de quem recusa a capitulação, o conforto de uma afirmação de coragem e de dignidade. O projecto de uniformizar as diferenças e a natureza díspar das nossas sociedades está em marcha. O Teatro Aberto, tal outros grupos, denegou a inocência como justificação para a cumplicidade. Não o esqueçamos.» (Baptista-Bastos in «DN» net)

terça-feira, 28 de maio de 2013

ISRAEL - UM ESTADO MINÚSCULO A QUERER MANDAR NO MUNDO


Israel é o Estado mais à margem da Lei Internacional, que existe no Mundo, trata os palestinianos como infra-humanos, com o apoio dos hipócritas Obama, Hollande e Cameron, preocupados com os Direitos Humanos no Mundo, excepto com os Direitos dos palestinianos, porque não lhes reconhecem o estatuto de seres humanos. O conceito de Direitos Humanos de Obama, Hollande e Cameron vê-se na Palestina e em Guantánamo.

«Israel saberá o que fazer se Rússia fornecer mísseis à Síria»

«O ministro israelita da Defesa, Moshe Yaalon, advertiu hoje que o seu país "saberá o que fazer" caso a Rússia concretize o envio de complexos de mísseis antiaéreos S-300 para a Síria.
"Os mísseis são uma ameaça (para Israel) e posso ter fé em que não se acelere a venda. Esperemos que ela não se concretize, mas se acontecer, saberemos o que fazer", afirmou durante uma visita a uma base militar, segundo a edição digital do diário Yediot Aharonot.
Yaalon não pormenorizou o tipo de ações a que se referia, mas o governo sírio e fontes ocidentais responsabilizaram Israel pelos bombardeamentos no início de maio, e outro em janeiro, contra alvos em território sírio.
Segundo os media internacionais, os alvos atacados transportavam armas que iriam ser fornecidas por Damasco à milícia do movimento libanês pró-iraniano Hezbollah, aliado do Presidente Bashar Assad na guerra civil síria.
Os mísseis S-300 são um importante escudo antiaéreo com que Assad tenciona evitar incursões aéreas, quer de Israel, quer no caso do Ocidente decidir intervir militarmente.
Yaalón explicou que a Rússia, apesar das suas declarações em defesa do acordo com a Síria, de que traria "estabilidade" à região ao impedir uma internacionalização do conflito, ainda não enviou os mísseis para o Exército sírio.» (In «DN» net)

Agora os judeus querem mandar na Rússia? Parece que sim.

PALHAÇOS E TRAIDORES – GOVERNO PSD-CDS-TROIKA-CAVACO


Entrou, recentemente, mais um palhaço para o governo de palhaços e traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco e Silva, cujo desprezível nome é Poiares Maduro, que tem por objectivo defender a Ditadura contra a Democracia.
Este palhaço Poiares Maduro elegeu como inimigo número 1 o Estado de Direito, atacando, violentamente a Constituição e o Tribunal Constitucional. Este palhaço Poiares Maduro, quer levar Portugal para o modelo de governação da ditadura monárquica absolutista de D. Miguel I, em que o poder executivo fazia o que lhe apetecia, não precisava de se preocupar com a Constituição, porque não havia Constituição em vigor. Nessa altura tinha sido suspensa a Constituição, e foi necessária uma guerra civil para impor um regime de obediência suprema a uma Constituição. Este palhaço não sabe ou não quer saber que a Democracia Contemporânea, se baseia em dois livros fulcrais, «O Espírito das Leis» (1748) de Montesquieu e «O Contrato Social» (1762) de Jean-Jacques Rousseau.
Montesquieu defendeu em «O Espírito das Leis», a clara distinção e separação dos três poderes do Estado legislativo, executivo e judicial, com a óbvia supremacia do poder legislativo. Por outras palavras, o governo não pode fazer o que lhe apetece, tem que se subordinar às leis vigentes, no caso de Portugal, em primeiro lugar às leis escritas na Constituição.
No livro «O Contrato Social» Rousseau condena todos os regimes esclavagistas, condena a Democracia Ateniense esclavagista, a República Romana esclavagista e o Parlamentarismo Inglês também esclavagista, estruturando o conceito soberania popular e o conceito Direitos Humanos.
Sobre o Parlamentarismo Inglês Rousseau condena-o triplamente, por ser uma monarquia à qual ele opõe a República, por ser esclavagista, e por permitir a Ditadura do poder executivo, entre dois actos eleitorais – ainda hoje na Inglaterra não há Constituição.

Par impedir os abusos do poder executivo foi criado o conceito Constituição, onde estão as leis fundamentais, acima de todas as outras. O poder executivo em Portugal no governo de Passos Coelho é um poder exercido por criminosos, que não respeitam a Constituição. Poiares Maduro é mais um criminoso no governo, com o papel de defender os crimes do governo.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

FOI ATRIBUÍDO O PRÉMIO LITERÁRIO CAMÕES A MIA COUTO


O júri do prémio literário Camões, para escritores de língua portuguesa, atribuiu o prémio 2013 ao escritor moçambicano Mia Couto, poeta, ensaísta e romancista.

«Mia Couto, nascido António Emílio Leite Couto (Beira, 5 de Julho de 1955), é um biólogo e escritor moçambicano.
Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos doze melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué.
Mia Couto tem uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crónicas.
Muitos dos livros de Mia Couto são publicados em mais de 22 países e traduzidos em alemão, francês, castelhano, catalão, inglês e italiano.
Poesia
Estreou-se no prelo com um livro de poesia, Raiz de Orvalho, publicado em 1983. Este livro revela o mesmo comportamento literário de estreita relação com a tradição e memória cultural africanas que evidenciam a orientação regionalista, marcante em toda a sua criação literária.
Contos
Nos meados dos anos 80, Mia Couto estreou-se nos contos e numa nova maneira de falar - ou "falinventar" - português, que continua a ser o seu "ex-libris". Nesta categoria de contos publicou:
Vozes Anoitecidas (1ª ed. da Associação dos Escritores Moçambicanos, em 1986; 1ª ed. Caminho, em 1987; 8ª ed. em 2006; Grande Prémio da Ficção Narrativa em 1990, ex aequo)
Cada Homem é uma Raça (1ª ed. da Caminho em 1990; 9ª ed., 2005)
Estórias Abensonhadas (1ª ed. da Caminho, em 1994; 7ª ed. em 2003)
Contos do Nascer da Terra (1ª ed. da Caminho, em 1997; 5ª ed. em 2002)
Na Berma de Nenhuma Estrada (1ª ed. da Caminho em 1999; 3ª ed. em 2003)
O Fio das Missangas (1ª ed. da Caminho em 2003; 4ª ed. em 2004)
Crónicas
Para além disso, publicou em livros algumas das suas crónicas, que continuam a ser coluna num dos semanários publicados em Maputo, capital de Moçambique:
Cronicando (1ª ed. em 1988; 1ª ed. da Caminho em 1991; 7ª ed. em 2003; Prémio Nacional de Jornalismo Areosa Pena, em 1989)
O País do Queixa Andar (2003)
Pensatempos. Textos de Opinião (1ª e 2ª ed. da Caminho em 2005)
E se Obama fosse Africano? e Outras Interinvenções (1ª ed. da Caminho em 2009)
Romances
E, naturalmente, não deixou de lado o género romance, tendo publicado:
Terra Sonâmbula (1ª ed. da Caminho em 1992; 8ª ed. em 2004; Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995; considerado por um juri na Feira Internacional do Zimbabwe um dos doze melhores livros africanos do século XX)
A Varanda do Frangipani (1ª ed. da Caminho em 1996; 7ª ed. em 2003)
Mar Me Quer (1ª ed. Parque EXPO/NJIRA em 1998, como contribuição para o pavilhão de Moçambique na Exposição Mundial EXPO '98 em Lisboa; 1ª ed. da Caminho em 2000; 8ª ed. em 2004)
Vinte e Zinco (1ª ed. da Caminho em 1999; 2ª ed. em 2004)
O Último Voo do Flamingo (1ª ed. da Caminho em 2000; 4ª ed. em 2004; Prémio Mário António de Ficção em 2001)
O Gato e o Escuro, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Caminho em 2001; 2ª ed. em 2003), com ilustrações de Marilda Castanha (1ª ed. brasileira, da Cia. das Letrinhas, em 2008)
Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra (1ª ed. da Caminho em 2002; 3ª ed. em 2004; rodado em filme pelo português José Carlos Oliveira)
A Chuva Pasmada, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Njira em 2004)
O Outro Pé da Sereia (1ª ed. da Caminho em 2006)
O beijo da palavrinha, com ilustrações de Malangatana (1ª ed. da Língua Geral em 2006)
Venenos de Deus, Remédios do Diabo (2008)
Jesusalém [no Brasil, o livro tem como título Antes de nascer o mundo] (2009)

A Confissão da Leoa (2012)» (Fonte «Wikipedia»)

UM PALHAÇO À FRENTE DA ONU


Não é só em Portugal que há palhaços. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, é um palhaço às ordens de Washington. Este palhaço às ordens da NATO não está, minimamente, preocupado, com os terroristas que invadiram a Síria, agora com o apoio aéreo do Estado de Israel, que bombardeia a Síria sempre que lhe apetece.

«O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, manifestou, este domingo, a sua preocupação relativamente à implicação do movimento radical libanês Hezbollah na guerra da Síria e a uma eventual extensão do conflito ao Líbano.
Ban Ki-moon está "profundamente preocupado" com um maior envolvimento na luta da Síria reconhecido pelo movimento, e com o risco de propagação do conflito ao Líbano, palco de crescente tensão na última semana, informou o porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas.» (In «DN» net)

UMA PEQUENA CIDADE ITALIANA RESISTE ÀS ORDENS DO IMPÉRIO COM SEDE EM WASHINGTON E AOS GOVERNOS DE TRAIDORES DA ITÁLIA

A Itália tem sido governada por traidores, que vendem a própria Itália e fazem graves atentados contra a vida de homens, mulheres e crianças italianas, com radiações altamente cancerígenas, para satisfazerem um império longínquo, disposto a matar tudo e todos, mesmo as crianças dos países vassalos. Para os traidores que têm governado a Itália, de Berlusconi a Prodi, as crianças italianas são tratadas como animais inferiores, são tratadas como lixo.

«EL ARTE DE LA GUERRA»

«Muos: Niscemi resiste al Imperio

por Manlio Dinucci

Una pequeña ciudad italiana se resiste a la implantación del Muos en una base militar. El Muos es el ultrasofisticado sistema que debe conectar entre sí a todas las unidades de combate de Estados Unidos y la OTAN. ¿Y Niscemi? Es el nombre de la pequeña aldea siciliana que se resiste al Imperio y defiende la paz en Siria…»

«Lockheed Martin –compañía estadounidense aeroespacial y de «seguridad global» que cuenta 120 000 trabajadores e ingresos netos anuales de 50 000 millones de dólares– acaba de entregar a Cabo Cañaveral, de donde será lanzado en julio, el segundo satélite Muos. El primero está en funcionamiento desde 2012. Toda la constelación de 4 satélites que compone este nuevo sistema de comunicaciones de la US Navy estará en órbita de aquí al año 2015.

Mientras tanto, la firma General Dynamics –otro gigante de la industria de guerra, con 90 000 trabajadores y ventas anuales por más de 30 000 millones de dólares– está construyendo 4 estaciones terrestres del Muos: 2 en territorio estadounidense (en Virginia y Hawai), una en Australia y otra en Sicilia. Cada una de ellos incluye 3 grandes parábolas de 18 metros de diámetro.

General Dynamics está equipando a las fuerzas armadas de Estados Unidos con los primeros radios portátiles An/Prc-155, una especie de Smartphone de guerra que –a través del Mobile User Objective System (Muos) de muy alta frecuencia– transmite de forma simultánea y en modo encriptado voz, video y datos en streaming (difusión y lectura en flujo continuo. Nota del Traductor.).

Con el segundo satélite, el sistema será utilizable para más de 20 000 de las terminales que ya existen actualmente y que serán reemplazadas posteriormente por el nuevo equipamiento, capaz de multiplicar por 16 el volumen de información que se transmite. Submarinos y navíos de guerra, cazas-bombarderos y drones, vehículos militares y servicios terrestres se mantendrán entonces conectados todos a una sola red de mando y de comunicaciones mientras se mueven en cualquier región del mundo.

Los estrategas que concibieron esa máquina de guerra global nunca se imaginaron, sin embargo, que los habitantes de una pequeña localidad de Sicilia –Niscemi– se atreverían a hacerles frente.

En 2004, cuando Lockheed emprende el proyecto Muos, el gobierno de Berlusconi autoriza secretamente la instalación de una de las estaciones terrestres en Sicilia. Se escoge Sigonella, pero un estudio de una empresa estadounidense advierte que las emisiones electromagnéticas de las antenas son tan fuertes que pueden hacer estallar las municiones almacenadas [en la base militar estadounidense]. Se escoge entonces Niscemi, donde ya existe un centro estadounidense de transmisiones radionavales de 41 antenas. Esta vez es el gobierno de Prodi el que otorga la autorización, también en secreto, y en 2007 la región de Sicilia da también luz verde a la instalación. Luz verde que, sin embargo, niegan la población y las autoridades municipales de Niscemi, conscientes del peligro que representan para la salud las transmisiones electromagnéticas. Nace así el movimiento popular «No Muos», que se extiende también a las comunas limítrofes. Y, en marzo de 2013, el nuevo presidente de la región, Rosario Crocetta, revoca definitivamente la autorización para la instalación del Muos en Niscemi.

Estalla entonces la contraofensiva. Las acciones no violentas de los militantes del movimiento No Muos son objeto de duras acciones represivas y la embajada de Estados Unidos condena el accionar de dicho movimiento, al igual que el ministerio italiano de Defensa, que emprende incluso una acción judicial contra la comuna de Niscemi ante el Tribunal Administrativo regional (TAR). El ministerio [italiano de Defensa] exige a las autoridades de Niscemi una compensación económica por la interrupción de los trabajos [de instalación del Nuos]. Mientras se espera por la respuesta del Instituto Superior de Salud (del que no hay gran cosa que esperar) y el físico John Oetting de la Hopkins University [estadounidense] afirma que las antenas Muos emiten menos radiaciones que un horno microondas, los parlamentarios de Cinque Stelle (el movimiento del humorista Beppe Grillo. NdT.) aseguran, después de visitar la instalación, que «los trabajos están detenidos y los parámetros mostrados por el cónsul Moore están por debajo de los límites de peligrosidad».

Declaraciones que ponen en duda los manifestantes armados de pancartas con consignas como «No war in Syria» y «Contra el Muos por un Mediterráneo de paz», demostrando así que su lucha es también una forma de resistencia frente a las políticas guerreristas.»

«Manlio Dinucci
Fuente

Il Manifesto (Italia)» (In «Red Voltaire»)

domingo, 26 de maio de 2013

AS CAVAQUICES DO CAVACO


Cavaco Silva apoia, delirantemente, o governo de Passos Coelho, que está a arruinar a sociedade portuguesa e a destroçar a economia de Portugal.
Cavaco Silva quis manipular o Conselho de Estado, mas não conseguiu. Cavaco perdeu mais uma jogada. Os palhaços fazem palhaçadas e Cavaco tem feito muitas palhaçadas.
O pior é que Cavaco Silva apoia um governo que faz Orçamentos de Estado ilegais, que penaliza determinados grupos sociais para beneficiar outros, que está a arruinar Portugal, cada vez mais. Este governo é um grande produtor de falências de empresas, de desemprego, de pobreza e de fome. Mas também produz riqueza para os mais ricos, empobrecendo as classes médias e as outas abaixo.
Até jornalistas da área do PSD criticam Cavaco Silva, frontalmente, como podemos ler a seguir.

«Um Conselho de Estado revelador»

«1 Só alguém muito ingénuo acreditaria que a reunião do Conselho de Estado seria para debater as "perspectivas da economia portuguesa no pós-troika, no quadro de uma economia união económica e monetária efectiva e aprofundada". Também ninguém acreditaria que se tenha perdido sete horas a debater a necessidade dum "aumento de competitividade e de crescimento sustentável" ou "se a União Económica e Monetária deve criar condições para que a União Europeia e os Estados-Membros enfrentem, com êxito, o flagelo do desemprego", como consta do comunicado final. Mal estávamos se existissem pessoas no Conselho de Estado que pensassem que não era preciso combater o desemprego ou promover o crescimento. Mas não foi preciso especular sobre os temas que foram debatidos... Poucos dias bastaram para que se soubesse muito do que se passou na reunião.
Já não seria pouco termos percebido que o Presidente da República apenas convocou o Conselho de Estado não para discutir o pós-troika mas para segurar o Governo. Tentar criar a ilusão de que os seus conselheiros estariam também interessados no consenso em redor duma solução em que só Gaspar e Passos Coelho acreditam.
O comunicado que falava do dito consenso estava até já escrito, mas os conselheiros mostraram que só Cavaco Silva acompanha o ministro das Finanças e o primeiro-ministro. E, assim, mais isolado ficou o Presidente da República. Mais, Cavaco Silva convocou um Conselho de Estado para que este apoiasse a sua insustentável posição de não deixar cair o Governo e fragilizou-o ainda mais quando ficou claro que a ruptura entre o Governo e a esmagadora maioria dos sectores sociais é irreversível. Mais: pela primeira vez, até pessoas fora do jogo partidário e conhecidas pela moderação, como Jorge Sampaio, falaram claramente da possibilidade de eleições antecipadas.
Este Conselho de Estado foi mais um tremendo erro político de Cavaco Silva: mostrou que o consenso em redor das políticas do Governo é impossível e mostrou que o Presidente é incapaz de ser um moderador, um agregador de vontades, um verdadeiro garante do regular funcionamento das instituições, ou seja, é uma inutilidade institucional.
Provavelmente mais grave ainda foi a indicação que este Conselho de Estado nos deu sobre o respeito pelas instituições dos nossos mais relevantes actores políticos.
Foi dado mais um passo no processo de degradação das instituições. E este processo, como é óbvio, acontece por causa das pessoas que as servem. Soubemos da convocação do Conselho de Estado por um comentador que também é conselheiro de Estado; tivemos conhecimento dos pormenores da discussão através de membros não identificados que ignoraram olimpicamente a obrigatoriedade de sigilo. No fundo, nada que não se passe no Governo, em que as mais pequenas discussões no Conselho de Ministros se sabem passados poucos minutos e os jornais chegam ao limite de contar que o primeiro-ministro faz apelos aos ministros para que respeitem a confidencialidade...
Em vez de gente com sentido de Estado e consciente das imensas responsabilidades que tem, temos algumas pessoas que se portam como concorrentes dum qualquer reality show, desesperadas por tudo revelar, como se um Conselho de Estado ou de Ministros fosse uma espécie de jogo em que se ganham pontos por contar histórias. Como é que pessoas que têm este tipo de comportamento podem legislar sobre violações ao segredo de justiça ou criticar quando processos em investigação aparecem nos jornais?
Os reality shows já tinham chegado à justiça, agora estão por todo o lado.
Não sei o que será pior: não termos Presidente da República quando mais precisávamos, se este desrespeito pelas instituições que os nossos mais importantes políticos revelam.
2 Wolfgang Schäuble disse que "não existem derrapagens orçamentais" e que Portugal é um caso de sucesso "no ajustamento a que está a proceder". Só falta mesmo dizer-nos que há petróleo no Beato.


3 Talvez não fosse má ideia explicar a Vítor Gaspar que os créditos fiscais não dão grandes resultados quando as empresas não conseguem vender a ninguém, ou seja, obter receitas. Talvez até seja por isso que os bancos, nomeadamente a CGD, têm dito que não aparecem projectos de investimento para financiar.» (Pedro Marques Lopes, in «DN» net)

VITÓRIA DE GUIMARÃES VENCEU O BENFICA NA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL POR 2 – 1


O treinador do Benfica Jorge Jesus passou uma imagem de grande incompetência nesta época de 2012 – 2013.
O Vitória de Guimarães mereceu conquistar a Taça de Portugal, porque tentou ganhar e ganhou mesmo. O treinador do Benfica tirou o melhor marcador, Cardozo, dando uma imagem de medo, quando estava a vencer por 1 – 0.
O treinador e os jogadores do Vitória de Guimarães perceberam isso, que Jorge Jesus estava cheio de medo, e atacaram a baliza do Benfica com sucesso.
Depois de estar a perder por 2 -1, o Benfica já não tinha tempo para jogar. Teve tempo para jogar e não jogou, a ganhar por 1 – 0 o Benfica não jogou. E como não jogou mereceu perder.
Nos jogos decisivos mostrou incompetência decisiva.
No estádio da Luz o Benfica não conseguiu vencer o Porto, empatou 2 – 2.
Para ser campeão o Benfica precisava de ganhar no estádio da Luz ao Estoril e não foi capaz, empatou 1 – 1. Teve uma segunda oportunidade pra ganhar o campeonato, se fosse vencer o Porto, no estádio do Dragão, e só jogou até ficar a vencer por 1 – 0. Depois de estar a vencer no Porto por 1 – 0, o Benfica deixou de jogar, esperando que o Porto também não jogasse, e o Porto venceu o Benfica, porque lutou pela vitória perante o Benfica em pânico, que só tentou ganhar o jogo até ficar, efectivamente, a ganhar por 1 – 0. Mas, o Benfica não tentou chegar ao 2 – 0, não lutou por isso.
Como aqui disse, o Porto venceu o Paços de Ferreira no último jogo, de modo ilegal, porque o árbitro assinalou um penálti ilegal contra o Paços de Ferreira e expulsou, ilegalmente, um jogador do Paços de Ferreira. Esse acto corrupto, criminoso, do árbitro foi decisivo, na vitória do campeonato, porque o Porto marcou um golo ilegal e ficou, ilegalmente, a jogar contra apenas 10 jogadores.

Na final da Liga Europa o Benfica perdeu perante um Chelsea muito defensivo na primeira parte. Nessa primeira parte faltou Lima, para marcar golos, por opção de Jorge Jesus. O Benfica na primeira parte falhou na finalização, tendo no banco o grande finalizador Lima. Não faz sentido, o Benfica falhar na finalização, porque não jogou com os dois melhores finalizadores. O Benfica certamente que estudou o jogo da Supertaça Europeia 2012 Chelsea – Atlético de Madrid, em que o Chelsea foi goleado por 4 – 1. O Atlético de Madrid foi eficaz na finalização contra o Chelsea e o Benfica não.

sábado, 25 de maio de 2013

FINAL DA LIGA DOS CAMPEÕES DE FUTEBOL DA EUROPA: BAYERN DE MUNIQUE 2 – BORUSSIA DORTMUND 1


Esta final da Liga dos Campeões da Europa entre duas equipas alemãs foi ganha pelo Bayern de Munique (Fußball-Club Bayern München), por 2 – 1, contra o Borussia Dortmund (Ballspiel-Verein Borussia 1909 e. V. Dortmund), com uma ajuda decisiva do árbitro. 
O futebol da UEFA, assume-se, «urbi et orbi», como um jogo dominado pela corrupção.
Na primeira parte o jogador do Bayern de Munique Ribéry agrediu o adversário Lewandowski e não foi penalizado, como mandam as regras.
O primeiro golo foi marcado para o Bayern de Munique por Mandzukic, já na segunda parte, ao minuto 60.
No minuto 66 o jogador do Bayern, Dante, que já tinha um cartão amarelo provocou um penálti assinalado, e não viu o segundo cartão amarelo como mandam as leis do jogo, que implicaria a sua expulsão. Gundogan marcou para o Borussia Dortmund, ao minuto 68, na concretização do referido penálti, ficando, por isso, o marcador 1 – 1.
Robben ao minuto 89 deu a vitória por 2 -1 ao Bayern de Munique, porque até ao final do jogo o Borussia Dortmund não conseguiu marcar.
Nas meias-finais, o Bayern de Munique beneficiou de três golos ilegais, no primeiro jogo contra o Barcelona. No segundo jogo venceu em Barcelona dentro das leis do jogo, por 3 – 0. O Barcelona era uma equipa que costumava beneficiar de arbitragens corruptas, como nas meias-finais da Liga dos Campeões, em 2009, no jogo Chelsea 1 – Barcelona 1, em que foram ‘perdoados’ quatro penáltis contra o Barcelona.
O Borussia Dortmund, por sua vez, eliminou o Málaga nos quartos-de-final com dois golos ilegais, sendo o mais chocante o último, no minuto 93, num claríssimo «offside», que decidiu a eliminatória.

Em última análise, a verdade desportiva parece não importar muito nas provas da UEFA, sendo a corrupção nas arbitragens um aspecto fundamental e decisivo.

FOME, TRABALHO ESCRAVO E CORRUPÇÃO NA ZONA EURO


O objectivo último da Direita é maximizar os lucros do capital e no lado do Trabalho colocar a fome e o trabalho escravo.
A crise da Zona Euro foi uma grande oportunidade para a alta burguesia e para o nacionalismo alemão.
A Direita quer a fome no lado do Trabalho, o que já foi conseguido na Zona Euro e o trabalho escravo. Já há casos de trabalho a ser pago com comida. No Império Romano, os donos dos escravos eram obrigados a alimentá-los. Trabalhar por comida é a condição de escravo.
A crise da Zona Euro tem dado origem a uma colossal transferência de riqueza das classes médias e das outras abaixo para a alta burguesia.
A arquitectura legislativa da Zona Euro, da moeda euro e do falso «Banco Central Europeu» significa que a Zona Euro foi capturada pela alta burguesia financeira e pelo nacionalismo alemão, já derrotado em duas guerras mundiais.
Em condições normais, o falso «BCE» não pode emprestar dinheiro directamente aos Estados, mas é obrigado a emprestar dinheiro a 1% de juros ou menos aos bancos privados, para estes emprestarem esse mesmo dinheiro aos Estados a 7%, como já aconteceu com a Itália. Em última análise o falso «BCE» é um banco privado.
Portugal entrou para a União Europeia quando se dizia que a União Europeia existia para melhorar a qualidade de vida da maioria da população dos Estados membros com vantagens e desvantagens para todos os estados membros. E Portugal entrou para a Zona Euro para melhorara a qualidade de vida da maioria dos seus habitantes.
Surgiu a primeira crise, e a União Europeia inicial desmoronou-se como um castelo de cartas, a ajuda mútua entre os Estados membros foi substituída por uma política imperial dirigida por Berlim.
A Grécia, Portugal, a Irlanda, a Espanha, a Itália e a França são Estados governados por traidores que se ajoelham diante de quem manda em Berlim.
Esta situação de transformar a União Europeia no IV Império Alemão não pode durar muito tempo. Por este caminho a Zona Euro vai implodir.
Em Portugal o governo de traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco vê nesta crise uma oportunidade. Tem feito uma colossal transferência de riqueza para a alta burguesia, enquanto destrói a estrutura da sociedade. Este governo de traidores PSD-CDS-Troika-Cavaco criminalizou a honestidade. Acabou com a transparência onde ela existia. Um exemplo, o canalha do Nuno Crato, legalizou a corrupção nos concursos para professores. Antes deste governo de corruptos havia dirigentes das Escolas do Estado que viciavam os concursos de professores, para, ilegalmente, colocarem familiares, amigos pessoais ou colegas de partido. Era ilegal e os professores prejudicados pelo compadrio podiam recorrer e impor a transparência. O corrupto Nuno Crato instituiu a corrupção ao proibir a transparência nos concursos de professores, inventando uma entrevista obrigatória que legalizou o compadrio-corrupção, proibindo a honestidade nos concursos para professores.


As «offshores mundiais escondem 14 biliões de euros»
«Dois terços do dinheiro em paraísos fiscais - 9,5 biliões de euros -, tem origem na União Europeia.» (In jornal «Público» net)

A mega-corrupção é legal, são as offshores. A União Europeia é o paraíso dos capitalistas offshore e impõe através da Troika, o mega-desemprego, a fome e o trabalho escravo.

É URGENTE A A QUEDA DO GOVERNO PSD-CDS-TROIKA-CAVACO


sexta-feira, 24 de maio de 2013

CAVACO SILVA CLASSIFICADO DE PALHAÇO


O jornalista e escritor Miguel Sousa Tavares chamou a Cavaco Silva aquilo que ele é, um político desprestigiado e desprezado por milhões de portugueses. MST chamou-lhe palhaço.
Cavaco é um político sem prestígio que parece que só agora percebeu que é desprezado por milhões de portugueses.
E depois Cavaco ampliou a humilhação, que já é viral na Internet, ao queixar-se à PGR.

«Em comunicado, a PGR considera que “as expressões proferidas na entrevista [publicada nesta sexta-feira no Jornal de Negócios sob o título ‘Beppe Grillo? “Nós já temos um palhaço. Chama-se Cavaco Silva”’] são susceptíveis de integrar a prática do crime de ofensa à honra do Presidente da República”. Tal crime, previsto no Código Penal, é de natureza pública, daí que o Ministério Público tenha decidido instaurar um inquérito. (In jornal «Público» net)

Pessoalmente, estou à vontade para apoiar MST. Quando foi colocada a questão de plágio feito por MST no livro «Equador», comprei o livro «Cette nuit la liberté» de onde Miguel Sousa Tavares copiou frases inteiras para o livro «Equador». Dei-me ao trabalho de fotografar frases de «Cette nuit la liberté» que foram copiadas para o livro «Equador», que coloquei na Internet, nomeadamente através deste blog. Coloquei fotografias das frases de «Cette nuit la liberté» traduzidas/copiadas para o livro «Equador», que coloquei à disposição dos internautas e que estão no arquivo deste blog, basta pesquisar neste blog escrevendo no rectângulo da pesquisa  Miguel Sousa Tavares.




CRIME ORGANIZADO EM DEMOCRACIA


Sempre aqui disse que muito pior do que a criminalidade ilegal é a criminalidade legal.
Adolf Hitler, quando parecia iminente a derrota da Alemanha na II guerra Mundial, disse que dos inimigos da Alemanha o país mais parecido com o III Reich eram os Estados Unidos.
Em 2013 a Barbárie Ocidental, chamada de Barbárie em Nome da Democracia, tem duas capitais Washington e Berlim. Londres obedece a Washington e Paris obedece, ao mesmo tempo, a Washington e a Berlim.
O presidente da República dos Estados Unidos, branco ou negro, faz o que lhe apetece, desde que o Parlamento dos Estados Unidos o permita. Actualmente o Parlamento dos Estados Unidos consegue ser bem pior que o presidente.
O facto de o presidente da República dos Estados Unidos ser negro, revela um grande progresso civilizacional, a nível interno, visto que foi um país que escravizou os negros e os proprietários dos escravos desencadearam uma guerra-civil para manterem a escravatura e quando essa guerra já estava, praticamente, perdida, organizaram uma conspiração em que assassinaram o presidente anti-esclavagista, Lincoln, e boa parte dos membros do seu governo.
Barack Obama ganhou duas eleições presidenciais, graças aos votos dos homens brancos e das mulheres brancas, visto que os negros são uma minoria nos Estados Unidos.
Chegado à cadeira do poder Barack Obama continuou com a política contra o Estado de Direito e contra o Direito Internacional, de George W Bush, através de raptos, prisões arbitrárias, tortura e assassinatos precedidos de tortura, de que a Rede Guantánamo e Sucursais são um belo exemplo. E tal com G W Bush continuou a fazer condenações à morte sem julgamento e a ordenar os respectivos assassinatos, nomeadamente com aviões não tripulados chamados «drones», prática do tempo da Barbárie, anterior à invenção do Direito pela República Romana.
Podemos dizer que George W Bush era pior que Barack Obama e é verdade. Mas, a civilização dos Estados Unidos é a cores, não a preto e branco. Um dos aspectos dos Estados Unidos é que teoricamente defendem o Estado de Direito, só que, na prática, fazem precisamente o contrário.
O Parlamento dos Estados Unidos, todos os anos, muito meritoriamente, analisa a problemática dos Direitos Humanos no Mundo. Mas, entra logo a seguir em contradição. Onde podia resolver problemas de violação dos Direitos Humanos como em Guantánamo e Sucursais não resolve.
Actualmente, a Síria é o bombo da festa da Selvajaria em nome da Democracia. Anti-Assad é uma coligação que envolve Washington, Berlim, Londres, Paris, Istambul, as Ditaduras Monárquicas Medievais do Golfo Pérsico, o Estado de Israel e vários grupos terroristas como a Al-Qaeda.
Tal como expliquei já neste blog o equilíbrio de forças a nível Mundial não é entre os bons e os maus. A Rússia e a China que travam a Selvajaria em Nome da Democracia que se abate sobre a Síria não o fazem por bondade, mas porque acham muito perigoso que a NATO se torne um novo III Reich, fazendo todas as selvajarias.
Como aqui já referi neste blog, na Europa antes da I guerra Mundial havia equilíbrio de forças estabelecido por impérios muito parecidos – o Império Britânico, o Império Francês, o II Império Alemão e o Império Austro-Húngaro, todos eles cristãos.
Saindo da criminalidade militar, dou agora exemplos de criminalidade civil – Mário Draghi é um criminoso legal, Durão Barroso é um criminoso legal, Vítor Gaspar é um criminoso legal e Carlos Moedas é um criminoso legal. Vou mostrar o curriculum de Carlos Moedas para explicar como a III República de Portugal caiu nas mãos do crime organizado legal.

CARLOS MOEDAS UM CRIMINOSO LEGAL

«Carlos Moedas: uma raposa sorridente no galinheiro»

«Esta semana Moedas tentou o impossível: afirmar, sorridente, que o relatório do FMI é bem feito e que serve os interesses do País. Nem a direita engoliu o recado. Mas quem é e quem representa este Secretário de Estado?»

«Carlos Moedas é o Secretário de Estado da Troika. Foi escolhido por Passos Coelho para essa função (que lhe perdoou o apoio a Paulo Rangel nas últimas eleições internas do PSD). No cargo Moedas procurou fazer o possível para a aplicação do plano da Troika – montou e dirige a ESAME (Estrutura de Acompanhamento de Memorandos) que concentra a tecnocracia necessária à aplicação do memorando, dirige com António Borges os processos de privatização e está na linha da frente da desmontagem do Estado social tal qual o conhecemos. Esta semana Moedas tentou o impossível: afirmar, sorridente, que o relatório do FMI é bem feito e que serve os interesses do País. Nem a direita engoliu o recado. Muito trataram de diminuí-lo, classificando-o de tecnocrata e “assessor”. Mas Moedas não é um pormenor. É o interlocutor do Governo com a troika. Defende o relatório porque o Governo defende o relatório – quer tomá-lo como ensaio do anúncio futuro ao País. Por isso, não nos enganemos. Neste processo, Carlos Moedas é o Governo. O que impõe a pergunta, quem é e quem representa este Secretário de Estado?

De aprendiz de privatizador a funcionário do Goldman Sachs

Carlos Moedas afirmou numa entrevista que os melhores anos da sua vida foram passados na Harvard Business School. O ninho de gestores da elite mundial, para onde foi depois de uma passagem pela gigante francesa Suez-Lyonnaise des Eaux, empresa que abocanhou boa parte das privatizações das águas públicas na Europa, sudeste asiático e América Latina. A passagem por Boston, em 2001, rendeu-lhe as boas graças do Goldman Sachs, o mesmo Goldman Sachs que já nessa altura emitia lixo financeiro a partir da especulação imobiliária, contribuindo com a sua parcela da crise financeira de 2007/2008. Carlos Moedas rumou depois a Londres para representar o banco em “aquisições e fusões na área imobiliária”, António Borges foi seu conselheiro e companheiro de jornada. O bom trabalho valeu-lhe a transferência para o Eurohypo Investment Bank (Grupo Deutsche Bank), onde contribuiu com o seu saber na aquisição da imobiliária sueca Tornet pelo Grupo Lehman Brothers, o mesmo Lehman Brothers que faliu em 2007, fazendo estourar a bolha do imobiliário.

De gestor imobiliário a testa-de-ferro do grupo Carlyle

Em 2004, o atual Secretário de Estado retornou a Portugal para assumir o comando da Aguirre Newman, empresa de consultoria imobiliária com grande influência no mercado português. Nos anos seguintes, a Aguirre Newman manteve relações muito próximas com a NORFIN, a sociedade imobiliária de Miguel Pais do Amaral (Quifel Holdings), João Brion Sanches (BCP), Alexandre Relvas (dirigente do PSD), António Vilhena e Filipe de Button (Logoplaste). Nesse período, Carlos Moedas intermediou várias negociações, como o fundo da Quinta da Trindade, no Seixal, que valeu 200 milhões de euros à NORFIN, ou ainda o polémico caso da Office Park Expo (atual Campus da Justiça).

A ligação foi tão intensa que, em 2008, Carlos Moedas encabeçou, conjuntamente com os sócios da NORFIN, a Crimson Investment Management, uma holding do Grupo Carlyle – o portento do armamento e petróleo (o mesmo grupo a quem Durão Barroso ofereceu 45% da Galp em 2004) – que já possui parte do Freeport em Alcochete. Três anos depois, já com Carlos Moedas no Governo, a NORFIN foi escolhida para a gestão do fundo do “Mercado Social de Arrendamento”. A vida, como sabemos, dá muitas voltas.

A senhora Moedas e o sócio do BES

Com a ida para o Governo, Carlos Moedas ficou obrigado por lei a desfazer-se das suas sociedades. O Secretário de Estado não perdeu tempo. No dia 10 de dezembro de 2011, na 4º Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, a sociedade Crimson Investment Management transformou-se em sociedade unipessoal da esposa de Carlos Moedas. Quando foi questionado sobre esse processo pela revista Sábado este esclareceu, “podia ter ficado com a empresa [crimson] mas não quis por uma questão de honra pessoal”. E honra, como sabemos, não é coisa que se transacione no terminal da bloomberg.



Esta não é, porém, a única sociedade do adjunto de Passos Coelho. Ele detém uma participação na WIN World, cuja especialidade é a organização de palestras e cursos de formação para empresários. Como sócio de Moedas na WIN World encontramos: Miguel Pitté Reis Moreno, membro do Conselho de Administração da Tranquilidade Seguros (BES), seguros (BES) e Espírito Santo Saúde. Reis Moreno é, portanto, um grande conhecedor do mercado de seguros em Portugal, um conhecimento que pode ser muito útil ao seu sócio, uma vez que Carlos Moedas é o responsável pelo processo de privatização dos seguros da CGD.» (Adriano Campos, in «Esquerda net»)