domingo, 28 de abril de 2013

OS COMPADRES DA ESPIRAL RECESSIVA


Cavaco Silva «o génio da banalidade» da mesquinhez e da intriga tornou-se fervoroso apoiante da espiral recessiva criada pelo governo PSD-CDS-Troika, no discurso que fez em 25 de Abril de 2013.
Condena a oposição que critica a caminhada para o abismo que o governo de Passos Coelho, com o ministro das Finanças da Troika Vítor Gaspar, está a arruinar Portugal, um país onde Vítor Gaspar age como estrangeiro.
Cavaco Silva, Passos Coelho e Vítor Gaspar querem empobrecer ainda mais a maioria dos portugueses e querem destruir a esperança. Estes indivíduos, na prática, o que querem são falências de empresas, desemprego em aumento perigoso, empobrecimento da maioria dos portugueses.
O Congresso do Partido Socialista que está a decorrer não traz grandes novidades, visto que é para confirmar a liderança de António José Seguro. No entanto, é bom recordar que é urgente a queda deste governo de traidores. Mesmo quem não aprecia muito António José Seguro, deve lembrar-se que para Portugal sair da caminhada para o abismo é necessário que Passos Coelho caia.
A espiral recessiva é muito perigosa, porque destrói a economia.
O objectivo da política honesta é desenvolver a economia para aumentar a qualidade de vida dos cidadãos.
Como aqui já referi muitas vezes a criação da moeda euro sem Banco Central foi um acto colectivo perigoso. O «BCE» é um falso Banco Central. A moeda euro não devia ter entrado em circulação sem um Banco Central verdadeiro, semelhante à Reserva Federal dos Estados Unidos. Entrou em circulação pela porta errada.
A crise de Portugal é a crise da Zona Euro. Mas, Portugal não ganha nada em ter um governo de traidores como o actual. Portugal precisa de um governo que defenda os interesses da maioria dos portugueses.

1 comentário:

  1. -> O "crescimento" à força bruta de endividamento e de dinheiro mal gasto... no final da sua fase mais delirante... atirou-nos para a fronteira da bancarrota.
    -> Ao contrário do "crescimento" à força bruta... o CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL é mais suave...
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    ANEXO:
    Combater o Risco de Implosão Social
    [O fraccionamento do trabalho]
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    -> O "crescimento" à força bruta... conduz os Estados em direcção à bancarrota.
    -> Ficar à espera de um crescimento económico significativo... sustentável... poderá ser uma espera demorada.
    -> Quanto maior o desemprego... maior o risco de implosão social.
    .
    -> Com algum exagero, um internauta anónimo disse:
    «Querem acabar desemprego?
    Aumentem a laboração (dia de trabalho para 12 horas), com 2 turnos de 6 horas, claro que haveria de haver uma diminuição de salário para alguns (pois haveria redução de horas), mas haveria trabalho para todos...»

    ---> A 'coisa' não seria assim tão linear... leia-se, a ser inscrito na Constituição:
    1- com uma taxa de desemprego entre 5-9 por cento - caso exista mão-de-obra qualificada disponível, e para empregos de salário superior a 3 salários mínimos - uma entidade patronal deverá poder aumentar (sem custos salariais adicionais) um turno de 8 horas... para dois turnos de 6 horas;
    2- com uma taxa de desemprego entre 10-14 por cento - (caso exista...) e para empregos de salário superior a 2,5 salários mínimos - uma entidade patronal deverá poder aumentar (sem custos...) um turno de 8 horas... para dois turnos de 6 horas;
    3- com uma taxa de desemprego entre 15-19 por cento - (caso exista...) e para empregos de salário superior a 2 salários mínimos - aumentar um turno de 8 horas... para dois turnos de 6 horas;
    4- com uma taxa de desemprego superior a 20 por cento - (caso exista...) e para empregos de salário superior a 1,5 salários mínimos - aumentar um turno de 8 horas... para dois turnos de 6 horas -> NOTA: nesta situação, o salário mínimo 'fraccionado' equivalerá a 75% [1,5 a dividir por dois] do salário mínimo normal.
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    P.S.
    -> O "crescimento" à força bruta... favorece a alta-finança (capital-global).
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    -> Todos pudemos assistir a uma incrível e monumental campanha [nota: a superclasse (alta finança - capital global) controla a comunicação social] no sentido de ridicularizar todos aqueles que eram/são contra o 'viver acima das possibilidades'... ou seja, ridicularizar todos aqueles que eram/são anti-endividamento excessivo; um exemplo: no passado, Manuela Ferreira Leite foi ridicularizada por ser uma ministra anti-deficit-excessivo; e mais, chegam a retratar o contribuinte alemão (que recusa ser saqueado) como novos fascistas/nazis...
    -> O discurso de qualquer 'cão/gato' anti-austeridade tem logo direito a amplo destaque... [nota: a superclasse controla a comunicação social].
    --->>> Um afrouxamento no controlo rigoroso das contas públicas (fim da austeridade)... proporciona oportunidades para a superclasse... isto é, ou seja, com tal afrouxamento, a superclasse (e suas marionetas) passam a poder 'CAVAR BURACOS' sem fim à vista: BPN's, PPP's, SWAP's, etc...

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