domingo, 21 de abril de 2013

O EIXO DO MAL DA SIC NOTÍCIAS – UM OLHAR CRÍTICO


Tenho visto com uma certa regularidade o programa humorístico «O eixo do mal» da «SIC Notícias», em que há um comentador muito direitista, depois há um votante no PSD, mas que discorda com Passos Coelho, um elemento ex-Bloco de Esquerda e uma mulher cujo nome pouco interessa, que na prática é quem mais defende o governo PSD-CDS-Troika, mais ainda que o tal elemento muito direitista. Ela sempre defende o ponto fulcral do programa do governo PSD-CDSD-Troika que é o discurso da inevitabilidade, o discurso do não há alternativa. Acaba sempre por dizer, ou acabou em todos os programas que eu vi que não há alternativa, que não há alternativa. Diga o que disser esta comentadora acaba sempre por concluir que não há alternativa e alinha com Ângela Merkel quando afirma que os portugueses são os culpados de todas as desgraças que lhes acontecem e, presumo, ainda ao resto do Mundo, melhor os portugueses e os gregos.

1 comentário:

  1. Mas essa senhora jornalista e o senhor ex-bloquista são fundamentalistas e acreditam religiosamente que o mal de todos os males se resume á Alemanha. Pelo discurso destes iluminados obcecados fica-se com a ideia de que se não existissem alemães e outros países maus do género (enfim daqueles que se sabem organizar sem se endividar..), Portugal, a Grécia, a Espanha etc.. seriam todos muito prósperos..?! e tudo estaria resolvido..
    De resto aproveitam todas as oportunidades para tentar estabelecer paralelismos ridículos e deselegantes mas fáceis de fazer e de pegar, com pseudo-imperialismos e fantasmas da 2a guerra.. É todo um discurso gasto e enjoativo caso p/ comentar só: não se aguenta...

    Eu aliás não ando muito bem de finanças e aproveitava p/ pedir uns trocos emprestados a essas Sumidades, com a garantia de que, eventualmente, dentro de 20 ou 30 anos lhes poderei pagar de volta. Se estiver humorado para isso ou até se estiver disposto em fazê-lo, porque acredito que se não estiver para aí virado também nenhum dos 'vendedores de democracia demagógica' me viesse pedir o dinheiro de volta! Era o que mais faltava!

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