sexta-feira, 29 de março de 2013

OS CAMIÕES COM DINHEIRO DOS LADRÕES QUE ASSALTARAM CHIPRE LIDERADOS PELA LADRA ÂNGELA MERKEL, PELO PADRINHO DA MÁFIA MÁRIO DRAGHI E PELOS SEMI-INEXISTENTES FRANÇOIS HOLLANDE E DURÃO BARROSO


A quadrilha que assaltou os bancos de Chipre é liderada pela ladra Ângela Merkel. Outros ladrões são o padrinho da Máfia Mário Draghi e os semi-inexistentes e semi-inúteis François Hollande e Durão Barroso.
A seguir a estes assaltantes vêm todos os governos da Zona Euro, também todos eles assaltantes de bancos.
Esta quadrilha que assaltou os bancos de Chipre resolveu enviar dinheiro em camiões para Chipre, mas com um valor inferior ao do assalto, que previamente fizeram.
Ao que nós chegamos, a União Europeia está a ser dirigida por ladrões e ladras, assaltantes de bancos. 


«Chipre e Nós»

«Estamos como aqueles prisioneiros dos campos de concentração que viviam na ilusão de que a vez deles talvez não chegasse enquanto os outros iam sendo encaminhados para as câmaras de gás. Não se vê nenhuma cruz gamada, não há soldados a gritar ordens, a frase “Arbeit macht frei” ainda não aparece à entrada do nosso país.
Mas o ministro Schaüble, Durão Barroso e os donos da Europa germanizada metem medo. Não precisam de invadir nem de bombardear. Tomam uma decisão e exterminam um país. Ontem foi Chipre. Os quintas-colunas que governam os países europeus e os comentadores arregimentados acham que não se pega, Chipre é um pequeno país. Já tinham dito o mesmo da Grécia. Enquanto não nos puserem uma marca na lapela, eles julgam que vamos escapar. Mas eu já estou a sentir-me condenado. Não consigo deixar de me sentir cipriota. Estava convencido que pertencíamos à União Europeia, um projecto de prosperidade partilhada entre estados iguais e soberanos. Mas Chipre, depois da Grécia e, de certo modo, nós próprios, fez-me perceber que esta Europa é uma fraude. Deixou de ser um projecto de paz e liberdade, começa a ser uma ameaça de tipo totalitário, com o objectivo de empobrecer e escravizar os países do Sul.
Por isso é conveniente que nos sintamos todos cipriotas. Antes que chegue a nossa vez.»

Manuel Alegre
Escritor, ex-candidato à Presidência da República (in blog «APRe»)


1 comentário:

  1. A FIRMEZA DO CONTRIBUINTE ALEMÃO (não cedendo à pressão vinda da imprensa - marioneta da superclasse) É FUNDAMENTAL PARA SALVAR A EUROPA
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    -> Depois de andar a 'cavar-buracos' um pouco por todo o lado (nas finanças públicas, na banca)... a superclasse (alta finança - capital global) quer pôr o contribuinte a tapar os buracos por si cavados!
    -> Depois de 'cozinhar' o caos... a superclasse aparece com um discurso, de certa forma, já esperado!... Exemplo: veja-se a conversa do mega-financeiro George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida».
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    -> O discurso anti-austeridade que circula por aí... pressupõe a existência de alguém que vai pagar/suportar o deficit... e já existe um alvo escolhido: o contribuinte alemão.
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    -> O discurso anti-alemão que reina nos media internacionais (nota: são controlados pela superclasse) é uma consequência óbvia: depois de 'cavar-buracos' e saquear contribuintes em vários países... a superclasse quer saquear o contribuinte alemão.
    -> A firmeza do contribuinte alemão (não cedendo à pressão vinda da imprensa - marioneta da superclasse) é fundamental para salvar a Europa.
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    Uma nota: contrariando os interesses da superclasse, deve existir uma Banca pública forte... por motivos óbvios: É MUITO MAIS FÁCIL DE CONTROLAR um ou outro abuso de um gestor público... do que... os buracos (sem fim à vista) 'cavados' pela alta-finança (capital global).

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