quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

4 700 CONDENAÇÕES À MORTE SEM JULGAMENTO E RESPECTIVAS EXECUÇÕES PELOS PROPAGANDISTAS DO ESTADO DE DIREITO


A Barbárie praticada pela NATO, uma organização de tipo feudal, em que todos os países são vassalos dos Estados Unidos e alguns dos quais tem sub-vassalos, está na época bárbara anterior à invenção do Direito pela República Romana na Antiguidade. A Alemanha é vassala dos Estados Unidos e a Croácia é vassala da Alemanha. Nesta contabilidade não estão os torturados na Rede Guantánamo e Sucursais. Não é feita qualquer referência ao número de torturados e de torturadas, nem ao tempo que demoram a morrer, sob tortura.
Há quem estime que na Rede Guantánamo e Sucursais os torturados e as torturadas nunca demoram a morrer menos de quatro dias. Além disso há médicos e enfermeiros nas câmaras de tortura para atrasarem o momento da morte o mais possível.
Nazismo «das raças inferiores» é a classificação para o tipo de nazismo praticado pela NATO. A NATO, em termos qualitativos de Barbárie não fica nada atrás do nazismo hitleriano nem da Inquisição católica. O mais curioso é que uma das organizações financiadas pela NATO para justificar a invasão da Síria e as selvajarias, como matanças com carros-bomba, praticadas por esses invasores se chama «Observatório Sírio dos Direitos Humanos». Os «Direitos Humanos» a que se refere este observatório devem ser os direitos dos torturadores e torturadoras  da rede Guantánamo e Sucursais, para torturarem quem muito bem entenderem até à morte, com apoio médico para prolongarem o mais possível o sofrimento na agonia que precede a morte dos torturados e das torturadas.



«Durante uma conferência, Lindsey Graham observou, citado na quarta-feira pelo diário "Easley Patch", da Carolina do Sul, que os ataques com drones causaram por vezes a morte a "inocentes, algo deplorável", reconhecendo, no entanto, que se está perante situações de guerra e que os Estados Unidos conseguiram "desfazer-se de alguns dos mais importantes membros da al-Qaeda" através desses ataques.

O número de vítimas dos ataques norte-americanos com drones revelado pelo senador republicano foi o primeiro a ser avançado por um congressista ou funcionário do Governo dos Estados Unidos sobre este tipo de operação, que é desenvolvida secretamente.

A estimativa de Lindsey Graham, cuja fonte não foi revelada, é mais elevada do que a maioria dos dados divulgados por grupos críticos aos ataques com drones.

O investigador Micha Zenko estimava em janeiro, num relatório do centro de estudos Council of Foreign Relations, que o número de mortes seria de 3430.

Graham considera que os ataques com drones são "uma arma tática necessária" ao salientar que há zonas na fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão que são de difícil acesso.» (In «JN» net)

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