sábado, 19 de janeiro de 2013

ÓDIO AO EXPRESSO E AO SEU DIRECTOR


Um tal Costa, actual director, do jornal oficioso do PSD chamado «Expresso» despertou em mim ódio, revolta e desprezo por esta comunicação social desonesta e vil, que acabei de ouvir na SIC. Fez um sermão a atacar a oposição. Se todos fizessem como eu esse jornal oficioso do PSD não existia, porque eu nunca o compro. É uma vergonha este jornal.


«EXPRESSO» – 40 ANOS - A FAZER PUBLICIDADE SEMANAL DO PENSAMENTO DA DIREITA PORTUGUESA
Reflictam um pouco sobre o tipo de opinião que o jornal «Expresso» tenta fazer.

«Pensem bem

Nunca vi o Expresso defender uma causa com tanto zelo.

Ontem, a manchete proclamava”Durão 1- RTP 0” e, por baixo, zunia – em grande destaque – a seguinte ementa:
“Indemnização de Rangel é de 147 mil contos” (...por azar?) “ilíquidos”, “SIC processa antigo director geral”, “Carrilho pede intervenção do Presidente da República” e “O PS reforma Arons de Carvalho”.



Também na primeira página vinha um editorial – “O fim do saque à RTP?” – em que se “aplaudia o governo e se recomendava silêncio e “pudor” à oposição.






Na quarta página, Fernando Madrinha apoiava a política de Morais Sarmento e, de caminho, ia lamentando que desde quinta-feira o Telejornal abrisse com as manifestações dos trabalhadores da casa, seguindo uma orientação “guerrilheira e umbiguista”.






Na página seis, com a história do despedimento da administração da RTP (informada e neutra), aparecia o interessante currículo de um dos sucessores, Luís Marques, o “único com carreira nacomunicação social, jornalista, actual colunista do Expresso” e “ex-subdirector de Informação da SIC, de onde saiu há um ano, por discordâncias com Rangel”.




Na página sete, continuava a dança, com três notícias triunfais: “Rangel pode ficar sem nada”; Rangel não conseguiu aumentar a audiência da RTP 1; e o Tribunal de Contas condena a gestão da televisão do Estado.




Na habitual coluna do “sobe e desce”, Morais Sarmento estava evidentemente no “alto”, com suaves louvores, e Rangel no “baixo”, com uma descompostura em forma,


como, de resto João Carlos Silva no “sobe e desce” do 2º caderno.


Na página 13, Henrique Monteiro exigia o fim da publicidade na RTP.



Na página 28, um segundo editorial tornava a defender a política de Morais Sarmento.









E, na última, caso alguém não tivesse ainda percebido, José António Lima repetia o sermão.


Que dizer disto?...»

(Vasco Pulido Valente in «Diário de Notícias»)

1 comentário:

  1. Ainda te deste ao trabalho de ler essa merda de jornal! Paciência a tua! Aquilo sempre me cheirou mal, os intelectuais conservadores, os que olham para a sociedade como um livro aberto sempre na mesma página, esses é que eu habitualmente vi babarem-se orgulhosos que iam para a varanda ou mesmo para junto da piscina com o Expressozinho... Paciência a tua!... Mas vá lá, sempre deu para alertares aqui alguns pontos a ver se o pessoal manso abre mais os olhos.

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