sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

«NEM TUDO O QUE É LEGAL É HONESTO» FOI DITO NA REPÚBLICA ROMANA NO SÉCULO I a.C.



A legalidade da arquitectura legislativa da moeda euro e do falso «BCE» é uma legalidade que não é honesta.
O banco norte-americano «Goldman Sachs» é uma instituição legal, que não é honesta.
O «Goldman Sachs» é um dos maiores bancos de investimento do mundo. Foi fundado em 1869 por Marcus Goldman e está sedeado actualmente em Nova Iorque. Tem escritórios em outros centros financeiros como Auckland, Bombaim, Boston, Chicago, Cidade do México, Dallas, Dubai, Frankfurt, Hong Kong, Londres, Los Angeles, Madrid, Melbourne, Miami, Milão, Mónaco, Moscovo, Paris, Pequim, Singapura, Sydney, San Francisco, São Paulo, Seul, Taipé, Tel-Aviv, Tóquio, Toronto e Zurique.
Os funcionários superiores deste banco têm trabalhado na legalidade relativa, e na desonestidade evidente.
As leis são feitas pela alta burguesia e pelos seus capatazes, em proveito próprio, mas mesmo com uma legalidade não honesta, há sérias dúvidas de que o banco «Goldman Sachs» não respeitou essa atrás referida legalidade. Burlou clientes seus a quem vendeu ‘lixo tóxico’, e apostou contra esses produtos ‘lixo tóxico’ na «AIG», que foi à falência. A «AIG» foi tirada da falência com o dinheiro dos contribuintes norte-americanos, e mesmo assim foi obrigada a pagar ao banco «Goldman Sachs» dinheiro que não devia ter pago, produto de especulação fraudulenta.
Para muitas pessoas o banco «Goldman Sachs» é uma instituição planetária do crime organizado de colarinho branco.
Os quadros que por lá passaram são vistos como ladrões legais. Mas, embora a legalidade tenha sido feita para proteger a alta burguesia, há sérias dúvidas sobre a legalidade (já de si perversa) dos procedimentos deste banco.
O documentário «Inside Job» desmascara as golpadas do «Goldman Sachs» e da alta burguesia financeira em geral. Já tive esse documentário neste blog, mas foi removido, mas não por mim, nem ninguém me deu qualquer satisfação sobre essa remoção.
Mário Draghi é um indivíduo que andou nas negociatas do Goldman Sachs, como muitos outros vigaristas do género, com o ex-ditador Mário Monti.
Mário Draghi, é factualmente, um criminoso de colarinho branco, motivo pelo qual foi escolhido para dirigir o ilegítimo «BCE». Este mafioso italiano disse que a austeridade custe o que custar na Zona Euro já foi tão longe que a solução é ir ainda mais longe, entenda-se é ir até ao colapso total das economias para as quais esse colapso foi planeado pelos neoliberais.

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