sábado, 12 de janeiro de 2013

A CRIMINALIDADE LEGAL E A UNIÃO EUROPEIA


No Senado da República Romana ouvia-se muitas vezes - «NEM TUDO O QUE É LEGAL É HONESTO».

Tendo sido Friedrich Nietzsche o filósofo oficial do nacional-socialismo alemão ou nazismo não acho que tal escolha tenha sido um equívoco de Hitler e dos seus assessores na área da Filosofia. Nietzsche odiava a democracia, Nietzsche odiava o socialismo e o comunismo e detestava as classes operárias.
Parece-me pois que as obras mais importantes de Nietzsche são, efectivamente, compatíveis com os aspectos base do nacional-socialismo alemão.
No entanto, elas são também mais que isso, permitem-nos uma reflexão sobre os abusos das elites económicas-financeiras-sociais e políticas da Direita. O conceito Mal, para Nietzsche, é definido pelos detentores do poder.
A crueldade do FMI, do «BCE» e da «CE», ou troika utilizando o conceito da língua de Tolstoi, está a ser, progressivamente, mais evidente. A troika defende a alta burguesia custe o que custar.

É aqui que tem interesse a obra de Nietzsche, o Mal, para a troika é tudo o que vá contra os interesses da alta burguesia. O conceito de está Mal para a troika é para designar os interesses e o bem-estar da maioria da população portuguesa.

Ora as leis da moeda euro e do falso «Banco Central Europeu» são para fazer o «Bem» à alta burguesia, são determinações legais, mas desonestas.

As leis imorais que permitem que a alta burguesia fuja, «legalmente», ao Fisco são de altíssima crueldade, numa perspectiva das classes oprimidas por essa alta burguesia são leis criminosas, são leis que legalizam a criminalidade.

O relatório do FMI encomendado por Passos Coelho é de uma crueldade insuportável.

O dono do «Pingo Doce», que foge ao Fisco alegremente e impunemente fez declarações de uma crueldade tal, que tive que ir ler Nietzsche, para encontrar aí uma explicação.

As imposições da troika e as declarações dos funcionários da troika e de alguns elementos do governo PSD-CDS e de alguns elementos da alta burguesia como Fernando Ulrich, e Alexandre Soares dos Santos configuram um novo tipo de nazismo, um nazismo «das raças inferiores» escudado na perversão da Democracia no século XXI.


«Os vampiros

por Sérgio Lavos

"Tenho um pacemaker colocado pelo estado que não me custou nada. Não admito isso".

Esta frase, dita por Alexandre Soares dos Santos numa entrevista ao Expresso, resume o pensamento do homem que decidiu mudar a sede da SGPS que preside para fora do país de maneira a fugir aos impostos portugueses. É de uma falta de vergonha insultuosa para todos os portugueses que beneficiam de saúde que pagaram com os seus impostos. Como Soares dos Santos tem parte da sua fortuna em off shores, desvaloriza o esforço contributivo de quem não pode fugir ao fisco e paga para que quem não pode pagar possa ter acesso a cuidados de saúde gratuitos (ou perto disso). Eu também não admito que seja insultado regularmente por esta gente que vive do suor dos portugueses que trabalham e enriquece à conta dos benefícios que os sucessivos governos atribuem às grandes empresas portuguesas.» (In blog «Arrastão»)

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