sábado, 19 de janeiro de 2013

A CAPTURA DO ESTADO PORTUGUÊS E DA COMUNICAÇÃO SOCIAL PELA ALTA BURGUESIA


O aparelho conceptual propagandeado pelo PSD de Passos Coelho e pelos seus propagandistas tem origem no conceito do alemão Joseph Goebbels, que dizia que «uma mentira de tantas vezes ser repetida acaba por se transformar em verdade».
A dominação financeira-económica-social-política da III República portuguesa pela alta burguesia é considerada inevitável, um bem, abençoada pelo cardeal-patriarca de Lisboa, e talvez este poder da alta burguesia seja considerado de origem divina como o era o do rei absoluto da França Luís XVI (antes de ser executado pelos republicanos).
O actual poder da alta burguesia em Portugal é tão inevitável como foi o  poder do rei da França Luís XVI.

«Pedro Passos Coelho, o resto dos governantes e o batalhão de propagandistas do Governo regularmente vêm gabar-se da renegociação que estão a levar a cabo com os privados das PPP's rodoviárias. A renegociação destas parcerias foi apresentada como trunfo eleitoral. Mas a realidade é madrasta e o Governo embateu de frente com os interesses das clientelas que parasitam o Estado e os nossos impostos. Não foi uma questão de impotência, mas de pura demagogia; o Governo nunca teve realmente vontade de acabar com o negócio monopolista que as concessionárias das auto-estradas conseguiram junto do Estado. Mas a opinião pública precisava de alguma fumaça. Ao longo dos últimos meses, o inefável secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, foi aparecendo nas tribunas do costume - perdemos as contas às vezes que o sucedâneo de jornalista Mário Crespo o convidou para o seu circo televisivo - explicando o esforço hercúleo do Governo neste dossier. Tal esforço não foi em vão. Mais de um ano e meio depois, o resultado é... mais uma ida ao bolso dos portugueses. No fim de tudo, de um esforço de poupança anual no valor de 250 milhões de euros prometido pelo Governo, apenas 12 milhões serão recuperados ao lucro dos accionistas. Extraordinário feito! O resto virá dos aumentos no preço das portagens e na introdução de mais pórticos numa série de vias circundantes de Lisboa e do Porto. Sem falar das contrapartidas dadas pelo Governo em troca da redução de 12 milhões, entre elas a passagem da responsabilidade da manutenção das infra-estruturas para o lado do Estado –  alguém poderá contabilizar o que isto significa em termos de encargos financeiros para as gerações vindouras?

Abençoadas "gorduras do Estado" - pelos vistos, esta expressão referia-se às gorduras, ao couro e ao cabelo do médio contribuinte português. Valha-nos o facto de estarmos a contribuir para uma benemérita causa: os prémios dos gestores e os dividendos dos accionistas das concessionárias que vão manter as suas rendas intocadas.» (In blog «Arrastão»)

1 comentário:

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