terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A CAIXA DE PANDORA DOS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE QUE NUNCA PRESCREVEM


A Direita portuguesa abriu a caixa de Pandora dos Crimes Contra Humanidade praticados pelo «Regimento de Comandos da Amadora» em Moçambique. Uma curiosidade sobre esta unidade militar, especializada em Crimes Contra a Humanidade, é que bombardeou, por puro divertimento, com um morteiro, o Centro Comercial do centro da cidade da Amadora (em 25 de Outubro de 1978) matando um homem e provocando grandes destruições.
A prática do «Regimento de Comandos da Amadora» em Moçambique imita o nazismo alemão no seu pior – o extermínio de homens, mulheres e crianças de todas as idades em orgias de álcool e sangue. O «Regimento de Comandos da Amadora» praticou actos de selvajaria sobre mulheres e crianças em Moçambique, actos qualitativamente iguais aos que levaram os Aliados, nos Julgamentos de Nuremberga,



 a condenarem à morte e a executarem por enforcamento



 militares alemães do III Reich.
Por outro lado, os Crimes Contra a Humanidade nunca prescrevem. E Portugal é signatário do chamado TPI (Tribunal Penal Internacional), a quem os países signatários reconhecem o direito de julgar os seus cidadãos que tenham cometido Crimes Contra a Humanidade.
Os genocídios realizados em Moçambique pelo «Regimento de Comandos da Amadora» em Wiryamu, Chawola e Juwau configuram a prática de Crimes Contra a Humanidade.
Homens, mulheres e crianças de todas as idades foram queimados vivos em orgias do mais alto grau de selvajaria e sadismo, numa imitação do nazismo alemão no seu pior pelos referidos «Comandos da Amadora».


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