quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A BARBÁRIE EM NOME DA DEMOCRACIA OU A SELVAJARIA DA CLASSE POLÍTICA DOMINANTE NO OCIDENTE


Já ouvi dizer que quem extermina os civis de duas cidades com duas bombas atómicas é capaz de tudo. Às vezes parece que sim. Não há limite para a Barbárie Em Nome da Democracia.
Os civis japoneses de Hiroxima e de Nagasáki foram exterminado, no contexto de um guerra que já estava mais ganha pelos Aliados. Para propaganda foi dito que os japoneses eram militarmente tão fortes que só com bombas atómicas se podia vencê-los.
Desde que o III Reich da Alemanha capitulou sem condições o Japão estava mais que vencido. Sozinho contra os Estados Unidos e contra a união Soviética o que podia fazer? Render-se e nada mais.
Os Estados Unidos lançaram as duas bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáki para assustar Estaline. Não só não se assustou Estaline como iniciou a construção de um arsenal de bombas atómicas de gigantesca magnitude.
Apesar de terem chacinado os Civis de Hiroxima e de Nagasáki com duas bombas atómicas os Estados Unidos não impuseram a rendição incondicional ao Japão. O império do Japão aceitou render-se com uma condição – manter a monarquia e manter intocável o imperador Hirohito, o responsável pelo ataque a Pearl Harbor.
Hirohito ficou impune. Na Alemanha a rendição foi mesmo incondicional, como tinha sido acordado por Estaline, Roosevelt e Churchill, com a destruição do próprio Estado, substituído por Zonas de Ocupação.
Na Itália a rendição foi também incondicional, sendo abolida a monarquia fascista e substituída por uma República.
Como vimos, a rendição do Japão foi condicional e a única condição exigida foi aceite.
O neoconservador George W Bush inaugurou no século XXI a Barbárie Em Nome da Democracia, assessorado pelo trabalhista inglês Anthony Blair, da Internacional Socialista, com a invasão do Iraque atrás das famosíssimas «Armas de Destruição Maciça» Invisíveis e com a criação da Rede de Raptos, Torturas e Assassinatos Guantánamo e Sucursais.
Agora está na moda a Barbárie em Nome da Democracia contra a Síria.
Os «média» dominantes do Ocidente deveriam dizer a I Revolta Mundial de 1914-18 e a II Segunda Revolta Mundial, em vez de a I Guerra Mundial e de a II Guerra Mundial. É o que fazem com a Síria em vez de dizerem a Guerra da Síria, dizem a «Revolta da Síria».
Nesta Guerra da Síria estão tropas da França do «socialista» colonialista Hollande, da Inglaterra, dos Estados Unidos, e da Alemanha concentradas na Turquia de onde os ocidentais coordenam a invasão da Síria, aliados às Ditaduras Medievais do Quatar, da Arábia Saudita e do Bahrein.
Fornecem treino, dinheiro e material de Guerra a todo o tipo de terroristas anti-Assad, incluindo da Al-Qaeda.
Um material de guerra muito utilizado pelos invasores da Síria são os mísseis franceses Milan.
Uma das curiosidades desta guerra é que François Hollande fornece apoio na Guerra contra a Síria aos mesmos islamitas contra os quais combatem tropas francesas no Mali. São ‘mal agradecidos’ estes islamitas.
Esta Barbárie Em Nome da Democracia contra a Síria não é para implantar nenhuma Democracia.
Se os ocidentais quisessem implantar a Democracia nos regimes árabes começavam pela Arábia Saudita, pelo Quatar e pelo Bahrein. Não querem saber da Democracia para nada os ocidentais, gostam é de apoiar as Ditaduras Medievais do Quatar, da Arábia Saudita e do Bahrein.!!!!!
Esta deriva para a Barbárie da Nato e para o apoio a Ditaduras Medievais na Arábia Saudita, no Quatar e no Bahrein representa um orgia de hipocrisia dos ocidentais.

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