segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E REFORMADOS TORNARAM-SE PAGADORES DE DÍVIDAS AO BPN, ENQUANTO FIGURAS CONHECIDAS E DESCONHECIDAS ENCHEM OS BOLSOS COM OS SEUS SUBSÍDIOS EXTORQUIDOS POR PASSOS COELHO E CAVACO SILVA

Começamos a saber para que bolsos foram os subsídios de férias e de Natal, extorquidos por Passos Coelho, com a assinatura concordante de Cavaco Silva, embora tal extorsão tenha sido ilegal.
A República das Bananas em que Passos Coelho e Cavaco Silva transformaram Portugal mostra o incrível, o inacreditável. O dinheiro roubado aos funcionários públicos e aos reformados está a ser entregue a uma máfia com nomes, que vamos conhecendo, horrorizados e perplexos.

«Estado assume dívida de 10 milhões de euros de Vítor Baía

Por Ana Tomás, publicado em 31 Dez 2012 - 12:27 | Actualizado há 8 horas 48 minutos

O Estado assumiu as dívidas de duas empresas de Vítor Baía ao BPN, no valor de 10 milhões de euros, noticia a edição desta segunda-feira do “Correio da Manhã”.

A dívida, assumida pela empresa pública Parvalorem, resulta da concessão de créditos pelo banco, na altura liderado por Oliveira e Costa, às sociedades Sunderel e Cleal, geridas por António Manuel Esteves, ex-sócio de Baía e a quem o ex-jogador acusou de burla.



As dívidas daquelas duas empresas ao BPN foram transferidas para a Parvalorem, sociedade criada para acolher os activos tóxicos do banco, que foi nacionalizado no início de Novembro de 2008 e reprivatizado em 2011, através da venda ao BIC, por 40 milhões de euros.



Apesar do valor da dívida da Sunderel e da Cleal, a rondar os 10 milhões de euros, "os créditos das empresas de Vítor Baía não são os piores, porque têm garantias reais” e darão para pagar a quase totalidade do montante por liquidar, garantiu ao Correio da Manhã fonte ligada ao processo.



Além da transferência das dívidas daquelas duas firmas para a Parvalorem, desde o final de 2011 que a empresa pública adquiriu ao BIC créditos malparados no valor total de quase 4,2 mil milhões de euros.» (In jornal «i» net)

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