segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

BOLÍVIA NACIONALIZA ELECTRICIDADE


Contra a corrente neoliberal que devasta a qualidade de vida dos trabalhadores da Europa do Sul e da França, o presidente da República da Bolívia, Evo Morales, nacionalizou a electricidade.
Temos aqui na Bolívia, mais um golpe de Estado para a NATO tentar organizar.


«Bolívia nacionaliza empresas de eletricidade da Iberdrola

Presidente Evo Morales diz que medida foi necessária para “garantir o direito humanitário à eletricidade” por parte das populações rurais. Empresa espanhola cobrava tarifas mais altas nas áreas rurais. Desde 2006, governo já nacionalizou várias empresas em vários sectores, desde o petróleo às telecomunicações, passando pela indústria mineira e energia.

Evo Morales considerou que a nacionalização vai “garantir o direito humanitário à eletricidade” por parte das populações rurais. Foto de Yves Picq, wikimedia commons
O presidente da Bolívia, Evo Morales, justificou este sábado a decisão de nacionalizar as duas empresas distribuidoras de eletricidade do grupo espanhol Iberdrola com a necessidade de ampliar a cobertura do serviço em áreas rurais e de igualar as tarifas cobradas, mais altas nas áreas rurais que nas urbanas.

"Fomos obrigados a dar esse passo para as taxas de serviços elétricos serem equitativas em La Paz e Oruro e garantir que a qualidade de serviço de energia elétrica seja uniforme em áreas rurais e urbanas", disse. Morales considerou que a nacionalização vai “garantir o direito humanitário à electricidade” por parte das populações rurais. "Somos obrigados a tomar este passo para que as tarifas de electricidade sejam uniformizadas”.

Segundo descreve o El País, as zonas rurais pagam o equivalente a mais 0,10 euros por cada Kilowatt hora (kWh), além de o serviço ser mais irregular.

Mais de 700 polícias e militares guardam as instalações das empresas elétricas Electropaz e Elfeo, expropriadas pelo governo à Iberdrola, de acordo com um ministro da Bolívia. O executivo destacou um total de 740 efetivos para guardar as sedes e instalações destas filiais nas regiões de La Paz e Oruro.

Cartazes com as cores da bandeira e a palavra “Nacionalizada”» (In «Esquerda Net»)

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