sexta-feira, 28 de setembro de 2012

VERDADES INCONVENIENTES PARA OS SENHORES DA GUERRA DA NATO


Tantas mentiras têm sido ditas pelos Senhores da Guerra da NATO para enganar quase todo o Mundo e também pelos «média» ocidentais que os apoiam.
Estas mentiras do novo colonialismo começaram com as célebres 'Armas de Destruição Maciça do Iraque'.
A conquista do Iraque e da Líbia foram motivadas pelo saque do petróleo e pelas ameaças de Saddan Hussein e de Kaddafi de venderem o petróleo noutra moeda que não fosse o dólar. As explicações oficiais são mentiras, tendo as mentiras sobre a Líbia sido divulgadas depois de a NATO ter iniciado manobras militares no Mediterrâneo para preparar a conquista da Líbia, muito antes das manifestações contra Kaddafi, organizadas pelos serviços secretos de países da NATO.
Este odioso novo colonialismo que já vai na Síria é uma expressão da barbárie em nome da Democracia.
Este odioso novo colonialismo é apoiado por muitas televisões, rádios, revistas e jornais dos países da NATO. O colonialismo antigo e o actual da NATO, são uma das piores expressões da barbárie. 

«Mas vários especialistas defendem que estamos num cenário de terceira guerra mundial, com a China, a Rússia e o Irão de um lado e os EUA, a União Europeia (UE) e Israel do outro. E que toda a conversa de Washington em torno do programa nuclear iraniano não passa de uma grande mentira.»
«Não acredito que todo este conflito seja motivado por armas nucleares. Na verdade, vários estudos recentes, alguns deles das mais respeitadas agências de informações norte-americanas, mostram que não existem armas nucleares no Irão. E acredito que tudo isto não se deve apenas aos recursos iranianos mas também à ameaça de Teerão de vender petróleo no mercado internacional numa moeda que não o dólar, uma ameaça também feita por Muammar Kadhafi, na Líbia, e Saddam Hussein, no Iraque. Os norte-americanos não gostam que ameacem o dólar e não gostam que ameacem o seu sistema bancário, algo que todos esses líderes fizeram – o líder do Irão, o líder do Iraque, o líder da Líbia. Derrubaram dois deles e o terceiro ainda lá está. Penso que é disto que se trata.» (John Perkins, in jornal «i» online)

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