quinta-feira, 6 de setembro de 2012

PORTUGAL NO MUNDO


«O relatório global do World Economic Forum de 2012 refere que Portugal tem um Estado que desperdiça dinheiro (…)

Portugal está em quarto lugar a nível mundial no que se refere à sua infra-estrutura rodoviária, uma lista liderada pela França, Emirados Árabes Unidos e Singapura.


Já em termos globais da qualidade das infra-estruturas, que inclui sectores como energia, telecomunicações e transportes, o país ocupa no 11º posto num total de 144 países.

Quando são feitas questões sobre segurança, desde crime organizado, terrorismo e violência, o país é considerado pelos que responderam ao inquérito como um dos mais seguros do mundo, escreve a Lusa.» Em Matemática quer dizer o quê? Em que número?

«Em termos de influência na economia do crime e violência, Portugal ocupa o 15.º posto em 144 países, o 18.º lugar quando se fala de terrorismo e o 26.º na lista.

O relatório adianta que o sistema judicial é «altamente influenciado» pelos governos, empresas e cidadãos e neste ponto Portugal atingiu o 67.º lugar.»

Estamos atrás da Mauritânia e até mesmo de Cabo Verde

Já no que se refere à forma como os governos desperdiçam dinheiro, a maneira como favorecem empresas e cidadãos de uma forma irregular ou como são transparentes nas suas políticas, Portugal está também mal colocado e atrás de países como o Burkina Faso, a Mauritânia ou mesmo Cabo Verde.

Em termos de desperdício de dinheiro por parte dos governos, o país está no 133.º posto em 144 países, no que se refere a favoritismos às empresas e cidadãos atinge o 67.º lugar e na transparência ocupa o 71.º lugar, logo atrás de Moçambique.

Refira-se ainda que, em termos de subornos e corrupção, a posição é bastante melhor, atingindo Portugal o 34.º lugar.» Aqui deve haver engano, penso que será mais elevado o número.

«O relatório global do World Economic Forum de 2012, divulgado hoje, indica que Portugal caiu quatro lugares na lista dos países mais competitivos em termos económicos, passando de 45.º em 2011 para 49.º este ano.

Para esta classificação terá contribuído positivamente a qualidade das instituições, que subiu cinco lugares relativamente a 2011, a saúde, a formação qualificada e a educação e a inovação.

Em termos negativos, a queda de quatro lugares no «ranking» deveu-se sobretudo ao ambiente macroeconómico, à queda brutal do sistema financeiro, em que o país caiu 21 lugares, e à preparação de Portugal para as novas tecnologias.»

O World Economic Forum é uma organização internacional e independente, sedeada na Suíça, que tem como compromisso «melhorar o estado do mundo, envolvendo líderes empresariais, políticos, académicos e outras individualidades da sociedade para estruturar agendas globais, regionais e da indústria», pode ler-se no seu sítio na Internet.» (Fonte - «Agência Financeira» net)

«OCDE: PORTUGAL FOI O 3º PAÍS ONDE DESEMPREGO MAIS AUMENTOU»
«Já desemprego jovem foi o segundo que mais cresceu.


Portugal foi o terceiro país da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde o desemprego mais cresceu desde Julho de 2011, aumentando 25,4 por cento para se fixar numa taxa de 15,3%.

Os números foram divulgados um dia antes da conferência da Comissão Europeia «Jobs for Europe», que se realiza na quinta e sexta-feira em Bruxelas, e na qual participa o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría.

Segundo a OCDE, em Julho de 2011, Portugal encontrava-se em 6.º lugar entre os 34 países que integram a organização, com uma taxa de desemprego de 12,2%.Um ano depois, Portugal saltou para o 4.º lugar da lista, ficando atrás da Espanha (24,3%), Grécia (22,9%) e Irlanda (15,4%), escreve a Lusa. Só a Grécia e a Itália tiveram um aumento do desemprego superior ao de Portugal entre Julho de 2011 e Julho de 2012 (36,3 e 35,6%, respectivamente).

Na União Europeia, a taxa de desemprego passou de 9,3 para os atuais 10,2%, enquanto na zona euro, a evolução foi mais negativa com os desempregados a aumentarem de 9,7 para 11%.

Jovens com menos oportunidades - Portugal foi também o segundo país da OCDE onde o desemprego jovem mais cresceu, passando dos 29,4% registados em Julho de 2011 para 36,4 por cento em 2012, ou seja um acréscimo de quase 24%.

Portugal é o terceiro país da zona euro com mais jovens entre os 15 e os 24 anos desempregados, ficando atrás da Grécia (53,8%) e da Espanha (52,9%).Na Europa, cerca de 7,8 milhões de pessoas entre 15 e os 24 anos estavam desempregadas no primeiro trimestre deste ano, muito acima dos 6,9 milhões registados no mesmo período de 2007.

A OCDE sublinha que os dados sobre o desemprego de longa duração mostram um aumento significativo na maioria dos países. No primeiro trimestre de 2012, mais de 10 milhões de europeus estavam desempregados há um ano ou mais e quase seis milhões não tinham trabalho há mais de dois anos.

Nos EUA, o desemprego de longa duração triplicou desde o fim de 2007 e afecta actualmente um em cada três desempregados.

Entre as maiores economias, só a Alemanha assistiu a uma queda no desemprego de longa duração, graças em parte a reformas estruturais implementadas antes da crise e iniciativas que ajudaram as empresas a manter os seus trabalhadores qualificados durante a crise.» (Fonte - «RTP notícias» net)

«Freitas do Amaral defendeu esta quarta-feira um agravamento de impostos para quem ganhe mais de 10 mil euros por mês. O antigo ministro considera que os «privilegiados» têm de contribuir mais nesta altura.»

«Uma pessoa que ganha mais de 10 mil euros por mês, ou 15, é uma pessoa privilegiada. E os que ganham 50 são muito privilegiados, e os que ganham 200 mil euros por mês, que os há, são tubarões. Devia haver, por parte do Governo, uma tributação especialmente pesada sobre essas pessoas», afirmou, em entrevista à RTP.» (Fonte - «Agência Financeira» net)

1 comentário:

  1. Sempre bons artigos aqui, fazem pensar!
    (É claro que o Freitas do Amaral é um vaselina...)
    abraço

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