sábado, 29 de setembro de 2012

DOIS TIPOS DE BARBÁRIE EM NOME DA DEMOCRACIA: O NEOLIBERALISMO E O NOVO COLONIALISMO DA NATO COM A ÉTICA E A MORAL DO NAZISMO MAS COM OUTRO FORMALISMO



Sou de opinião que o nazismo foi a expressão pura do mal imperial-colonial. A ética zero e a moral zero do nazismo passaram para a NATO, uma organização imperial-colonial com a ética zero do nazismo e com a moral zero do nazismo. Digamos que o nazismo se apoderou ética e moralmente da NATO. Dos desertos do Iraque aos desertos da Líbia o nazismo da NATO impôs a lei da sua barbárie imperial-colonial hitleriana. E está a tentar fazer o mesmo na Síria, para depois fazer no Irão. Este nazismo «das raças inferiores» que é o imperial-colonialismo da NATO está cada vez pior. Guantánamo e a sua Rede de Sucursais fazem lembrar Auschwitz, ética e moralmente são iguais.
Milton Friedman um fascista do governo de Pinochet, era conselheiro pessoal do assassino e ladrão Pinochet, criou o neoliberalismo que é outra expressão da Barbárie. O neoliberalismo do fascista Milton Friedman, corrompe a própria palavra liberalismo, que inicialmente significava a ideia de liberdade contra o que restava do feudalismo. O neoliberalismo do fascista Milton Friedman tem por objectivo transformar o trabalho assalariado em algo o mais próximo possível da escravatura e impor uma ditadura universal das grandes multinacionais e dos seus lacaios.
As leis perversas da moeda euro e as leis aberrantes do falso «BCE» baseiam-se no neoliberalismo de Milton Friedman. A Zona Euro é uma aberração neoliberal. O perverso «BCE» não é um banco público, mas um banco aberrante capturado pelas altas burguesias financeiras. Não pode emprestar dinheiro directamente aos Estados em condições normais, e é aberrantemente obrigado em condições normais a emprestar dinheiro aos bancos privados para estes terem lucros criminosos de intermediações desnecessárias e parasitárias. Assim de maneira imoral o falso «BCE» emprestou dinheiro aos bancos privados a 1% para esse dinheiro ser emprestado pelos bancos privados, aberrantemente, ao Estado da Itália a 7%!!!
Os chamados «resgates» da Zona Euro são um negócio para quem empresta dinheiro a juros de 4%, a troco da aplicação de uma política do neoliberalismo europeu de recessão em cima de recessão que tem por objectivo destruir o mercado interno dos países «resgatados» e criar leis do Trabalho, que aproximam o trabalho assalariado o mais possível da Escravatura. Uma das piores leis do Trabalho do neoliberalismo é o despedimento sem justa causa, que pode ocorrer com vinte e tal anos, com trinta e tal, com quarenta e tal, com cinquenta e tal ou com sessenta e tal anos. O despedimento sem justa causa destrói a ideia de futuro e aproxima o assalariado da condição de escravo. O sindicalista burguês João Proença da UGT concordou com a imposição aos trabalhadores portugueses da selvagem lei do despedimento sem justa causa.
É assim esta época.
 «Tudo se agravou nos anos de 1970, quando Milton Friedman, da escola de economia de Chicago, veio dizer que a única responsabilidade no mundo dos negócios era maximizar os lucros, independentemente dos custos sociais e ambientais. E Ronald Reagan, Margaret Thatcher e muitos outros líderes mundiais convenceram-se disso desde então. Todas estas empresas são orientadas segundo este objectivo e quando alguma coisa o ameaça, seja um acordo de comércio multilateral seja outra coisa qualquer, juntam-se para garantir que o mesmo é protegido. Isto não é uma conspiração, uma conspiração é ilegal, isto que fazem não é. No entanto, é extremamente prejudicial para a economia mundial.»
«Também escreveu que o objectivo último dos EUA é construir um império global. Como vê a recente estratégia norte-americana contra a China e o Irão?»
«Actualmente, podemos dizer que o novo império não é tanto americano como formado por multinacionais. Penso que a ditadura das grandes empresas e dos seus líderes forma hoje a versão moderna desse império. Repito, isto não é uma conspiração, mas todos eles são movidos por esse objectivo de que falámos anteriormente.» (John Perkins in jornal «i» online)

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