quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O COMPORTAMENTO DOS AMIGOS E SÚBDITOS DA NATO

Uma jovem síria confessou num canal da televisão estatal que colaborou com com grupos terroristas armados em Duma, na província de damasco Campo, e que participou como cúmplice no rapto, tortura e assassinato de mulheres.
As confissões de Sabah Othman, cidadã síria de 22 anos originária de Duama, foram difundidas pela televisão síria esta semana. Nas suas declarações relatou que se casou aos 14 anos e que o seu marido se separou dela três anos depois.

Foi então quando conheceu Ala’a Mahfoud, originário de Harasta, que disse quereer casar com ela e a apresentou aos membros do grupo Loua’a al Islam, vinculado ao Exército «Livre Sírio» (ELS).
O líder do grupo, Zahran Alloush, ensinou à jovem Sabah Othman a função de interrogadora de mulheres sequestradas. A jovem explicou que ela tinha autoridade para golpear, com a ajuda de outra mulher, todas as cativas que não respondessem às perguntas.

Confessou também que após os interrogatórios, os membros do E’LS’» (muito amado e apoiado pela NATO e pelos média dominantes na Europa Ocidental e EUA) «”degolavam as mulheres sequestradas e lançavam os seus corpos para junto de um matadouro.

Sabah Othman recorda perfeitamente as mulheres que interrogou. A primeira foi Samira Assaf, mãe de quatro filhos. Tal como as outras vítimas, Samira Assaf foi assassinada a sangue-frio e lançada para perto de um matadouro de gado, onde cães acabaram por devorar o seu corpo.

Tudo aquilo, segundo detalhou a jovem, foi inclusivamente gravado em vídeo pelos terroristas. Dunya Omar, a segunda interrogada, foi assassinada posteriormente com um tiro na cabeça e o seu corpo foi lançado de uma ravina. Outra das Mulheres sequestradas, Fadya Daher, foi violada e torturada antes de a assassinarem.» (In «Red Voltaire»)

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