terça-feira, 28 de agosto de 2012

ELEIÇÕES EM ANGOLA E OS SECTORES DA ESQUERDA PORTUGUESA RACISTAS E COLONIALISTAS

Uma verdade inconveniente para os sectores da Esquerda portuguesa racistas e colonialistas, João Soares e alguns compadres do PS, e do Bloco de Esquerda, uma coligação de maoistas, ex-marxistas, trotskistas e outros, é que Portugal tem graves responsabilidades por muitas desgraças que atingiram os angolanos.
Se a Revolução de 25 de Abril de 1974 tivesse ocorrido 20 (vinte) anos mais cedo (em 1954), poderia ter havido uma transição pacífica em Angola, semelhante à que ocorreu na África do Sul com Nelson Mandela (que infelizmente não tem sucessores à sua altura) e De Klerk.


Logo se conclui que foram os portugueses, que praticaram uma descolonização tardia em Angola. Como disse atrás, se a Revolução de 25 de Abril de 1974 tivesse sido 20 anos mais cedo muito sofrimento teria sido poupado aos povos das antigas colónias portuguesas, exceptuando o Brasil, que factualmente se tornou independente em 1808, quando o rei de Portugal D. João VI passou a residir no Rio de Janeiro, para fugir às invasões francesas, e formalmente em 1822.
Foi, portanto, a civilização portuguesa a acordar tarde para a descolonização.
João Soares o mais racista e colonialista dos políticos do PS, mas não é o único, os chamados soaristas não andam muito longe disso, foi um apoiante e colaboracionista do regime do Apartheid da África do Sul, que entrava ilegalmente em Angola, transportado pelos pilotos do Apartheid, como se Angola ainda fosse uma colónia de Portugal.
O Bloco de Esquerda tem uma mistura tão complicada que representa entre outras correntes, na prática, a direita fascista, racista e colonialista (mais importante que aquilo que os políticos dizem é aquilo que eles fazem e esta ideia tanto se aplica a Passos Coelho como ao BE). Ao virar as costas ao Presidente da República de Angola José Eduardo dos Santos o Bloco de Esquerda assumiu-se como representante da Direita fascista, racista e colonialista.
Espero que mais uma vez que a corrente racista e colonialista do PS mais ou menos apoiante do extinto regime do Apartheid da África do Sul e as correntes fascistas, racistas e colonialistas do Bloco de Esquerda do jornalista Daniel Oliveira ao médico João Semedo, se venham a sentir mal com o resultado das próximas eleições em Angola.

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