quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A OPINIÃO DE UM VIGARISTA

Abaixo está um texto de um vigarista, lacaio das altas burguesias, e inimigo das classes médias e das mais desfavorecidas.
O indivíduo, além de ser estúpido e ignorante, pensa que toda a gente é estúpida.
A apologia do capitalismo selvagem e da miséria para os trabalhadores, não é nova. Foi muito intensa no século XIX, e em Portugal, durante o fascismo salazarista-marcelista.
O ataque violento aos sindicatos e aos direitos sindicais, omite a corrupção brutal, que está a levar a maioria dos portugueses à ruína.
O texto deste indivíduo desperta-me ódio.
Os compadres de Cavaco Silva levaram o BPN à falência. Esta falência devia ter sido concretizada. Não é assim que defende o neoliberalismo? As empresas inviáveis devem falir mesmo. A falência do BPN teria sido muito saudável para a economia portuguesa.
Omite o caso BPN, o Estado não presta, mas é bom para obrigar os contribuintes a pagar as dívidas da falência criminosa do BPN.
O palerma fala tanto no «BCE» e parece que ainda não percebeu que o «BCE» é um falso Banco Central. O «BCE» emprestou dinheiro aos bancos privados a 1%, para estes emprestarem esse mesmo dinheiro ao Estado da Itália a 7%, devido à legislação perversa do «BCE», que foi capturado pela alta burguesia financeira. Os Estados são obrigados a pagar a intermediação obrigatória e parasitária da alta burguesia financeira, porque em condições normais o BCE está proibido de emprestar dinheiro directamente aos Estados, aberração das aberrações!!!
Os verdadeiros Bancos Centrais emprestam dinheiro, directamente aos Estados, que usam as respectivas moedas, a 0% de juros.

«O BCE propôs um conjunto interessante de medidas aos países do Euro que pediram ajuda externa. De todas elas a comunicação social fixou-se numa: a redução dos salários como forma de baixar os custos de produção das empresas e tornar as exportações mais baratas. Coisa que em Portugal já está a acontecer (o salário médio líquido caiu 107 euros em dois anos) e que se vai estender a Espanha e Itália.
O BCE propôs um conjunto interessante de medidas aos países do Euro que pediram ajuda externa. De todas elas a comunicação social fixou-se numa: a redução dos salários como forma de baixar os custos de produção das empresas e tornar as exportações mais baratas. Coisa que em Portugal já está a acontecer (o salário médio líquido caiu 107 euros em dois anos) e que se vai estender a Espanha e Itália.

Compreende-se a insistência na questão salarial. É a mais controversa, é a mais odiosa (alguém gosta de ver o salário cortado?) e é a que "vende" mais... Mas vale a pena olhar para as outras medidas. Entre as quais a de tornar as leis laborais flexíveis e privilegiar a negociação salarial a nível de empresa. Vamos ficar pela última, onde a sugestão serve que nem uma luva a países como Portugal, onde os sindicatos fazem da "negociação colectiva" uma vaca sagrada (os sindicatos têm mais poder se negociarem para todo um sector em vez de empresa a empresa). Mas isso não faz sentido: as negociações devem atender à situação de cada empresa. No mesmo sector há empresas que podem pagar aumentos, enquanto outras precisam de congelar salários. A bem da sobrevivência. Que sentido tem, por exemplo, fixar aumentos salariais para a metalurgia se há empresas em pior situação que outras (e que precisam de uma política salarial diferenciada)?

Isto não significa, no entanto, que as empresas devam fazer dos salários baixos a sua bandeira. As reduções de salários são uma solução de recurso, justificável para salvar postos de trabalho: num país com uma taxa de desemprego de 16% salvar empresas, ainda que à custa de sacrifícios salariais, vale a pena. Ou não?» (Camilo Lourenço in «Negócios online»)

Grande vigarista este, grande, estúpido, ignorante, hipócrita e odioso vigarista.


A economia portuguesa andou para trás 13 anos em apenas dois anos, graças à tal política defendida por esse tal Camilo Lourenço. Para a troika, de que faz parte o fraudulento «BCE» é um grande sucesso, como para o governo PSD-CDS, e para os seus defensores.

Este empobrecimento de Portugal imposto pela troika é para a troika externa um «grande sucesso»! Para a troika interna é um sucesso para o PSD e para o CDS. O PS diz que está mal, mas entra em contradição, porque não votou contra as medidas que estão a arruinar a maioria dos portugueses. Se algo está mal, é preciso estar contra aquilo que se diz que está mal, e estar contra é votar contra.

O Produto Interno Bruto (PIB) caiu 3,3 por cento no segundo trimestre de 2012, resultado do empobrecimento da procura interna, devido à baixa do salário médio, devido à baixa directa dos salários e ao imposto de 100% sobre os subsídios de férias e de Natal de alguns cidadãos. Os cortes inconstitucionais nos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos (não todos, exceptuam-se alguns tachos PSD e CDS), de algumas empresas estatais e dos pensionistas do Estado e também do sector privado, ajudou muitas empresas a irem à falência por falta de compradores. A baixa salarial arruína o mercado interno, porque as pessoas deixam de ter dinheiro para comprar, e sem compradores muitas empresas vão à falência.

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