segunda-feira, 2 de julho de 2012

O CRIME ORGANIZADO DISFARÇADO DE DESPORTO OU A UEFA E A FIFA

O Chelsea foi eliminado na meia-final da Liga dos Campeões pelo Crime Organizado, de maneira, obviamente criminosa, em 2009. O beneficiado por este Crime Organizado foi o clube Barcelona.
Quatro penáltis contra o Barcelona, em Maio de 2009, não foram assinalados. Os árbitros deste jogo deviam ser todos presos, assim como o mafioso Platini e os restantes membros da direcção da UEFA.
O Barcelona não tinha o Direito de disputar a final da Liga dos Campeões.
O Crime Organizado decidiu que a Irlanda não podia ir ao Mundial 2010, da África do Sul, e foi afastada de maneira criminosa pelos árbitros. Também não foram presos, nem os dirigentes da FIFA e o lugar da Irlanda foi dado à França, depois de uma jogada de andebol ter dado um falso golo à França.
O Crime Organizado decidiu que a Croácia devia ser excluída dos quartos-de-final do Euro de Futebol 2012, para dar o lugar à Espanha. Assim, a Croácia deu o seu lugar à Espanha. Os árbitros impediram a Croácia de marcar dois penáltis, o segundo quando estava 0 – 0, aos 86 minutos!!!
Ilegalmente, a Espanha, avançou na competição da batota.
A Espanha teve tanto o Direito de disputar a final como a Alemanha.
A arbitragem portuguesa do futebol é das mais corruptas do Planeta Terra, esta a razão por que foi escolhida uma arbitragem portuguesa para a falsa final Itália – Espanha, mas que devia ser Itália - Croácia.
Apesar de a Itália estar a jogar mal, a arbitragem portuguesa agiu de forma criminosa ao impedir a Itália de marcar um penálti, contra a Espanha, quando estava a perder por 2 – 0. E a seguir, também de forma criminosa essa arbitragem fraudulenta impediu um jogador italiano de se isolar frente ao guarda-redes da Espanha, ainda estava a Itália a perder por 2 – 0, inventando um «offside» que nunca existiu.
Esta criminalidade da UEFA e da FIFA é legal na nossa civilização. E o mais estranho é que movimenta muito dinheiro e é essa movimentação do dinheiro que está por detrás das arbitragens fraudulentas.
No tempo da Guerra-Fria entre a NATO e a União Soviética, as fraudes contra a União Soviética, eram tão óbvias, que até Portugal foi beneficiado por uma dessas fraudes, em 1983, quando uma falta sobre Chalana, em Lisboa, no Estádio da Luz, bem fora da área, deu lugar a um falso penálti, que apurou Portugal, para o Campeonato da Europa de 1984. Nessa altura dizia-se Guerra é Guerra e como estamos em Guerra vale tudo.


Terminada a Guerra-Fria, é o dinheiro, mas muito dinheiro, que está por detrás das fraudes nas arbitragens.

Seria muito mais honesto permitir o doping no atletismo.



Se a Humanidade, no futuro, evoluir para melhor, nos aspectos ético e moral, olhará para estas «vitórias» baseadas na mais descarada batota (porque é filmada, e as filmagens dos jogos são gravadas em casa, por qualquer cidadão) com o maior desprezo. Olhará para a «justiça» da UEFA e da FIFA com o mesmo desprezo com que as pessoas honestas olham, hoje, para a «justiça» da Inquisição.

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