domingo, 1 de julho de 2012

A CRISE DA UNIÃO EUROPEIA

David Cameron, o primeiro-ministro do Reino Unido, do Partido Conservador, já está a pensar sair da União Europeia.
Escreveu um artigo, publicado hoje, no jornal «The Sunday Telegraph», em que diz que amite um referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia.
Sendo, de facto, a União Europeia o IV Reich da Alemanha, visto que a Alemanha manda, sozinha, na prática, na União Europeia, Cameron não parece disposto a sujeitar-se a este novo imperialismo alemão. A situação, de facto, na União Europeia, é a Alemanha a mandar e a disso tirar bons proveitos, a curto prazo. A Alemanha a mandar, usemos os conceitos objectivos, é imperialismo alemão.
Cameron sabe que a crise na União Europeia se está a agravar, tipo bola de neve. E calcula, que se fizer o referendo no Reino Unido a resposta dos eleitores será clara, como é de prever, um claro NÃO.
Muitos comentadores dizem que a Itália e a Espanha fizeram vergar a Alemanha de Ângela Merkel, na última cimeira da União Europeia. Mas não é verdade, a Alemanha de Merkel fez apenas um pequeno recuo táctico.
Mas «eurobonds» não, disse o ministro das Finanças de Merkel, que na vida dele não. Ele pode viver mais 30 anos ou até mais.
O «Banco Central Europeu» irá mudar os estatutos e tornar-se igual à Reserva Federal dos Estados Unidos? Isso será vetado pela Alemanha, porque não lhe interessa.
François Hollande, na prática, não traz nada de novo, já se esqueceu das promessas que fez na campanha eleitoral, já deixou de falar nos «eurobonds».
Só quando a crise que está a atingir a Itália chegar à França é que vai ser o tudo ou nada. Ou «eurobonds» e o «BCE» igual à Reserva Federal dos Estados Unidos ou a implosão da Zona Euro.
Zona Euro a azul escuro e  a azul claro países que usam a moeda euro fora da União Europeia. 

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