segunda-feira, 16 de julho de 2012

A CORRUPÇÃO NA FIFA E NA UEFA – A PONTA DO ICEBERGUE

Toda a gente que gosta de futebol e que conhece as regras do jogo vê na televisão arbitragens, claramente, fraudulentas, e grava os jogos, para rever a corrupção, como foi o caso mais chocante no Euro de Futebol 2012, na exclusão fraudulenta da Croácia, a quem foi proibido marcar dois penáltis, claríssimos, contra a Espanha, sendo o segundo, aos 86 minutos e estava 0 – 0. A Croácia foi excluída, fraudulentamente, e milhões de pessoas gravaram os lances fraudulentos, para dar o seu legítimo lugar à Espanha.
A partir daqui a prova deixou de ser um desporto e passou a ser um concurso de batota. E o pior é que a exclusão fraudulenta da prova da Croácia para dar o seu lugar à Espanha, veio a influenciar o resultado final desta prova de batota que foi ganha pela Espanha.
A arbitragem fraudulenta no jogo Ucrânia – Inglaterra, em que foi invalidado um golo limpo à Ucrânia não teve influência no resultado final da prova, porque a Inglaterra ficou pelo caminho.
A revelação de fraudes na FIFA, cometidas pelo brasileiro João Havelange (e também por Ricardo Teixeira) é apenas a ponta do icebergue da corrupção que domina a FIFA, e a UEFA de Platini.
Fica aqui esta pergunta: quanto receberam de «luvas» os árbitros, que afastaram a Croácia, fraudulentamente, para dar o seu lugar à Espanha?

«A revelação de que esteve envolvido em escândalos de recebimento de propina parece ter diminuído o prestígio de João Havelange na Fifa.


Neste domingo (15), o jornal suíço SonntagsBlick reproduziu uma entrevista com Joseph Blatter, na qual o presidente da entidade afirma que o brasileiro deveria deixar o cargo de presidente de honra do maior órgão do futebol mundial.



— Ele tem que ir. Ele não pode permanecer como presidente de honra depois destes incidentes. Havelange é e foi um grande dirigente. Ele é multimilionário. Para mim era inconcebível que ele recebesse propina. Ele não precisava.



Havelange foi, juntamente com Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, condenado na Suíça pelo recebimento de propinas. 



Segundo o relatório oficial do processo, Teixeira embolsou R$ 26,4 milhões (US$ 13 milhões) entre 1992 e 1997 da ISL, enquanto Havelange arrecadou aproximadamente R$ 2 milhões (US$ 1 milhão) em 1997.



A investigação criminal havia sido encerrada há mais de dois anos, mas o Supremo Tribunal da Suíça, entretanto, acatou pedidos feitos por órgãos da imprensa do país e decidiu pela liberação dos documentos, considerados de "interesse público".



E apesar de Blatter já estar na presidência da Fifa desde 1998, substituindo justamente João Havelange, para quem trabalhava como diretor, o suíço garantiu que não tinha conhecimento do escândalo.



— Eu só fiquei sabendo disso (dos pagamentos), depois do colapso da agência ISL, em 2001.



 Foi a própria Fifa que abriu o inquérito criminal na época e desde então tem acompanhado o desenrolar do caso ISL.»(In «CenárioMT.com.br»)

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