quarta-feira, 27 de junho de 2012

PORTUGAL 0 – ESPANHA 0

Exactamente como aconteceu com a Croácia, Portugal foi roubado, porque não foi marcado um penálti contra a Espanha. A Espanha passa mais um adversário através de pura batota. Foi a batota que fez a Espanha eliminar a Croácia e foi essa mesma batota que eliminou a Croácia que eliminou também Portugal. Xávi defendeu a bola com as duas mãos, dentro da área, parecia um jogo de andebol, bem à vista dos árbitros,  provocou penálti, que não foi assinalado, ficando Portugal muitíssimo prejudicado.

Neste momento estão em prova três equipas, a batota espanhola, a batota alemã e a Itália.
Se a Itália não vencer este Campeonato da Europa de Futebol 2012 será ganho pela BATOTA, seja pela batota espanhola, seja pela batota alemã é indiferente. Amanhã irei ver a meia-final da Itália contra a Alemanha batoteira.
Se a Itália não estiver presente na final recuso-me a ver essa final, é-me indiferente se ganhar a batota espanhola ou se ganhar a batota alemã, é sempre a batota a vencer, se a vitória final não for da Itália.
Este Campeonato da Europa de Futebol 2012 pode ser muita coisa, mas não um desporto. Pode ser um negócio mafioso, mas desporto é que não é. Eu entendo por desporto uma prova que não é vencida através da batota, mas de acordo com as regras do jogo.


Espanhóis sobreviveram a dois penáltis que ficaram por marcar a favor da Croácia e só chegaram ao golo da vitória nos últimos minutos. Itália bateu a Irlanda por 2-0.
Foi com uma preciosa ajuda da equipa de arbitragem chefiada pelo alemão Wolfgang Stark e do guarda-redes Casillas que a Espanha garantiu, esta segunda-feira, o apuramento para os quartos-de-final do Euro 2012, juntamente com a Itália.
Os campeões europeus e mundiais derrotaram a Croácia por 1-0, com um golo solitário de Jesus Navas aos 88 minutos, mas bem podem agradecer aos dois penáltis favoráveis aos croatas que a equipa de arbitragem não assinalou. Aos 27 minutos, Sérgio Ramos derrubou Mandzukic na grande área e o árbitro mostrou cartão amarelo a quem protestou; aos 86 minutos, quando um golo da Croácia eliminaria a Espanha, Busquets placou Jelavic na grande área, mas o árbitro voltou a não assinalar nada. Nem a imprensa espanhola tem dúvidas dos lances.


Entre outras «coincidências», a projecção de Platini - final entre Espanha e Alemanha - só é possível porque também ficou por assinalar um penálti favorável à Dinamarca no jogo frente aos alemães, que caso desse em golo afastaria a Alemanha dos quartos-de-final.

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