segunda-feira, 30 de abril de 2012

SUSPENSE, À ESPERA QUE SARKOZY DESAPAREÇA EM COMBATE

Independente dos méritos e da coerência de François Hollande toda a Esquerda europeia está à espera que as sondagens se confirmem e que François Hollande ganhe a segunda volta das eleições presidenciais em França, no próximo Domingo.
A saídada de cena de Sarkozy é muito importante para o bom futuro da União Europeia.

O PORTO GANHOU O CAMPEONATO DE PORTUGAL DE FUTEBOL

A principal razão foi o pouco empenho da concorrência.


Com uma equipa fraca a nível internacional, o F. C. Porto foi eliminado da Liga dos Campeões da Europa, logo na fase de grupos.


Desceu para a Liga Europa onde perdeu os dois jogos com o Manchester City, 1-2 no Porto e depois foi goleado por 4-0 em Manchester, o Porto perdeu por 6-1, nos dois jogos com o Manchester City. O City foi depois eliminado pelo Sporting. O Benfica chegou a ter 5 pontos de avanço sobre o Porto, mas não se empenhou em jogos decisivos.


O Braga chegou a estar em 1º lugar mas no jogo Braga – Porto, um jogador do Braga passou a bola a um avançado do Porto, perto da área do Braga, para ele poder marcar um golo fácil, o único do jogo.

domingo, 29 de abril de 2012

GUINÉ-BISSAU – FORAM LIBERTADOS O PRIMEIRO-MINISTRO E O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Devido à forte pressão da ONU e dos Estados da África Ocidental, os militares que fizeram um golpe de Estado contra a Democracia, vandalizaram as residências dos membros do governo, e prenderam o primeiro-ministro e o presidente da República, porque lhes apeteceu, recuaram. Para já libertaram o primeiro-ministro e o presidente da República.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A ROUBALHEIRA NEOLIBERAL

O neoliberalismo é uma arte de roubar.
Vejamos o caso da moeda euro e do ilegitimamente chamado «Banco Central Europeu». As leis neoliberais que sustentam esta moeda e este criminoso Banco foram elaboradas por ladrões. Estes ladrões e ladras que estabeleceram as leis desta moeda e deste Banco roubam e entregam o produto dos roubos às altas burguesias financeiras da União Europeia.

São roubos legais mas imorais. O «BCE» empresta dinheiro às altas burguesias financeiras a 1% para estas emprestarem esse mesmo dinheiro aos Estados da Zona euro a 5, 6 ou 7% como aconteceu com o Estado da Itália. O «BCE» fomentou o roubo de 6% do empréstimo aos contribuintes italianos, legalmente.

A roubalheira neoliberal que comanda a Zona euro só podia ser assinada por capatazes das altas burguesias financeiras, que ficam com o dinheiro do saque.

O neoliberalismo é uma mitologia de saque tão verdadeira como a mitologia grega. O neoliberalismo baseia-se na fé, como se baseava a mitologia grega.

O «BCE» empresta dinheiro a 1% às altas burguesias financeiras e a 5% aos Estados da Zona euro em dificuldades financeiras, impondo, para tal, o empobrecimento de todas as classes sociais, à excepção das altas burguesias.

Foi a loucura neoliberal que levou a estabelecer as leis criminosas da moeda euro e do «BCE».

É preciso acabar com estas leis imorais da moeda euro e do «BCE». Um Banco Central normal empresta dinheiro ao Estado a 0% de juros. O «BCE» não é um banco normal, é um banco anormal.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

PORTUGAL GOVERNADO POR CRIMINOSOS – RUI RIO É UM DELES

Rui Rio é um criminoso legal. As leis são feitas por criminosos, é o que são grande parte dos deputados e deputadas do Parlamento. Aquela gaja, nem sei como se chama, que arranjou um tacho no Tribunal Constitucional por ser do sexo feminino e agora arranjou outro tacho como presidente do Parlamento, pela mesma razão, é bem a imagem da mitologia tão falsa como a grega, que domina Portugal, no século XXI.
Os dogmas desta mitologia são tão verdadeiros como os deuses gregos antigos. A repugnância que esta mitologia causa é total. É bom lembrar o deputado da extrema-esquerda do século XIX que se fartou de escrever contra os barões e contra os viscondes, chamado Almeida Garrett, que quando lhe ofereceram o título de visconde o aceitou.
A canalhice dos deputados já vem do século XIX, e o desprezo que sentimos pelos deputados do rotativismo do século XIX é total, considerámo-los uns canalhas. Não acho que o Parlamento do século XXI seja melhor do que o do século XIX. Os barões e os viscondes constituíam uma falsa nobreza, eram burgueses vaidosos, que depois de terem destruído o poder económico da nobreza com um lei muito simples, que impedia que a herança de uma casa nobre fosse só para o filho mais velho, obrigando à divisão da herança por todos os filhos, pondo assim fim aos chamados morgadios (excepto o da casa de Bragança, porque o rei era ao mesmo tempo o duque de Bragança), queriam eles próprios um título da nobreza.
A burguesia tomou o poder em Portugal no século XIX, pela força das armas, e continua a exercer o poder no século XXI.
Rui Rio um dos criminosos do poder, sociopata como todos os criminosos, despreza os pobres e venera os ricos. Um edifício abandonado foi recuperado e transformado numa Escola ao serviço da população pobre do Porto e o bandido do presidente da Câmara Municipal mandou as hordas policiais fechar essa Escola (do Alto da Fontinha).

OS LADRÕES DA UNIÃO EUROPEIA QUEREM ROUBAR A ARGENTINA

A União Europeia é governada por ladrões e ladras, raptores, torturadores e assassinos. Agora querem que a alta burguesia espanhola da Repsol roube todo o povo argentino.

Felizmente a Argentina não é governada por ladrões, como Portugal, mas por pessoas que põe em primeiro lugar o interesse do povo argentino. A Argentina nacionalizou as acções da Repsol e fez muito bem. O petróleo da Argentina pertence à Argentina não aos ladrões e ladras da União Europeia.

Portugal está a ser roubado pelo PSD, pelo CDS, pelo PS e pelo PR Cavaco Silva, estes ladrões estão a pagar 5% de juros ao banco emissor do euro. Só ladrões  é que assinariam este roubo.
Um banco emissor de moeda honesto cobra 0% de juros ao Estado que usa essa moeda.

UMA OBRA DE ARTE

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A REVOLUÇÃO DE 25 DE ABRIL DE 1974 COMEÇOU A FALHAR AO COLABORAR COM A IMPUNIDADE DOS ASSASSINOS DA PIDE

PORTUGAL – A REVOLUÇÃO DE 25 DE ABRIL DE 1974 VISTA DE 2012

Portugal é um país muito antigo e permite fazer comparações com o passado. O reino de Portugal enquanto feudo do imperador de Leão e Castela existe desde 1143 e como reino independente desde 1179. A independência foi concedida pela bula papal «Manifestis Probatum» de 1179, que libertou o rei de Portugal, D. Afonso Henriques, de qualquer vassalagem, a não ser ao papa, como era habitual na época.

As fronteiras de Portugal são as mais antigas de toda a Europa. É bom lembrar que as fronteiras da actual Alemanha foram estabelecidas em 1945 e as de Portugal em 1297, pelo Tratado de Alcanices, assinado pelo rei D. Dinis e pelo rei de Leão e Castela. Portugal perdeu para Espanha, no século XIX, Olivença, no Alentejo, devido à incompetência da diplomacia portuguesa do século XIX.

Agora que tanto se fala em globalização convém não esquecer que o descobrimento do caminho marítimo da Europa para a Índia por Vasco da Gama em 1497 foi um grande passo na globalização.

Agora que as Américas têm tão grande influência no Mundo, convém não esquecer que o descobrimento da América pelo italiano de Génova Cristóvão Colombo, ao serviço dos reis de Castela e Aragão, foi precedido de uma recusa do rei de Portugal D. João II a Colombo do financiamento de uma expedição para descobrir o caminho marítimo para a Índia, navegando sempre para Ocidente. D. João II sabia que essa viagem teoricamente era viável, porque se desconhecia a existência do Continente Americano, mas pensava que Colombo e os marinheiros morreriam pelo caminho devido à grande distância a percorrer, e que seria mais seguro descobrir o caminho marítimo para a Índia pelo sul da África. Colombo morreu a pensar que tinha chegado à Índia, mas D. João II ao estabelecer um acordo com os reis de Castela e Aragão sobre os espaços a descobrir no futuro, formalizado no Tratado de Tordesilhas, teve o cuidado de incluir na parte destinada a Portugal o Brasil, que oficialmente, não era conhecido, o que faz crer que os portugueses descobriram o Brasil antes de 1500, ou, pelo menos, tinham indícios convincentes da sua possível existência.

Portugal perdeu a independência para Espanha em 1580, mas recuperou-a em 1 de Dezembro de 1640, que deixou de ser feriado, por decisão dos estúpidos e ignorantes do governo PSD-CDS.

A bancarrota no reinado de D. Carlos começou com a crise financeira de 1891. No mês de Maio de 1891 foi suspensa por 90 dias a conversão das notas de banco. Oficialmente foi declarada a bancarrota no dia 13 de Junho de 1892, quando o Estado assumiu a impossibilidade de pagar os juros da dívida pública.

Em 2012 Portugal perdeu a independência,  formalmente não, mas na prática sim, tal como em 1580, agora pelas mãos de Passos Coelho, Paulo Portas, António José Seguro e Cavaco Silva. Neste momento, em 25 de Abril de 2012, Portugal, na prática, é governado pela Alemanha, através de Ângela Merkel. Portugal, na prática, é como que uma colónia da Alemanha.



     

A Revolução de 25 de Abril de 1974 substituiu uma ditadura por uma democracia. É inegável a superioridade ética e moral da Democracia Contemporânea sobre qualquer tipo de Ditadura.

Jean-Jacques Rousseau um dos teóricos fundadores da Democracia Contemporânea anti-esclavagista associada aos Direitos Humanos, contra a Democracia Grega esclavagista e contra o Parlamentarismo Inglês esclavagista, escreveu no século XVIII em «O Contrato Social», (publicado em Abril de 1762 e queimado em público, por ordem judicial, no mês de Junho seguinte), que os dois primeiros deveres do Estado são assegurar a liberdade e a igualdade. Ora a Revolução do 25 de Abril de 1974 promovia a diminuição das desigualdades sociais, que estão a aumentar em velocidade uniformemente acelerada, por imposição de Ângela Merkel, sancionada pelo PSD, pelo CDS e pelo PS com o apoio do PR Cavaco Silva.

Portugal não tem moeda própria, as medidas governamentais são decididas por estrangeiros, na prática não é um país independente.

Os impostos que segundo a Constituição de 1976 devem ser universais, mas não o são, porque foi lançado um imposto especial sobre os rendimentos só sobre os funcionários públicos, sobre os funcionários das empresas estatais e sobre os pensionistas, o que é ilegal.

Em 25 de Abril de 2012 Portugal caminha em direcção ao abismo social.

terça-feira, 24 de abril de 2012

VER TELEVISÃO ÀS TERÇAS-FEIRAS, DEPOIS DAS 23 HORAS

Os canais livres RTP1, TVI e SIC, à noite, são feitos para níveis intelectuais muito baixos, para níveis intelectuais mais baixos do que a realidade real ou país real. A RTP2 é caracterizada por ser intragável, demasiado desinteressante, para uma intelectualidade insuportável. Faz-me lembrar os livros de António Lobo Antunes; nunca consegui ler nenhum até ao fim, porque são demasiado umbiguistas e desinteressantes, para mim, intragáveis.


Por cabo há três canais de notícias, a SIC Notícias, a RTP Informação e a TVI 24. A RTPINF estava a dar o mesmo que a TVI24 – futebol falado. Para quem gosta de futebol jogado o futebol falado é mais ou menos insuportável. Os programas de futebol falado mais insuportáveis são aqueles em que aparece um representante do Benfica, outro do Porto e outro do Sporting. São programas mesquinhos, demasiado mesquinhos e onde a hipocrisia e a falsidade dominam.


Na SIC Notícias não estavam a falar de futebol, mas estavam frente a frente dois vígaros, Francisco Pinto Balsemão, o dono da SIC e fundador do PSD, um vígaro da alta burguesia, e António Vitorino um vígaro do PS, mais «pobre», da chamada classe média-alta. Ambos cheios de medo da vontade dos povos, expressa em referendos ou em eleições livres. Ambos são defensores das chamadas ditaduras democráticas que impedem os referendos sobre problemas graves, querem que os povos sejam sujeitos a Tratados gravosos, sem poderem dar opinião sobre eles.


E é isto, às terças-feiras, às 23 horas e tal, em 2012.

FALECEU HOJE O DEPUTADO DO BE MIGUEL PORTAS


Miguel Portas (1958-2012)



«Miguel Portas faleceu esta tarde, por volta das 18 horas, no Hospital ZNA Middelheim, em Antuérpia.
 Encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem
 rodeios.
A Comissão Política do Bloco de Esquerda apresenta os mais sentidos pêsames aos seus filhos e a
todos os familiares, amigos e camaradas. Nos próximos dias serão anunciadas as cerimónias evocativas
 da sua memória.»

Miguel Portas foi vítima de um cancro num pulmão descoberto tardiamente.
Para quem não tem religião a morte é o fim absoluto.

REVOLUÇÃO DE 25 DE ABRIL DE 1974 EM PORTUGAL – O IMPACTO PROFUNDO

Em 25 de Abril de 1974, em Portugal, houve um golpe de Estado militar comandado pelo major Otelo de Saraiva de Carvalho, que graças ao apoio popular se transformou numa revolução. O objectivo número 1 era derrubar a ditadura fascista que tinha como primeiro-ministro o professor catedrático de Direito Marcelo Caetano e como presidente da II República ditatorial o Almirante Américo Tomás.
Foi o capitão Salgueiro Maia, já falecido, que conseguiu a rendição de Marcelo Caetano, no quartel da GNR do Carmo, em Lisboa, após uma barragem de tiros de metralhadora, e ameaça de demolir o quartel a tiros de canhão.

O golpe de Estado militar foi organizado pelo MFA (Movimento das Forças Armadas), constituído, maioritariamente por capitães do quadro.

As pessoas afectas ao PSD e ao CDS, em privado, e em público, ouvi hoje numa rádio, dizem que eles fizeram o golpe de Estado por terem medo de combater em África.

A Revolução de 25 de Abril de 1974 teve um impacto muito profundo em África. Deu a independência a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Deu, directamente, origem ao colapso do regime do apartheid da África do Sul.

Deu também a independência a Timor-Leste, mas foi alvo de muito selvagem invasão e ocupação militar pela Indonésia, dizem que  por ordem dos Estados Unidos ou, pelo menos, com a concordância dos Estados Unidos, tornando-se uma colónia da Indonésia. Com muita luta, perseverança, e com o apoio de Portugal e muita sorte Timor-Leste conseguiu tornar-se independente da Indonésia.



O caso de Macau é diferente. Macau foi um pequeno território da China, que a própria China ofereceu a Portugal, como meio de agradecimento pelos serviços prestados pelos portugueses à China na luta contra os piratas que infestavam a costa chinesa. Macau voltou para a soberania da China, por meios estritamente diplomáticos, sem qualquer ameaça de tipo militar. Se a China quisesse ocupar militarmente Macau bastava-lhe, mandar entrar nesse território um pequeno destacamento, mas essa hipótese nunca foi posta, devido ao facto de ter sido a China que ofereceu o território de Macau a Portugal. A China reconheceu, formalmente, a soberania portuguesa em Macau no século XIX. Macau voltou à soberania da China, diplomaticamente e formalmente, em 1999.
O, actual, nome oficial de Macau é Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China.
Na Europa teve influência directa na queda do fascismo na Espanha. Os fascistas espanhóis mais inteligentes, perceberam que se queriam salvar as suas vidas tinham que abandonar o poder quanto antes. Assim os fascistas espanhóis renderam-se sem luta, com apenas uma condição: que todos os seus crimes fossem amnistiados, quer durante a guerra-civil de 1936-1939, quer durante o exercício da ditadura fascista-franquista. Eles perceberam que se houvesse uma revolução em Espanha semelhante à de 25 de Abril de 1974 em Portugal seriam todos mortos, as vinganças da guerra-civil e da ditadura iam cair sobre as vidas deles, que não seriam poupadas.

A nível interno nunca saberemos a verdade sobre a revolução que começou em 25 de Abril de 1974 e terminou com um golpe de Estado militar dirigido por oficiais próximos do PS, em 25 de Novembro de 1975. A verdade verdadeira é algo que não interessa a ninguém, nem sequer aos historiadores. A «verdade oficial» publicada em livros, jornais e revistas e a «verdade oficial» relatada em  entrevistas pelos personagens que já ficaram na História de Portugal, mas que ainda estão vivos, não corresponde aos factos relatados por pessoas fidedignas que conheço e que os testemunharam.

O homem forte da revolução do alto comando militar foi o então general (depois marechal) Costa Gomes, que conseguiu evitar uma guerra-civil semelhante à de 1832-1834 contra a ditadura do rei D. Miguel. Houve focos de guerra-civil, mas nunca chegou a haver uma guerra-civil generalizada como em 1832.
A Revolução de 25 de Abril de 1974 pôs fim à II República de Portugal (ditatorial-fascista) e iniciou a III República, que está programada na última Constituição de Portugal, a de 1976.
A Primeira Constituição de Portugal foi a de 1822, a segunda a de 1826, a terceira a de 1838, todas estas três monárquicas, a quarta a de 1911, que foi a primeira republicana, a quinta a de 1933 (que definiu uma república ditatorial) e a sexta a de 1976.

Socialmente representou uma pesada derrota da alta burguesia, que fugiu em peso para o Brasil. Mas foi uma derrota temporária.

O poder de hoje, de inspiração salazarista, sabe muito bem que não há alternativas teóricas ao poder dominante das altas burguesias. Passos Coelho faz o que pensa que Salazar faria no lugar dele, numa época, em que os fascismos passaram de moda.

Socialmente, estamos a voltar ao Portugal salazarista, pobre, e com altíssimas desigualdades sociais. Aliás duas famílias da alta burguesia dominantes com Salazar, continuam a sê-lo hoje, a família Melo e a família Espírito Santo.

O futuro de Portugal é o regresso à pobreza e às desigualdades sociais do salazarismo. É nesse regresso que estão empenhados Passos Coelho, Paulo Portas e Cavaco Silva.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MÁRIO SOARES NÃO ESTARÁ PRESENTE NAS CERMÓNIAS OFICIAIS DE 25 DE ABRIL



Mário Soares, solidarizando-se com a Associação 25 de Abril, ex-primeiro-ministro e ex-presidente da República em dois mandatos consecutivos, não participará nas cerimónias oficiais comemorativas da Revolução de 25 de Abril de 1974, que acabou com a ditadura de Marcelo Caetano e fundou a III República de Portugal.

Manuel Alegre, tal como Mário Soares foi um resistente antifascista, e também não comparecerá nas referidas cerimónias oficiais.

 A I República de Portugal começou em 5 de Outubro de 1910.
 Terminou em 28 de Maio de 1926 com um golpe militar que instituiu uma ditadura de tipo fascista inspirada em Mussolini, a qual terminou em 25 de Abril de 1974.

O homem forte da Ditadura foi Salazar, que tinha na sua secretária um retrato de Mussolini.

O fascismo inventado por Mussolini era monárquico, sendo o rei Vítor Emanuel III. Salazar também era monárquico mas nunca teve força suficiente para acabar com a República e instituir a Monarquia. O último presidente da República da Ditadura foi o Almirante Américo Tomás.

ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL NÃO ESTARÁ PRESENTE NAS CERIMÓNIAS OFICIAIS



«Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia.

Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.

Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.

Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.

A nossa ética e a moral que muito prezamos, assim no-lo impõem!

Fazemo-lo como cidadãos de corpo inteiro, integrados na associação cívica e cultural que fundámos e que, felizmente, seguiu o seu caminho de integração plena na sociedade portuguesa.

Porque consideramos que:

Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.

Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.

O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.

O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.

Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.

O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.

Entendemos ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade e proclamar bem alto, perante os Portugueses, que:

- A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa;

- O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;

Em conformidade, a A25A anuncia que:

- Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;

- Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;

- Continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.

Porque continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder.

Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os Militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político, que só cabe ao Povo português na sua diversidade e múltiplas formas de expressão.

Nesse mesmo sentido, declaramos ter plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História do nosso Portugal. Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu País e do seu Povo. Por isso, aqui manifestamos também o nosso respeito pela instituição militar e o nosso empenhamento pela sua dignificação e prestígio público da sua missão patriótica.

Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:

1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.

2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.

Viva Portugal!

ASSOCIAÇÃO 25 de ABRIL»


ELEIÇÕES PARA PR DA FRANÇA – 1ª VOLTA, RESULTADOS FINAIS

1) François Hollande – 28,63 %

2) Nicolas Sarkozy – 27,18


3) Marine Le Pen – 17,9


4) Jean-Luc Mélenchon – 11,11


5) François Bayrou – 9,13


6) Eva Joly – 2,31


7) Nicolas Dupont-Aignan – 1,79


8) Philippe Poutou – 1,15


9) Nathalie Arthaud – 0,56


10) Jacques Cheminade – 0,25

PRESIDENCIAIS EM FRANÇA - PRIMEIRA VOLTA

sábado, 21 de abril de 2012

GUINÉ-BISSAU - OS PRISIONEIROS PODERÃO SER LIBERTADOS EM BREVE

A pressão internacional está a deixar os militares golpistas da Guiné em muito grandes dificuldades. Tudo indica que irão provar o seu próprio veneno, pois parece que tropas da África Ocidental irão ocupar a Guiná-Bissau e libertar o presidente da República e o primeiro-ministro constitucionais, com o apoio do Conselho de Segurança da ONU.

GUINÉ-BISSAU - OS MILITARES SENTEM-SE ENCURRALADOS

Os militares da Guiné-Bissau sentem-se encurralados, porque, do exterior, ninguém os apoia.
A ONU e os países da África Ocidental pressionam-nos, cada vez mais.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

GUINÉ-BISSAU O GOLPE CONTINUA POR EXPLICAR

Aqueles que fizeram o golpe militar na Guiné-Bissau ainda não explicaram porque prenderam o primeiro-ministro e o presidente da República.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

COMEÇA A CLARIFICAR-SE O GOLPE DE ESTADO NA GUINÉ-BISSAU

Por trás  deste golpe militar contra a Democracia estiveram os candidatos derrotados na primeira volta das eleições presidenciais, especialmente o candidato que ficou em segundo lugar e que pensou que ia perder a segunda volta. É um tipo de candidato que só aprecia as eleições quando as ganha. Quando perde as eleições já não prestam, já não valem nada.

terça-feira, 17 de abril de 2012

GUNÉ-BISSAU UM GOLPE DIFERENTE

O golpe de Estado militar na Guiné- Bissau foi um golpe contra uma Democracia em vigor.
Há algo de muito estranho neste golpe militar, que o tempo fará vir ao de cima.
Destruir uma Democracia rem vigor é algo muito grave.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O ESTADO DE DIREITO SEGUNDO OS JUDEUS ISRAELITAS





CPLP CONDENOU O GOLPE MILITAR NA GUINÉ-BISSAU


«Na reunião da CPLP, os ministros aprovaram uma resolução que prevê a criação de uma “força de interposição” com mandato do Conselho de Segurança da ONU. Essa força seria constituída em articulação com a CEDEAO (Comunidade dos Estados da África Ocidental), a União Africana e União Europeia. Na sexta-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas divulgou uma declaração em que condena “a ingerência de militares na política” da Guiné-Bissau.»
Nos blogs de Esquerda, ligados a organizações políticas parlamentares e não parlamentares há um silêncio ensurdecedor sobre a Guiné-Bissau, e sobre a prisão dos dirigentes legítimos daquele país. É o desprezo pela condição humana.
De positivo, há a salientar que os deputados portugueses do Parlamento condenaram, por unanimidade, a prisão dos dirigentes legítimos da Guiné-Bissau, e consequentemente o golpe militar que prendeu os dirigentes constitucionais da Guiné-Bissau.

GUINÉ-BISSAU OU A DEMOCRACIA HUMILHADA

«Domingo, 15 de Abril de 2012


ULTIMA HORA: Comando Militar guineense encerra espaco aereo e todas as fronteiras maritimas "por questao de seguranca nacional". AAS


UNTG & CGSI-GB APELAM À GREVE GERAL

COMUNICADO CONJUNTO

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau, e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes, ambas Centrais Sindicais, foram surpreendidas com mais uma sublevação militar e consequente alteração da ordem constitucional, cujas consequências do ponto de vista político, económico, social e laboral são incalculáveis.

A democracia reserva a cada sensibilidade social, incluindo aos sindicatos enquanto representantes da classe trabalhadora, o dever de velar pela promoção de um ambiente politico susceptível de assegurar um panorama económico e financeiro adequado às aspirações da sociedade e dos trabalhadores em particular.

Por conseguinte, o status quo provocado pelo golpe de estado anunciado no pretérito dia 12 de Abril do ano em curso, mergulhou o país numa crise sem precedentes com consequências que comprometem substancialmente a vida dos trabalhadores e das suas famílias, ou seja, coloca a Guiné-Bissau perante um descalabro social, ao qual a classe trabalhadora não pode ficar indiferente.»

MÉLENCHON UMA VOZ DA ESQUERDA

Jean-Luc Mélenchon do «Partido da Esquerda» é uma voz da Esquerda vencida mas não convencida.
A sua candidatura às eleições presidenciais da França em 2012 é um meio de debate para a Esquerda que quer afirmar-se fora da social-democracia. A Internacional Socialista, a ala mais à Direita da Esquerda, submeteu-se ao neoliberalismo e ao neoconservadorismo. Para lá desta Esquerda que se confunde com a Direita, está a estruturar-se um novo pensamento de Esquerda, depois da implosão do marxismo-leninismo na Rússia Soviética, cujo nome foi mudado para União Soviética, mais precisamente para União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). A implosão do regime formado por Lenine na Rússia não significou o fim da Esquerda, muito menos o «Fim da História».

As desigualdades sociais aumentam, as altas burguesias financeiras dominam escandalosamente o ilegitimamente chamado «Banco Central Europeu» e arruínam a Zona Euro. É necessário dizer não ao saque que as altas burguesias financeiras estão fazendo na Zona Euro, a coberto das aberrantes leis da moeda euro e do «BCE», que empresta dinheiro às altas burguesias financeiras a 1% de juros para estas emprestarem como intermediadoras dinheiro aos Estados a 5%, 6% e 7%.
E o «BCE» está proibido de emprestar dinheiro aos Estados da Zoma Euro em condições normais, tem que dar o lucro do saque às altas burguesias financeiras, que impõem a sua ditadura na Zona Euro, servidas nos governos por obedientes capatazes.

sábado, 14 de abril de 2012

GUINÉ-BISSAU, MAIS UM GOLPE MILITAR 6

O Conselho de Segurança da ONU condenou a tomada do poder pelos militares da Guiné-Bissau, os respectivos actos de vandalismo e a prisão das autoridades legítimas deste país pelos insurrectos. Até mataram um cão, a tiros de metralhadora.
O último argumento que eles, os insurrectos, apresentaram foi que tomaram o poder para o poder «não cair na rua». Caído na rua está o poder, neste momento, enquanto o governo e o presidente legítimos não voltarem aos seus cargos.

«Caído na rua» está o poder tomado pelos insurrectos, esta tomada do poder ilegítima pela força é que é colocar o poder na rua.

O argumento destes militares é a força das armas. Pessoalmente, acho que a Comunidade Económica dos Países da África Ocidental, CEDAO, (que decretou tolerância zero para os golpes militares na sua área) deveria fazer entrar em Bissau uma força militar esmagadoramente superior à dos revoltosos e prendê-los, tal como eles prenderam as autoridades legítimas do país. À força responde-se com outra força, mas qualitativamente muito superior. A força dos insurrectos só conhece uma linguagem, que é a da força. Nada melhor do que fazê-los provar a força, mas outra força muito superior, que não lhes dê a mínima hipótese de a enfrentar com sucesso.

GUINÉ-BISSAU, MAIS UM GOLPE DE ESTADO 5


«A Força de Reação Imediata (FRI) das Forças Armadas portuguesas está a elevar o seu nível de prontidão devido ao agravamento da situação na Guiné-Bissau, disseram à agência Lusa fontes militares.

Segundo as fontes, forças especiais, paraquedistas e fuzileiros receberam ordens nas últimas horas para aumentar a velocidade de resposta para "acautelar" qualquer eventualidade.

A FRI, que tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).»

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Apelo dramático à comunidade internacional
Mais de um milhão de guineenses estão reféns de militares...guineenses. Temos sido sacudidos e violentados, usurpam e tolhem-nos os nossos direitos, até o mais básico. Até quando mais a comunidade internacional vai tolerar que gente medíocre - alguma classe política, e militar faça refém todo um povo? A História endossará uma boa parte da responsabilidade à comunidade internacional.
Ajudem o povo da Guiné-Bissau; não os abandonem, agora, mais do que nunca. Tiveram todos os sinais de que uma insurreição era possível, ainda que desnecessária. Nada justifica o levantar das armas, é intolerável o disparo de armas pesadas numa cidade com mais de quatrocentas mil pessoas. É criminoso, acima de tudo. Tiveram tudo para estancar a hemorragia e a orgia de violência. Sabem há muito que este é um país que nasceu, cresceu e vive sob laivos de militarismo.

Agora, tudo está calmo. Não há tiros, nem feridos nas urgências e menos ainda corpos na morgue resultado de mais uma brutalidade da canalha. Não se sabe quem morreu - espero e desejo que ninguém tenha sido morto. Um país é o último, e único, refúgio seguro para o seu povo. Foi traumatizante ver mulheres e crianças a chorar; é triste ver homens e jovens a fugir de homens e jovens como eles. É desolador. Estou abatido, e, sobretudo cansado. Não tenho sequer forças para gritar.»
(Apelo de António Aly Silva, a quem os insurrectos feriram uma orelha com uma corunhada e o prenderam sem dizer por qual motivo. A pressão da CPLP terá sido decisiva para a sua libertação)


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«ÚLTIMA HORA: Há notícias que dão conta que a residência da presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Maria do Céu Monteiro, está a ser pilhada neste momento. AAS.

Publicada por António Aly Silva em 09:36 


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