quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Catalunha - Censura na Internet, por ordem de Rajoy

Estas son las primeras webs bloqueadas y cerradas por la Justicia española en relación al Referéndum del 1-O

El juzgado de Barcelona requiere  “medidas de ejecución forzosa” sobre los siguientes dominios:
cat.referendum.barcelona,
referendum.enricpineda.cat,
referendum.party,
referendum.ninja,
referendum.love,
referendum.legal,
referendum.fyi,
referendum.soy,
referendum.lol,
referendum.voto,
referendum.works,
referendum.observer, alerta.cat/
www.referendum.cat,
referendum.pirata.cat,
referendum.pau.fm,
referendumcat.eu,
nigeon,github.io/referendum.cat,
re1oct.net,
ref1oct.oct.org,
referendum.zalo.nyc
aniol.github.io/referendum.cat.

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2 comentarios

  1. j.verdejo y la Malinche
    ¡¡¡¡ TODOS A LA CARCEL !!!!!!!
    Primero vinieron por los Comunistas ,anarquistas,republicanos…………..y todavía no han acabado.-
  2. DEMOCRACIA YA, NO MAS FASCISMO BORBONICO FRANQUISTA, VIVA LA REPUBLICA CATALANA. DICTADURA PP$OE.

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Da Guerra da Catalunha de 1640 à Guerra da Catalunha de Setembro de 2017

Em 1640, Filipe IV era rei da Espanha, de Portugal e da Catalunha.

A Catalunha e Portugal queriam a independência.

Foi a Catalunha que declarou primeiro a independência, em  7 de Junho de 1640 e foi proclamada a República da Catalunha.

Começou a Guerra da Catalunha , e em 1 de Dezembro de 1640 Portugal declarou a independência, aproveitando a Guerra da Catalunha.

A diferença entre a Catalunha e Portugal é esta:

A Catalunha perdeu a guerra contra os castelhanos e Portugal ganhou a guerra contra os castelhanos.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O discurso macabro de Donald Trump na ONU


Donald Trump falou de novos cemitérios, ameaçou com uma guerra nuclear contra a Coreia do Norte, ameaçou o Irão, ameaçou a Venezuela.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o Mundo têm medo de uma guerra nuclear contra a Coreia do Norte.

Os Estados Unidos já praticaram genocídio com bombas atómicas, em Hiroxima e Nagasáki, por ordem do democrata  HarryTruman, que era o vice-presidente de  Franklin Roosevelt, que morreu demorte natural em 1945 (no dia 12 de Abril), ainda a II Guera Mundial não tinha acabado.

Quando o presidente dos Estados ameaça praticar uma guerra nuclear é para levar a sério, porque os Estados Unidos são o único país do Mundo que usou bombas atómicas numa guerra.


Donald Trump não quer saber do aquecimento global. Se no futuro parte da Flórida ficar debaixo de água que se lixe. Se as fotografias do mesmo mês, tiradas por satélites, do Ártico mostram uma crescente diminuição da camada de gelo, que se lixe. Que se lixe a Humanidade!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Rogar pragas ao governo de António Costa não tem sido um sucesso

"A grande anedota nacional


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Imagem encontrada no Facebook/autor desconhecido
É claro que a decisão dos terroristas da Standard & Poor’s não se deveu em exclusivo à acção deste governo. Nem deste nem de governo nenhum, que agências de rating são empresas privadas que tomam decisões em função dos seus interesses momentâneos, sejam eles quais forem. Que o diga o Lehman Brothers, cujo triplo A cintilava na constelação financeira no dia imediatamente anterior ao pontapé de saída do crash de 2008.
Contudo, há algo de verdadeiramente encantador nesta revisão da notação financeira do rating português. Foram quase dois anos de alarmes apocalípticos, profetizados por barões radicalizados do PSD e do CDS-PP, cronistas e jornalistas ditos de referência, que anunciavam sanções, resgates, défice descontrolado e desemprego galopante. Sim, a dívida continua a ser uma grande dor de cabeça. Como o foi nas quatro últimas décadas. Mas a estratégia do medo, a única que emanou da São Caetano e do Caldas nos dois últimos anos, com o auxílio e forte empenho dos spin masters da direita, pequenos Trumps que se dedicam à canalha instrumentalização emocional dos mais incautos, é hoje a grande anedota nacional e deveria corar de vergonha toda aquela gente. Se tivessem vergonha na cara, claro. Depois admiram-se com sondagens historicamente desastrosas.
Resta-lhes a narrativa da censura e da ameaça comunista, duas palermices nas quais já só as mais acéfalas ovelhas acreditam, que o rating do wishful thinking catastrofista está já abaixo de lixo não-reciclável. Nem para compostagem serve. António Costa bem pode esfregar as mãos: como tão fraca oposição, que colocou a fasquia tão baixa e se prestou a tão triste papel, qualquer vitória de pirro abafa bizarrias como a entrevista de Azeredo Lopes ou palhaçadas como aquela que está a deixar a Protecção Civil em estado de sítio."

[In blog «Aventar»]

A crueldade da Direita, da Direita que diz que reza

"Vai teimosa e não segura, Assunção sobre Ventura?


Depois de se demarcar (exemplarmente, diga-se) das declarações racistas e xenófobas de André Ventura, e de desvincular o seu partido da coligação com o PSD em Loures (rejeitando fazer parte do «teste Trump», em que Passos Coelho continua empenhado), Assunção Cristas parece não ter sido capaz de ceder à tentação (ou a alguma contestação interna) e decidiu insistir no velho discurso do CDS-PP sobre o Rendimento Social de Inserção, fazendo uma requentada alusão às «pessoas com grandes carros e que vivem do RSI».

Sejamos justos e rigorosos: na sua referência à prestação, a presidente do CDS-PP não só não associa as supostas fraudes dos beneficiários a qualquer minoria ou comunidade étnica específica (ao contrário do que faz Ventura), como expressa de forma clara o entendimento do seu partido sobre o RSI. Segundo Cristas, «o CDS sempre foi a favor a se dar o rendimento a quem dele precisa, mas sempre foi a favor de uma grande fiscalização», opondo-se por isso à «renovação automática» da medida sem um escrutínio da «manutenção das condições de necessidade».

Podemos pois assumir que as declarações de Assunção Cristas, ainda que eventualmente suscitadas pela necessidade de não perder demasiado o pé face à golpada eleitoralista sem escrúpulos em que Passos e Ventura embarcaram, revelam sobretudo o persistente preconceito da direita, que prefere a caridade assitencialista, em relação às políticas sociais públicas. Vale por isso a pena reler o recente artigo de Ricardo Moreira sobre o suposto «regabofe» no RSI e relembrar alguns factos, como a circunstância de «a prestação mais controlada» de todas (mas de reconhecida eficácia na redução da intensidade da pobreza e com reduzidos níveis de fraude) representar apenas «2% do total de despesas da Segurança Social» (tendo sofrido «um corte de -45%» entre 2010 e 2015) e em que cerca de 40% dos beneficiários são «menores ou pessoas com mais de 65 anos, que não podem trabalhar».


Ou seja, se acreditarmos que «o CDS sempre foi a favor a dar o rendimento a quem dele precisa», e se considerarmos o agravamento do desemprego e dos níveis de pobreza entre 2010 e 2015 (com uma redução das situações cobertas por prestações de RSI e CSI), teremos que concluir que o corte no número de beneficiários ocorrido nesse período - cerca de 230 mil no total, entre os quais 93 mil crianças e cerca de 10 mil idosos - apenas resultou da «fiscalização e escrutínio da medida», que terá possibilitado a identificação das situações de fraude existentes (como as de «pessoas com grandes carros e que vivem do RSI»). 230 mil beneficiários, 93 mil crianças e 10 mil idosos, é isso, não é Dra. Assunção?"

[In blog «Ladrões de Bicicletas», Nuno Serra]