terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O Estado fantoche e o palhaço do presidente da República da Itália

A Itália é um país governado por traidores e palhaços.
Montesquieu no livro «O Espírito das Leis», publicado em 1748, defendeu, na época do absolutismo monárquico, a separação dos poderes legislativo, executivo e judicial.

Na Itália existe a separação dos poderes legislativo, executivo e judicial. Mas, como o chefe de Estado da Itália costuma ser um palhaço, anula as decisões do poder judicial.

«Presidente italiano concede indulto parcial a ex-espia luso-americana

Advogado acredita que este perdão pode evitar a extradição de Sabrina de Sousa.» [In «Público» net]


Neste caso uma criminosa paga pelos contribuintes estadunidenses, que praticou um crime muito grave, de rapto, uma raptora está acima da Lei, pode continuar a praticar crimes, já que é uma profissional do crime organizado.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Gostaria de pôr 10 mil milhões de euros num paraíso fiscal, o meu problema é que não tenho tão irrisória quantia

«A afronta de nos tomarem por parvos
O secretário de Estado quer-nos convencer de algo muito mais grave: é de que não deu por ela que lhe faltavam os números do dinheiro que ia para os offshores.
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A mentira, seja sob forma directa ou rebuscada, em matérias públicas é inaceitável. Sobre isso não vale a pena dizer mais nada. Os governantes não tem obrigação de dizer a verdade — sim, há razões de Estado que podem implicar a mentira — mas nenhuma cobre os casos recentes. Mentir pode ser legítimo, por exemplo, para esconder, até ao momento do seu anúncio, uma desvalorização da moeda, ou quando está em curso uma qualquer operação com riscos para as pessoas ou para o Estado, sensível à revelação irresponsável da verdade. São excepções, mesmo muito excepcionais, e precisam de ser muito explicadas a posteriori, quando finalmente se pode saber a verdade sem custos. Há matérias delicadas cobertas pelo segredo do Estado que justificam que um governante, quando interrogado directamente, tenha que mentir. Não deixa de ser mentira no momento em que é proferida, mas trata-se de uma mentira instrumental, destinada a proteger um bem maior. É um estatuto que pode ser alvo de abuso, e é-o muitas vezes, mas os limites éticos do dilema verdade/mentira não se aplicam neste tipo de “sombras”.
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Mas não é, de todo, o caso da história dos SMS, nem do misterioso caso das estatísticas dos offshores, que nada justifica serem cobertos por qualquer “manto diáfano” de mentiras, meias-mentiras, sugestão de mentiras e omissões da verdade. A cabeça de um ministro ou a honra de há muito perdida de um ex-governo estão em causa? Não mentissem, nem nos enganassem. Mas, dito isto, também é preciso ter muito cuidado, para que a mediatização medíocre das redes sociais e de alguma imprensa não confunda questões sérias com outras de menor gravidade. E o caso Centeno e os milhões dos offshores não são comparáveis em importância, sendo que toda a gente já percebeu o que se passou no primeiro caso, e ainda muito pouco se percebeu do segundo.
O que sabemos sobre o dinheiro saído para os offshores durante a governação PSD-CDS? Sabemos que foi muito, muitos milhares de milhões de euros, de que os dez mil milhões de que se fala agora são apenas uma parte. Sabemos que uma parte saiu legalmente e também sabemos, por vários processos em curso, que outra parte saiu ilegalmente. Vamos deixar para já a parte ilegal, de dinheiro de pagamento de subornos, de corrupção, de negócios à margem da lei, e vamos apenas falar do que saiu legalmente, e nessa parte podemos apenas ficar-nos por esta magra fatia de dez milhares de milhões que não foram devidamente incluídos nas estatísticas e sobre os quais não sabemos ainda até que ponto os procedimentos de verificação habituais pelo fisco se realizaram, ou seja, se são resultado de actividades legais sem mácula fiscal. Por que é que isso aconteceu e o que é que isso significa?
Vamos seguir a mais benévola das hipóteses, de que tudo estava legal, e que apenas não se fez o registo estatístico. Comecemos por um ponto prévio que é verdade para todas as histórias que envolvem offshores. Já ouvi dezenas de explicações esforçadas para justificar por que razão as pessoas e as empresas colocam o dinheiro nos offshores, desde a fuga ao conhecimento do património nos divórcios milionários até à protecção de património face a credores, aos pagamentos a jogadores de futebol, passando pelas necessidades de pagamentos no comércio internacional. Tudo é coberto por dois mantos: um é de que se trata de processos legais, por isso incontestáveis pela crítica; o outro é que, havendo paraísos fiscais em qualquer outra parte exótica do mundo, não é possível acabar com eles em qualquer outro sítio. Mas isso não implica que se considere normal o uso de offshores e, numa sociedade em que os governantes se indignam com os direitos “adquiridos” dos mais fracos, tenham uma soberana indiferença face a práticas dos mais ricos que roçam a ilegalidade e que prejudicam, e não pouco, a riqueza do país. E quando isto se passa em tempos em que os governantes fazem um discurso de austeridade contra os que não podem fugir aos impostos e aos cortes, e são indiferentes às práticas dos mais ricos de tirar dinheiro, riqueza, do seu país, revolta. Este é o pano de fundo em que podemos discutir esta questão, e aplica-se como uma luva ao Governo PSD-CDS, onde o ataque aos mais fracos foi a regra, e a complacência com os mais poderosos foi também a regra.
No fundo, no fundo, o núcleo duro de ideias sobre a sociedade e a economia do Governo Passos-Portas foi que a recuperação do país passava pelo aumento da riqueza dos mais ricos, que traria por arrasto uma melhoria das condições de vida dos mais pobres. Era em cima que deveria haver “liberdade”, enquanto em baixo deveria haver “ajustamento” e cortes, até porque os de baixo já estavam mais acima do que deviam e tinham que ser postos na ordem e devolvidos “às suas posses habituais”. Da legislação laboral ao “ajustamento”, este era o programa. Dêem as voltas que derem, esta era a concepção e ainda o é, como se vê na questão do salário mínimo. Qualquer ideia, aliás na base do ideário social-democrata, de que o Estado deveria garantir um equilíbrio social, era e é tida como uma violação das regras da “economia”, com os de baixo a quererem mais do que a “economia” lhes pode dar. Em cima, não há essas restrições e, por isso, a indiferença face ao que acontece com os offshores é completamente natural.
Este é, insisto, o pano de fundo da interpretação mais benévola da falta de dados sobre os offshores: que saíssem dezenas de milhares de euros do país, não interessava aos governantes porque não estava no centro das suas preocupações, como estava cortar reformas e salários e levar o fisco até aos cabeleireiros e aos biscates. Tratava-se de uma prática normal da “economia”. Mas se esta é a interpretação mais benévola, não é a mais sensata, como se vê pelas explicações atabalhoadas que governantes do tempo do PSD-CDS têm vindo a dar sobre o que aconteceu. E aqui é que, como no caso de Centeno, entendo que é uma afronta para os portugueses tomá-los por parvos, só que neste caso num assunto muito mais grave.
Desde Passos Coelho, furioso e malcriado na Assembleia, até ao passa-culpas do anterior secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Paulo Núncio, até ao silêncio da ex-ministra das Finanças que acha que não é nada com ela, todos estão a tomar-nos por parvos. Afinal, a culpa foi dos serviços que não fizeram a estatística devida, ou dos procedimentos informáticos, que, pelos vistos, foram modernizados só para um dos lados do escalão de rendimentos, mas que parecem funcionar muito mal no topo dos rendimentos, porque, tanto quanto eu saiba, não foram os funcionários públicos, nem os reformados, nem os empregados do comércio, nem os operários, nem os enfermeiros, nem os polícias, que colocaram o dinheiro em offshores. Aliás, já não é a primeira vez que este tipo de implausibilidades acontecem nas finanças do Governo PSD-CDS, como foi o caso da “lista VIP”, já muito esquecido.
Mas há pior: o secretário de Estado quer-nos convencer de algo muito mais grave: é de que não deu por ela que lhe faltavam os números do dinheiro que ia para os offshores. Das duas, uma: ou foi grossa negligência, ou preferiu olhar para o lado, visto que os números eram incómodos para o Governo. Mas, mesmo que seja assim, de novo a mera sensatez obriga-nos a considerar como absolutamente implausível que ele, responsável pelo fisco, nunca se tenha perguntado, mesmo numa conversa casual: “Olhe lá, senhor director-geral, quanto dinheiro está a sair do país para os offshores?”. E Passos e a ministra também nunca sentiram sequer curiosidade sobre esse aspecto crucial da nossa economia, para verificarem que, afinal, não havia a estatística?

Presumir que tenha sido assim é tomar-nos por parvos, insisto. E eu não gosto.»
[Pacheco Pereira, in «Público» net]

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A moeda do IV Reich é muito boa para a Alemanha, a Alemanha acima de tudo

«Nós só queremos salvar o euro


António Vitorino e outros destacados dirigentes da social-democracia europeia puseram no papel o que muitos andam a dizer há longo tempo: “na sua forma actual, o euro não é viável a longo prazo”. Até aqui estamos de acordo, o problema vem a seguir.

Para salvar o euro, dizem, é preciso transformar o Mecanismo de Estabilidade Europeu (MEE) numa espécie de FMI do Velho Continente e completar a União Bancária.

Ora, estou muito menos preocupado em salvar o euro do que em garantir um futuro decente para a generalidade das populações europeias. Dar poder ao MEE para impor a vontade dos seus financiadores aos Estados com dificuldades financeiras (como faz o FMI), ou dar poder ao BCE para decidir arbitrariamente sobre o destino dos sistemas financeiros nacionais, até pode ajudar a salvar o euro. Mas não é isto que evita que a UE prossiga o seu actual papel de destruição dos Estados sociais de direito democrático na Europa.

Se o governo português está a pensar em abrir uma guerra com a Alemanha por causa da Declaração de Roma (como sugere Teresa de Sousa neste texto), espero que o faça por algo que valha verdadeiramente a pena. Se a preocupação é salvar o euro independentemente das suas implicações para as nossas vidas, deixem lá que saia de Roma um texto redondo e vazio. Já estamos habituados.»

[Ricardo Paes Mamede in blog «Ladrões de Bicicletas»]

A Ucrânia, a Rússia e o Reich dos Vencidos

Os senhores e as senhoras da guerra da NATO recomeçaram a guerra da Ucrânia, através de sub-contratados. São os autoproclamados exportadores e exportadoras da paz que pertencem ao mesmo tempo à NATO e à União Europeia que fazem a guerra contra os russos da Ucrânia. Mas afinal o que é a Ucrânia? A resposta explico-a a seguir, começando por recuar até 1913.

Em primeiro lugar interessa analisar a Europa em 1913.


Também interessa verificar as subdivisões do Império Austro-Húngaro.
A seguir o mapa dos grupos étnicos do Império Austro-Húngaro.



A seguir observemos a Europa depois da I Guerra Mundial em 1919. 
Dissolução do Império Austro-Húngaro pelo Tratado de Trianon. As três regiões fundamentais, a cinzento a Áustria, a castanho claro claro a Hungria e a cor rosa a Bósnia e Herzegovina. Este tratado formalizou, no essencial, em 1920, o que já se passava no terreno, após a vitória dos Aliados na I Guerra Mundial.
Pormenores sobre as regiões em 1919
O I Reich da Alemanha no século X (dez) em 962

O II Reich da Alemanha em 1913

A República Alemã de Weimar em 1919

O III Reich da Alemanha em 1943

Depois de ter perdido a II Guerra Mundial a Alemanha foi dividida em zonas de ocupação. Temporariamente dividida em dois Estados e numa cidade-estado (Berlim Ocidental) a Alemanha somados os dois Estados e a cidade-estado ficou, em território, tal como é hoje, reduzida a menos de metade do III Reich e ainda mais pequena que a República de Weimar.

Estaline, natural do actual território da Geórgia, que dirigia a Rússia Soviética ou União Soviética (mais precisamente União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, U.R.S.S., desde 1922, por decisão de Lenine) durante a II Guerra Mundial impôs o recuo da fronteira Oriental da Alemanha de mil anos, do século XX (vinte), para a linha dos rios Óder e Neisse do século X (dez). Os Estados Unidos e o Reino Unido, também vencedores da II Guerra Mundial, não se opuseram a tão drástica decisão. Para concretizar a sua decisão Estaline mandou expulsar casa a casa, das cidades, vilas e aldeias todos os civis alemães que viviam a Leste da linha Óder-Neisse (mais de dez milhões), muitos deles levando apenas as roupas. Por razões geográficas Estaline deu uma parte da Alemanha, bem maior que Portugal à Polónia, avançando a fonteira Oeste da Polónia até aos rios Óder e Neisse. Como compensação deste benefício concedido à Polónia Estaline anexou parte da Polónia que passou para a União Soviética.

No século XXI a Alemanha resolveu criar o IV Reich que se chama União Europeia.


O IV Reich da Alemanha conhecido por União Europeia faz lembrar o Império Romano. No Império Romano havia uma moeda única, o sestércio, para todo o império, enquanto que no IV Reich da Alemanha conhecido por União Europeia a moeda única, o euro, não vigora em todo o império, mas apenas em parte dele chamada Zona Euro. Também se deve referir que os líderes do IV Reich conhecido por União Europeia são naturais da Alemanha, enquanto que no Império Romano muitos imperadores não eram naturais da Itália como Trajano, que era natural do actual território da Espanha, o mais poderoso imperador romano. «Marco Úlpio Nerva Trajano (em latim: Marcus Ulpius Traianus; 18 de setembro de 53 — 9 de agosto de 117) nasceu em Itálica (atual Santiponce), na Bética, no sul da Hispânia, perto de Híspalis (depois Sevilha) em 53 d.C. Foi imperador romano de 98 a 117. Durante sua administração, o Império Romano atingiu sua maior extensão territorial graças às conquistas do leste. Trajano também é notado pelos seus extensos programas de obras públicas e as políticas sociais implementadas durante o seu reinado.» [Fonte «Wikipedia»] A seguir o Império Romano governado por Trajano.


A Ucrânia nunca tinha existido como nação independente e foi anexada por conquista à Rússia pelo czar Pedro o Grande no século XVII (dezassete).  [Pedro I da Rússia (em russo: Пётр Алексеевич Ромáнов; transl.: Pyotr Alekseyevich Románov) (Moscovo, 9 de Junho de 1672 — São Petersburgo, 8 de Fevereiro de 1725, alcunhado O Grande (em russo: Великий; transl.: Velikiy) 1 , foi czar da Rússia, e primeiro Imperador do Império Russo] (Fonte «Wikipedia») 
Lenine dirigiu a revolução comunista de Outubro de 1917 na Rússia. 
A seguir um mapa da Ucrânia em 1920. Neste mapa verifica-se que a Península da Crimeia não pertencia à Ucrânia (pertencia à República Socialista Soviética da Rússia).
(21 Ucrânia, 12 Checoslováquia, 13 Polónia,  15 Hungria, 17 Roménia, 16 Jugoslávia)

Outro mapa da Europa em 1923

Lenine era russo, mas em 1922 ao transformar a Rússia em União Soviética prejudicou a república da Rússia e abriu uma caixa de Pandora.
Sucedeu-lhe Estaline, que não era russo, mas natural da actual Geórgia, como vimos.
Após a II Guerra Mundial para a república da Rússia só ficou da Alemanha Kalininegrado, a parte mais oriental da Alemanha (Prússia Oriental).
Depois de Estaline, passou a mandar na URSS um ucraniano, Nikita Krutchov, que deu mais território da república da Rússia à Ucrânia, a Península da Crimeia, no Mar Negro, no que se pode chamar de golpe de Estado palaciano em 1954.
Os russos fizeram um golpe de Estado e destituíram Krutchov e a partir daí a URSS foi sempre dirigida por russos, mas não foram suficientemente inteligentes para redesenharem o mapa da URSS de maneira a beneficiarem a república da Rússia.
A Ucrânia que fala russo fazia parte da Rússia e a os comunistas russos é que desenharam as fronteiras da república da Ucrânia, com prejuízo para a república da Rússia, hoje chamada Federação Russa ou Federação da Rússia.
A tal parte da Ucrânia a Oeste que foi conquistada por Estaline era, essencialmente, parte da Polónia. Em 1918 a Hungria foi quase toda anexada e a Galícia, pela Roménia e pela Polónia, com a destruição do Império Austro-Húngaro, que perdeu a I Guerra Mundial, como vimos.

Em última análise, a Ucrânia actual divide-se em duas, a antiga que fala russo e pertencia à Rússia desde o czar Pedro o Grande, desde o século XVII (dezassete), e antes disso nunca tinha sido um país independente, e a parte oeste conquistada por Estaline que pertencia à Polónia.

Ora, Berlim, em 2014, quer mandar na Ucrânia, como vingança («révanche») das derrotas na I Guerra Mundial e na II Guerra Mundial.


Em 1939 Hitler e Estaline estavam ambos interessados em adiar o confronto, que parecia inevitável, e que aconteceria, de facto, mais tarde, e que se viria a tornar o maior confronto militar da História da Humanidade. Assim realizaram o Pacto Germano Soviético de 1939, cujos mapas a seguir clarificam.

O que restou da Alemanha em 1945, sob ocupação militar estrangeira. A Leste acaba na linha Óder-Neisse, que se pode observar atrás no mapa do III Reich a azul.
Mapa da Europa em 2014

Trump ordenou à 6ª Esquadra para não ir para a Ucrânia e para ir para o Mediterrâneo

«A 14 de Fevereiro de 2017, o Presidente Donald Trump ordenou à 6ª Esquadra, que devia participar numa festa na Ucrânia, que fosse para o Mediterrâneo. O Presidente Vladimir Putin, assinou um decreto, a 18 de Fevereiro de 2017, reconhecendo «a título humanitário» todos os actos administrativos das Repúblicas populares não reconhecidas do Donbass e de Lugansk [1]. . De facto, a Rússia reconhece portanto os passaportes emitidos pelas duas (...)»

[In «Red Voltaire»]

Red Voltaire - o que é, segundo a própria revista



«A propósito da Rede

A propósito da Rede Voltaire





A Rede Voltaire Internacional é uma rede de imprensa não-alinhada, especializada na análise de relações internacionais, criada por iniciativa do intelectual francês Thierry Meyssan.
Originários de famílias políticas, de meios sociais e de culturas diversas, os membros da Rede Voltaire reconhecem-se nos dez princípios enunciados em 1955 pela conferência de Bandung :
1) Respeito dos direitos humanos fundamentais em conformidade com os objectivos e os princípios da Carta das Nações Unidas ;
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