sábado, 21 de outubro de 2017

O povo da Catalunha contra o fascismo falangista colonial de Rajoy, do PSOE e dos Ciudanos


                                                Foto in The Guardian

Não me parece provável que o fascismo falangista colonial de Rajoy + PSOE + Ciudadanos tenha qualquer triunfo, mesmo no mais curto prazo. A opressão colonial é uma aberração em 2017.

O nacionalismo fascista-falangista-castelhano-colonial age como agiu Pinochet, contra a Democracia, contra a Liberdade, contra os Direitos Humanos fundamentais. 

O povo da Catalunha tem que resistir e, politicamente, para viver em Democracia só lhe resta uma solução, a independência, a libertação da opressão colonial de Castela.












                                             Foto in Le Monde
Os mídia portugueses são repugnantes, são contra a independência da Catalunha e também contra a independência de Portugal

Incêndios - análise

«Seria um crime desperdiçar esta oportunidade

Todas as catástrofes são lamentáveis. E todas exigem uma liderança determinada por parte dos dirigentes, para uma rápida adopção de medidas para minimizar os danos humanos e materiais. Mas as catástrofes são também, sempre, oportunidades para reconstruir. E para reconstruir de forma tanto mais radical quanto mais destrutivos tiverem sido os seus efeitos. Porque as grandes destruições obrigam a fazer tudo de novo e porque a determinação de todos em encontrar soluções que permitam evitar uma futura catástrofe é tanto maior quanto mais destrutivo tiver sido o efeito da última.

É por isso que, depois dos incêndios dos últimos dias e dos últimos meses e do seu macabro balanço, é o momento de exigir do Estado — do Governo, das autarquias, dos organismos do Estado — que ponha em prática todas as medidas necessárias para evitar que esta tragédia se volte a repetir. Não apenas para evitar que uma vaga de incêndios se salde de novo por este número elevadíssimo de mortos mas, de forma mais radical, para evitar que uma vaga de incêndios desta dimensão possa ocorrer de novo.

Hoje, depois de Pedrógão e depois do 15 de Outubro, existe uma consciência alargada de que algo de muito errado ocorreu em Portugal nas últimas décadas em termos de ordenamento do território, de política florestal, de gestão das florestas, de organização da protecção civil, de prevenção e combate aos incêndios, de fiscalização das florestas, de combate à desertificação do interior, de transferência de conhecimento para os decisores políticos, de formação profissional em todas estas áreas, etc.

Sabemos que todos permitimos que, em todos estes domínios, a situação se degradasse para além do aceitável. E sabemos que não é possível adiar por mais tempo a adopção das medidas necessárias nem a aplicação no terreno dessas medidas. Como sabemos que muitas dessas medidas serão difíceis de pôr em prática e que muitas afectarão interesses particulares. Hoje, os cidadãos portugueses sentem que fomos longe de mais no desleixo e na cedência a interesses ilegítimos e sabem que é necessário fazer alguma coisa.

Seria criminoso que o Governo desperdiçasse esta oportunidade. Seria imperdoável que todas estas vidas perdidas não pudessem pelo menos servir para evitar outras mortes e para resgatar outras vidas. O que a tragédia dos incêndios de 2017 já fez, pela sua dimensão, foi passar uma clara procuração ao Governo para resolver o buraco em que estamos. Uma procuração com carta-branca.

Hoje, depois de Pedrógão e depois do 15 de Outubro, depois de cem mortos e de um país em cinzas, o Governo possui mais do que o necessário apoio popular para tomar medidas radicais eficazes. Hoje não há desculpas para não tomar todas as medidas necessárias para prevenir os fogos, para preservar a floresta, para defender as vidas e o sustento das populações. Pode-se tomar medidas compulsivas de emparcelamento ou fraccionamento onde elas se revelem necessárias, expropriar terrenos onde isso for necessário para criar as infra-estruturas de prevenção e combate aos fogos, pode-se mandar cortar as árvores que se devem cortar, impor a diversificação das espécies onde ela seja aconselhável, restaurar os Serviços Florestais e repor os guardas florestais que faltam, pode-se ordenar o envolvimento das Forças Armadas na vigilância e combate a incêndios, pode lançar-se um programa de envolvimento das populações para a prevenção e combate aos fogos, podem aplicar-se as sanções necessárias a todos os prevaricadores, podem criar-se os corpos de sapadores florestais e de bombeiros profissionais, podem lançar-se medidas fiscais que incentivem a correcta gestão da floresta, podem impor-se responsabilidades de limpeza das matas, podem incluir-se de novo no Estado as responsabilidades que foram criminosamente negligenciadas quando saíram da sua alçada. Não há dinheiro? Até Bruxelas aceirará esse acréscimo ao défice... e sai mais barato que os incêndios.


António Costa pode fazer hoje na floresta o que o marquês de Pombal fez na Baixa e até poderia redesenhar a régua e esquadro as manchas florestais se o quisesse. Nunca voltará a haver outra oportunidade como esta. Seria criminoso (e estúpido) não a aproveitar para desenvolver o país.»
[In blog «Entre as brumas da memória» cit. José Vítor Malheiros, in «Público» pt]

A Troika e os incêndios


A Troika (Berlim, CE + Berlim, BCE + Washington, FMI) acha bem privatizar tudo. Para a Troika e para os troikanos e para as troikanas os incêndios são uma grande oportunidade de negócio.
Os aviões e helicópteros de combate aos incêndios para a Troika têm que se privados. Mas, os aviões de combate aos incêndios deviam pertencer ao Estado, como pertencem os aviões de guerra.

Pelas normas da Toika, Portugal estava a arder e os aviões de combate aos incêndios foram-se embora…

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O fascismo colonial-castelhano de Rajoy e do PSOE sobre a Catalunha é apoiado pela União Europeia


A União Europeia quer que o  fascismo-franquismo castelhano colonial que se abate sobre a Catalunha da responsabilidade do trio colonial fascista-falangista PP + PSOE + Ciudadanos, realize mais prisões políticas, que realize mais espancamentos e que comece a matar.

A União Europeia e a NATO vão emitir um vigoroso comunicado no Kosovo condenando a Catalunha.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O aquecimento global e as árvores assassinas


O documentário de Al Gore sobre o aquecimento global mostra, claramente, que a poluição está a fazer aquecer o planeta Terra. O documentário de Leonardo di Caprio sobre o mesmo tema reforça as conclusões anteriormente divulgadas por Al Gore.
Só que o aquecimento global está a ser mais rápido do que o previsto. O aquecimento global já chegou a Portugal – o Verão é a época do calor, mas o calor do Verão é cada vez mais intenso. Ao calor associamos a seca, a falta de água.
Já o arquitecto Ribeiro Teles tinha salientado a necessidade de diminuir a floresta, de fazer cortes nas grandes manchas verdes de eucaliptos e de pinheiros bravos. Há floresta a mais para as condições climatéricas existentes.
O fulcro da questão é este: há manchas verdes de eucaliptos e de pinheiros bravos demasiado grandes.
Há muitas pessoas a pegar fogo às florestas, ou por pura acção criminosa ou por negligência.
Por outro lado, há manchas florestais que entram pelas aldeias dentro, que entram pelas vilas dentro, que entram por algumas cidades dentro. É preciso abater muitas árvores que são um perigo iminente para muitas casas, para muitas fábricas, há que criar perímetros de segurança, sem material combustível à volta das aldeias, à volta das zonas industriais, à volta das vilas, à volta das cidades.
O aquecimento global já chegou a Portugal, há que adaptar as florestas à nova realidade.
As árvores quando ardem com tempo muito seco e com ventos fortes tornam-se árvores assassinas, porque matam pessoas.

E quando começam as árvores a arder é preciso ter meios de combate às chamas eficazes, dirigidos por pessoas preparadas para tal.